Sérgio Sá Leitão destaca força da produção cultural do BRICS no Encontro de Ministros da Cultura

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Publicada em 01/11/2018 às 08:04:00

 

Terminou nesta quarta-feira, em Maropeng (África do Sul), o 3º Encontro de Ministros da Cultura do BRICS, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, país que detém a presidência rotativa do grupo. No encerramento da reunião foi assinada a Declaração de Maropeng, Berço da Humanidade. No documento, os ministros presentes reiteram o papel da cultura como geradora de desenvolvimento econômico e o compromisso com o Plano de Ação para a Implementação do Acordo entre os Governos do BRICS para Cooperação no Campo da Cultura (2017-2021), assinado julho de 2017, em Tianjin na China. 
Durante sua fala, o ministro Sá Leitão destacou que não pode haver projeto nacional de desenvolvimento econômico e social no século 21 que não esteja amparado nos elementos da criatividade e da inovação. De acordo com o ministro, "quando se fala em criatividade e inovação, as atividades culturais se apresentam como uma potência econômica ainda reprimida e carente de melhor estruturação e apoio."
Para acentuar o papel da indústria criativa brasileira, o ministro pontuou que na América Latina o Brasil é, atualmente, o maior mercado para TV paga, vídeo sob demanda, feiras e eventos de negócios, jogos eletrônicos e música. As projeções de crescimento anual desses segmentos no Brasil até 2021 são superiores à da média geral da economia, como é o caso dos jogos eletrônicos, com crescimento projetado de 16,9% ao ano; do vídeo sob demanda, com 8,8%; da música, com 8%; do cinema, com 6,9%; e do entretenimento ao vivo, com 4,9%.
"Esses são números que apenas confirmam o alto impacto da economia criativa para a geração de emprego e renda, além de instrumento para inclusão social, formação profissional e educação e inclusão para nossos jovens", afirmou.
Sobre as perspectivas para o setor cultural no próximo governo, Sérgio Sá garantiu que, sem dúvida, o BRICS continuará ocupando espaço privilegiado na política externa brasileira e no relacionamento externo do Ministério da Cultura. 
"Tenho o compromisso de apresentar à nova gestão uma proposta de planejamento de atividades culturais para o BRICS para 2019, quando o Brasil assumirá a presidência rotativa do bloco, com destaque para o Festival de Cinema e Mercado das Indústrias Criativas, sem prejuízo de outras iniciativas que, tenho certeza, deverá propor o novo governo", afirmou.
Além do ministro da Cultura do Brasil, Sérgio Sá Leitão, participaram da reunião seus pares da Rússia, Vladimir Medinsky; da Índia, Mahesh Sharma; da África do Sul, Nkosinathi Mthethwa, e do vice-ministro de cultura e turismo da China, Xiang Zhanglun.

Terminou nesta quarta-feira, em Maropeng (África do Sul), o 3º Encontro de Ministros da Cultura do BRICS, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, país que detém a presidência rotativa do grupo. No encerramento da reunião foi assinada a Declaração de Maropeng, Berço da Humanidade. No documento, os ministros presentes reiteram o papel da cultura como geradora de desenvolvimento econômico e o compromisso com o Plano de Ação para a Implementação do Acordo entre os Governos do BRICS para Cooperação no Campo da Cultura (2017-2021), assinado julho de 2017, em Tianjin na China. 
Durante sua fala, o ministro Sá Leitão destacou que não pode haver projeto nacional de desenvolvimento econômico e social no século 21 que não esteja amparado nos elementos da criatividade e da inovação. De acordo com o ministro, "quando se fala em criatividade e inovação, as atividades culturais se apresentam como uma potência econômica ainda reprimida e carente de melhor estruturação e apoio."
Para acentuar o papel da indústria criativa brasileira, o ministro pontuou que na América Latina o Brasil é, atualmente, o maior mercado para TV paga, vídeo sob demanda, feiras e eventos de negócios, jogos eletrônicos e música. As projeções de crescimento anual desses segmentos no Brasil até 2021 são superiores à da média geral da economia, como é o caso dos jogos eletrônicos, com crescimento projetado de 16,9% ao ano; do vídeo sob demanda, com 8,8%; da música, com 8%; do cinema, com 6,9%; e do entretenimento ao vivo, com 4,9%.
"Esses são números que apenas confirmam o alto impacto da economia criativa para a geração de emprego e renda, além de instrumento para inclusão social, formação profissional e educação e inclusão para nossos jovens", afirmou.
Sobre as perspectivas para o setor cultural no próximo governo, Sérgio Sá garantiu que, sem dúvida, o BRICS continuará ocupando espaço privilegiado na política externa brasileira e no relacionamento externo do Ministério da Cultura. 
"Tenho o compromisso de apresentar à nova gestão uma proposta de planejamento de atividades culturais para o BRICS para 2019, quando o Brasil assumirá a presidência rotativa do bloco, com destaque para o Festival de Cinema e Mercado das Indústrias Criativas, sem prejuízo de outras iniciativas que, tenho certeza, deverá propor o novo governo", afirmou.
Além do ministro da Cultura do Brasil, Sérgio Sá Leitão, participaram da reunião seus pares da Rússia, Vladimir Medinsky; da Índia, Mahesh Sharma; da África do Sul, Nkosinathi Mthethwa, e do vice-ministro de cultura e turismo da China, Xiang Zhanglun.