Usuários preparam protestos contra reajuste de ônibus

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 01/11/2018 às 08:24:00

 

Usuários do transporte público realizado na região metropolitana de Aracaju, rejeitam qualquer perspectiva de reajuste no valor da tarifa a ser aplicada nos próximos meses. A ação popular negativa surge a partir do momento em que a direção executiva do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município de Aracaju (Setransp), que coloca o preço ideal da tarifa em R$ 4,44. Paralelo ao reajuste inflacionário de despesas com manutenção, servidores e inovação dos serviços, o Setransp destaca que o aumento ocorre, também, em virtude da divisão das despesas do sistema de transporte pelo número de passageiros pagantes.
Apesar das alegações teóricas apresentadas pelo sindicato junto a Prefeitura de Aracaju, membros do Movimento Não Pago - grupo opositor ao sistema empresarial -, já solicitaram à Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), a tabela de custos do sistema de transporte coletivo de Aracaju e região, a qual o Setransp utiliza como base para pleitear o acréscimo. Esse reajuste tarifário na prática será de R$ 0,94 caso seja sancionado pelo prefeito Edvaldo Nogueira. 
Conforme dados apresentados por Alberto Almeida, presidente do Setransp, entre os anos de 2014 e 2018, as cidades atendidas por este sistema registraram juntas uma queda de 24% no número de passageiros pagantes. Isso, segundo ele, interferiu diretamente nas despesas do sistema. "Nos chama muito a atenção que ao longo dos últimos quatro anos registramos um acréscimo de 84% no índice de passageiros com direito a gratuidade. Isso onera a manutenção administrativa da empresa e o reajuste da tarifa passa a ser imprescindível para a equiparação financeira de todo o sistema. Evidentemente além disso destacamos a inflação aplicada no combustível, reajuste salarial e da própria manutenção da frota", declarou. O especialista destaca ainda a forma política adotada pela administração municipal de agir em torno desta demanda.
Alberto Almeida lamenta que os reajustes não sejam aplicados como pleiteado e essa medida sufoque as empresas que atuam em parte da Grande Aracaju. (Milton Alves Júnior)

Usuários do transporte público realizado na região metropolitana de Aracaju, rejeitam qualquer perspectiva de reajuste no valor da tarifa a ser aplicada nos próximos meses. A ação popular negativa surge a partir do momento em que a direção executiva do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município de Aracaju (Setransp), que coloca o preço ideal da tarifa em R$ 4,44. Paralelo ao reajuste inflacionário de despesas com manutenção, servidores e inovação dos serviços, o Setransp destaca que o aumento ocorre, também, em virtude da divisão das despesas do sistema de transporte pelo número de passageiros pagantes.
Apesar das alegações teóricas apresentadas pelo sindicato junto a Prefeitura de Aracaju, membros do Movimento Não Pago - grupo opositor ao sistema empresarial -, já solicitaram à Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), a tabela de custos do sistema de transporte coletivo de Aracaju e região, a qual o Setransp utiliza como base para pleitear o acréscimo. Esse reajuste tarifário na prática será de R$ 0,94 caso seja sancionado pelo prefeito Edvaldo Nogueira. 
Conforme dados apresentados por Alberto Almeida, presidente do Setransp, entre os anos de 2014 e 2018, as cidades atendidas por este sistema registraram juntas uma queda de 24% no número de passageiros pagantes. Isso, segundo ele, interferiu diretamente nas despesas do sistema. "Nos chama muito a atenção que ao longo dos últimos quatro anos registramos um acréscimo de 84% no índice de passageiros com direito a gratuidade. Isso onera a manutenção administrativa da empresa e o reajuste da tarifa passa a ser imprescindível para a equiparação financeira de todo o sistema. Evidentemente além disso destacamos a inflação aplicada no combustível, reajuste salarial e da própria manutenção da frota", declarou. O especialista destaca ainda a forma política adotada pela administração municipal de agir em torno desta demanda.
Alberto Almeida lamenta que os reajustes não sejam aplicados como pleiteado e essa medida sufoque as empresas que atuam em parte da Grande Aracaju. (Milton Alves Júnior)