Três adolescentes são detidas por vídeo difamatório em Frei Paulo

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 31/10/2018 às 06:04:00

 

Policiais civis da Delegacia de Frei Paulo (Agreste) apreenderam, na manhã de ontem, três adolescentes de 17, 14 e 13 anos de idade, que são acusadas por terem feito e divulgado um vídeo com palavras ofensivas, música pejorativa e imagens de 32 mulheres, sendo a maioria menores de idade. O vídeo difamava e acusava as vítimas de promiscuidade. 
De acordo com o delegado Leógenes Corrêa, que coordenou as investigações, o vídeo foi feito na tarde de ontem e divulgado no mesmo dia. Para a produção do material, os adolescentes utilizaram fotos das vítimas publicadas em redes sociais, utilizaram um chip de celular diferente do que usavam, entraram em grupos de aplicativos de mensagens e divulgaram o vídeo; destruindo o chip logo em seguida.
O delegado destacou ainda que todo crime cometido no meio virtual deixa rastros e que os responsáveis podem responder criminalmente. "Como todo crime pela internet e redes sociais, este também deixou rastros que nos possibilitou identificar e localizar as autoras, o que foi facilitado pelo trabalho rápido da Polícia Civil e pela busca imediata da justiça pelas 25 vítimas que vieram logo cedo para Delegacia", afirmou Leógenes.
As adolescentes que produziram o vídeo irão responder por atos infracionais semelhantes aos crimes de injúria e difamação com o agravo de terem sido cometidos na internet. Elas já foram ouvidas, devolvidas aos pais e responsáveis - como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) -  e irão responder aos processos em liberdade.

Policiais civis da Delegacia de Frei Paulo (Agreste) apreenderam, na manhã de ontem, três adolescentes de 17, 14 e 13 anos de idade, que são acusadas por terem feito e divulgado um vídeo com palavras ofensivas, música pejorativa e imagens de 32 mulheres, sendo a maioria menores de idade. O vídeo difamava e acusava as vítimas de promiscuidade. 
De acordo com o delegado Leógenes Corrêa, que coordenou as investigações, o vídeo foi feito na tarde de ontem e divulgado no mesmo dia. Para a produção do material, os adolescentes utilizaram fotos das vítimas publicadas em redes sociais, utilizaram um chip de celular diferente do que usavam, entraram em grupos de aplicativos de mensagens e divulgaram o vídeo; destruindo o chip logo em seguida.
O delegado destacou ainda que todo crime cometido no meio virtual deixa rastros e que os responsáveis podem responder criminalmente. "Como todo crime pela internet e redes sociais, este também deixou rastros que nos possibilitou identificar e localizar as autoras, o que foi facilitado pelo trabalho rápido da Polícia Civil e pela busca imediata da justiça pelas 25 vítimas que vieram logo cedo para Delegacia", afirmou Leógenes.
As adolescentes que produziram o vídeo irão responder por atos infracionais semelhantes aos crimes de injúria e difamação com o agravo de terem sido cometidos na internet. Elas já foram ouvidas, devolvidas aos pais e responsáveis - como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) -  e irão responder aos processos em liberdade.