MPF fiscaliza contas do Hospital de Cirurgia

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Publicada em 06/11/2018 às 05:52:00

 

Milton Alves Júnior
Na perspectiva de 
promover uma 
operação 'pente fino' nas financias da Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia, em Aracaju, o Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE), reivindicou oficialmente o repasse de todas as tramitações administrativas e financeiras ao longo dos últimos seis meses. De acordo com o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Ramiro Rockenbach, o desejo em analisar as contas surgiu a partir do momento em que usuários do Sistemas Único de Saúde (SUS), permanecem lamentando uma possível precariedade hospitalar ofertada pela unidade filantrópica.
O procurador diz compreender que, diante do alto investimento aplicado pelo Governo do Estado de Sergipe, os pacientes devem receber atendimento de qualidade e que prezem pela versatilidade desde o procedimento de agendamento até a conclusão do serviço pleiteado. Apesar de não apresentar detalhes sobre a apuração dos dados, Rockenbach garantiu que não descarta a possibilidade de solicitar uma intervenção federal caso algum procedimento ilícito, ou que contribua diretamente para a baixa qualidade do sistema seja identificado. O MPF não informou quando deve apresentar um balanço das investigações.
"Trabalharemos com cautela e precisão em todos os passos a serem dados nessas análises. Compreendemos que uma unidade da importância histórica que envolve o Hospital de Cirurgia permaneça oferecendo aos pacientes cadastrador junto ao SUS um serviço no nosso prévio analisar, mais ou menos. O serviço financiado pelo povo através dos impostos e não podemos permitir que os problemas em torno do Cirurgia permaneçam interferindo no tratamento das pessoas. Se analisarmos a necessidade de solicitar uma intervenção federal não tenham dúvidas que faremos isso o mais breve possível", declarou.
Contraponto - Por meio de nota a direção do Hospital de Cirurgia informou que nos últimos dois meses o Hospital vem prestando serviço aos pacientes sem interrupções, pois, desde o final de agosto, o Governo de Sergipe/SES indicou um técnico para ação de cogestão com a finalidade de melhorar a gestão da unidade. Desde então, houve a reativação e consolidação dos serviços que estavam suspensos, garantindo assim, o atendimento à população sem paralisações de cirurgias, por exemplo.
Dentre os serviços restabelecidos estão as cirurgias cardíacas regularizadas e já alcançando os pacientes eletivos, fila de implantação de marca passo unicameral zerada, fila de CDI (dispositivo capaz de corrigir a maioria das arritmias cardíacas com risco de vida) zerada, mutirões de cateterismo, fila de cirurgias de coluna de urgência zerada, retorno dos procedimentos operatórios de Urologia, Neurocirurgia e Vascular, reativação do tratamento de quimioterapia e de cirurgias oncológicas, entre outros serviços. Para tanto foram iniciadas ações de pagamento de salários médicos que estavam atrasados há vários meses, aquisições de insumos, conserto de equipamentos e reativação de áreas de atendimento.
O Hospital garantiu ainda que está de portas abertas para a justiça realizar auditorias ou disponibilizar todas as informações que forem solicitadas. Reempenhamos compromisso com a assistência dos pacientes e de seguir para uma transparência administrativa.

Na perspectiva de  promover uma  operação 'pente fino' nas financias da Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia, em Aracaju, o Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE), reivindicou oficialmente o repasse de todas as tramitações administrativas e financeiras ao longo dos últimos seis meses. De acordo com o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Ramiro Rockenbach, o desejo em analisar as contas surgiu a partir do momento em que usuários do Sistemas Único de Saúde (SUS), permanecem lamentando uma possível precariedade hospitalar ofertada pela unidade filantrópica.
O procurador diz compreender que, diante do alto investimento aplicado pelo Governo do Estado de Sergipe, os pacientes devem receber atendimento de qualidade e que prezem pela versatilidade desde o procedimento de agendamento até a conclusão do serviço pleiteado. Apesar de não apresentar detalhes sobre a apuração dos dados, Rockenbach garantiu que não descarta a possibilidade de solicitar uma intervenção federal caso algum procedimento ilícito, ou que contribua diretamente para a baixa qualidade do sistema seja identificado. O MPF não informou quando deve apresentar um balanço das investigações.
"Trabalharemos com cautela e precisão em todos os passos a serem dados nessas análises. Compreendemos que uma unidade da importância histórica que envolve o Hospital de Cirurgia permaneça oferecendo aos pacientes cadastrador junto ao SUS um serviço no nosso prévio analisar, mais ou menos. O serviço financiado pelo povo através dos impostos e não podemos permitir que os problemas em torno do Cirurgia permaneçam interferindo no tratamento das pessoas. Se analisarmos a necessidade de solicitar uma intervenção federal não tenham dúvidas que faremos isso o mais breve possível", declarou.

Contraponto -
Por meio de nota a direção do Hospital de Cirurgia informou que nos últimos dois meses o Hospital vem prestando serviço aos pacientes sem interrupções, pois, desde o final de agosto, o Governo de Sergipe/SES indicou um técnico para ação de cogestão com a finalidade de melhorar a gestão da unidade. Desde então, houve a reativação e consolidação dos serviços que estavam suspensos, garantindo assim, o atendimento à população sem paralisações de cirurgias, por exemplo.
Dentre os serviços restabelecidos estão as cirurgias cardíacas regularizadas e já alcançando os pacientes eletivos, fila de implantação de marca passo unicameral zerada, fila de CDI (dispositivo capaz de corrigir a maioria das arritmias cardíacas com risco de vida) zerada, mutirões de cateterismo, fila de cirurgias de coluna de urgência zerada, retorno dos procedimentos operatórios de Urologia, Neurocirurgia e Vascular, reativação do tratamento de quimioterapia e de cirurgias oncológicas, entre outros serviços. Para tanto foram iniciadas ações de pagamento de salários médicos que estavam atrasados há vários meses, aquisições de insumos, conserto de equipamentos e reativação de áreas de atendimento.
O Hospital garantiu ainda que está de portas abertas para a justiça realizar auditorias ou disponibilizar todas as informações que forem solicitadas. Reempenhamos compromisso com a assistência dos pacientes e de seguir para uma transparência administrativa.