"Ninguém está pensando em intervenção militar", diz general Heleno

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O general Augusto Heleno Ribeiro Pereira vai assumir o Ministério da Defesa
O general Augusto Heleno Ribeiro Pereira vai assumir o Ministério da Defesa

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Publicada em 06/11/2018 às 05:35:00

 

Pedro Rafael Vilela 
Agência Brasil  
 
O general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, confirmado como ministro da Defesa do governo eleito de Jair Bolsonaro (PSL), negou ontem (5) que a nomeação de integrantes das Forças Armadas para a equipe de transição indique uma postura autoritária do governo eleito. Segundo ele, são nomeações técnicas e que consideram a elevada formação profissional.
"O país resolveu aproveitar tudo o que investe na formação. É uma questão de coerência de aproveitamento do que foi investido nos militares, que nós possamos participar da vida pública. Não tem nada a ver com governo militar, ninguém tá pensando em intervenção militar, ninguém tá pensando em autoritarismo, é uma aproveitamento de gente que o país não estava acostumado a aproveitar. Pouca gente conhece o Brasil como nós", disse.
O general Augusto Heleno participou ontem (5) da primeira reunião da equipe de transição coordenada pelo ministro extraordinário Onyx Lorenzoni. Após o encontro, o general foi perguntado sobre a participação de militares no próximo governo, que inclui o próprio presidente eleito, capitão reformado do Exército, além do vice-presidente da República, general Mourão.
Indicação de Moro - O general Augusto Heleno classificou a confirmação do juiz federal Sergio Moro para o Ministério da Justiça como "um gol de bicicleta do meio de campo" do presidente eleito Jair Bolsonaro. Ele afirmou que a escolha de todos os prováveis 16 ministros do governo não deve ser urgente e que há muitos nomes qualificados.
"Todos apresentam credenciais muito significativas e naturalmente a escolha é muito difícil. Imaginem a pressão que o presidente sofre nessa altura. Não há essa urgência, não é tão urgente assim", afirmou.

O general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, confirmado como ministro da Defesa do governo eleito de Jair Bolsonaro (PSL), negou ontem (5) que a nomeação de integrantes das Forças Armadas para a equipe de transição indique uma postura autoritária do governo eleito. Segundo ele, são nomeações técnicas e que consideram a elevada formação profissional.
"O país resolveu aproveitar tudo o que investe na formação. É uma questão de coerência de aproveitamento do que foi investido nos militares, que nós possamos participar da vida pública. Não tem nada a ver com governo militar, ninguém tá pensando em intervenção militar, ninguém tá pensando em autoritarismo, é uma aproveitamento de gente que o país não estava acostumado a aproveitar. Pouca gente conhece o Brasil como nós", disse.
O general Augusto Heleno participou ontem (5) da primeira reunião da equipe de transição coordenada pelo ministro extraordinário Onyx Lorenzoni. Após o encontro, o general foi perguntado sobre a participação de militares no próximo governo, que inclui o próprio presidente eleito, capitão reformado do Exército, além do vice-presidente da República, general Mourão.

Indicação de Moro - O general Augusto Heleno classificou a confirmação do juiz federal Sergio Moro para o Ministério da Justiça como "um gol de bicicleta do meio de campo" do presidente eleito Jair Bolsonaro. Ele afirmou que a escolha de todos os prováveis 16 ministros do governo não deve ser urgente e que há muitos nomes qualificados.
"Todos apresentam credenciais muito significativas e naturalmente a escolha é muito difícil. Imaginem a pressão que o presidente sofre nessa altura. Não há essa urgência, não é tão urgente assim", afirmou.