Ana Lúcia espera que Escola Sem Partido não seja aprovada

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Publicada em 02/11/2018 às 11:21:00

 

A deputada Ana Lúcia (PT) falou na sessão desta quinta-feira, 1º de novembro na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), sobre o projeto que tramita no Congresso Nacional criando a Escola Sem Partido.
"A educação é um direito de todos; obrigação do estado e da família e há três anos, a gente vem enfrentando um agrupamento que quer passar um projeto, que ontem a votação foi transferida para a próxima semana: o da Escola Sem Partido", afirma.
De acordo com a parlamentar, a reocupação é justamente porque o projeto visa censurar, controlar e punir os professores. "Trata-se de um projeto inconstitucional e eu espero que a Câmara e o Senado não aprovem. O capítulo III da Educação e Desporto da Constituição Federal fala sobre igualdade fala a igualdade e condições para o acesso e permanência na escola. Mas esse grupo não tem nenhuma preocupação com a política da educação que possibilite o acesso e permanência, principalmente dos filhos dos trabalhadores e desempregados', entende.
Ana Lúcia acrescenta que igualdade de condições deve ser mostrada com escola decente, material pedagógico, oportunidades de os professores estarem se atualizando quanto aos desafios da tecnologia, para possibilitar e potencializar a mensagem para os alunos.
"Nós vimos aqui em Sergipe por exemplo, a escola que o governador Belivaldo Chagas votou em Simão Dias, totalmente danificada; a exemplo do que acontece na maioria das nossas escolas municipais e estaduais", lamenta acrescentando ser consagrada constitucionalmente a liberdade de aprender, de pesquisar e ensinar.

A deputada Ana Lúcia (PT) falou na sessão desta quinta-feira, 1º de novembro na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), sobre o projeto que tramita no Congresso Nacional criando a Escola Sem Partido.
"A educação é um direito de todos; obrigação do estado e da família e há três anos, a gente vem enfrentando um agrupamento que quer passar um projeto, que ontem a votação foi transferida para a próxima semana: o da Escola Sem Partido", afirma.
De acordo com a parlamentar, a reocupação é justamente porque o projeto visa censurar, controlar e punir os professores. "Trata-se de um projeto inconstitucional e eu espero que a Câmara e o Senado não aprovem. O capítulo III da Educação e Desporto da Constituição Federal fala sobre igualdade fala a igualdade e condições para o acesso e permanência na escola. Mas esse grupo não tem nenhuma preocupação com a política da educação que possibilite o acesso e permanência, principalmente dos filhos dos trabalhadores e desempregados', entende.
Ana Lúcia acrescenta que igualdade de condições deve ser mostrada com escola decente, material pedagógico, oportunidades de os professores estarem se atualizando quanto aos desafios da tecnologia, para possibilitar e potencializar a mensagem para os alunos.
"Nós vimos aqui em Sergipe por exemplo, a escola que o governador Belivaldo Chagas votou em Simão Dias, totalmente danificada; a exemplo do que acontece na maioria das nossas escolas municipais e estaduais", lamenta acrescentando ser consagrada constitucionalmente a liberdade de aprender, de pesquisar e ensinar.