Aracaju registra inflação de 0,52 % em outubro

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Publicada em 08/11/2018 às 05:29:00

 

No mês de outubro o 
Índice Nacional de 
Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de Aracaju foi de 0,52%. Em comparação ao mês anterior, quando o índice para a capital sergipana foi de 0,08%, houve acréscimo de 0,44 ponto percentual (p.p.). No Brasil, o índice ficou em 0,45% frente ao 0,48% registrado em setembro. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que desde o mês de maio passou a incluir Aracaju na sua pesquisa sobre índices de inflação: IPCA e INPC.
De acordo com o superintendente do Observatório de Sergipe, vinculado a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), Ciro Brasil, no tocante às capitais brasileiras os maiores índice foram observados em Porto Alegre (0,72%), Campo Grande (0,71%), Vitória (0,70%) e Fortaleza (0,63%). "Aracaju ficou na oitava posição. Já os menores foram registrados em Belo Horizonte (0,41%), Brasília (0,41%), São Luís (0,37%), Recife (0,21%) e Rio de Janeiro (0,21%)", frisou.
Ciro ressalta que em Aracaju, entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, apenas 'educação' (-0,05%) apresentou deflação no mês de outubro. "Nos grupos com maiores taxas inflacionárias estão 'vestuário' (1,01%), 'despesas pessoais' (0,73%), 'alimentação e bebidas' (0,71%), 'transportes' (0,68%) e 'artigos de residência' (0,62%)", explicou.
Ainda de acordo com o superintendente, no segmento 'vestuário', 'roupa masculina' e 'roupa feminina' encareceram, 1,66% e 1,60%, respectivamente. No segmento 'despesas pessoais', 'serviços pessoais' apresentou aumento de 0,93%. Já no grupo 'alimentos e bebidas', que possui maior peso nas despesas da família, o item 'tubérculos, raízes e legumes' registrou maior alta (5,83%). Nos segmentos 'transportes' e 'artigos de residência', os destaques foram 'combustíveis (veículos)', (2,40%) e 'TV, som e informática' (1,68%).  "Quanto à deflação no grupo 'educação';, foi provocada pelo item 'papelaria' (-1,48%)", revelou.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que tem por objetivo a correção de compra dos salários, registrou resultado positivo no mês de outubro (0,6%). "Em setembro, o mesmo índice foi de -0,17%. No país, o índice ficou em 0,4% frente a 0,3% do mês anterior", finaliza Ciro.

No mês de outubro o  Índice Nacional de  Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de Aracaju foi de 0,52%. Em comparação ao mês anterior, quando o índice para a capital sergipana foi de 0,08%, houve acréscimo de 0,44 ponto percentual (p.p.). No Brasil, o índice ficou em 0,45% frente ao 0,48% registrado em setembro. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que desde o mês de maio passou a incluir Aracaju na sua pesquisa sobre índices de inflação: IPCA e INPC.
De acordo com o superintendente do Observatório de Sergipe, vinculado a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), Ciro Brasil, no tocante às capitais brasileiras os maiores índice foram observados em Porto Alegre (0,72%), Campo Grande (0,71%), Vitória (0,70%) e Fortaleza (0,63%). "Aracaju ficou na oitava posição. Já os menores foram registrados em Belo Horizonte (0,41%), Brasília (0,41%), São Luís (0,37%), Recife (0,21%) e Rio de Janeiro (0,21%)", frisou.
Ciro ressalta que em Aracaju, entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, apenas 'educação' (-0,05%) apresentou deflação no mês de outubro. "Nos grupos com maiores taxas inflacionárias estão 'vestuário' (1,01%), 'despesas pessoais' (0,73%), 'alimentação e bebidas' (0,71%), 'transportes' (0,68%) e 'artigos de residência' (0,62%)", explicou.
Ainda de acordo com o superintendente, no segmento 'vestuário', 'roupa masculina' e 'roupa feminina' encareceram, 1,66% e 1,60%, respectivamente. No segmento 'despesas pessoais', 'serviços pessoais' apresentou aumento de 0,93%. Já no grupo 'alimentos e bebidas', que possui maior peso nas despesas da família, o item 'tubérculos, raízes e legumes' registrou maior alta (5,83%). Nos segmentos 'transportes' e 'artigos de residência', os destaques foram 'combustíveis (veículos)', (2,40%) e 'TV, som e informática' (1,68%).  "Quanto à deflação no grupo 'educação';, foi provocada pelo item 'papelaria' (-1,48%)", revelou.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que tem por objetivo a correção de compra dos salários, registrou resultado positivo no mês de outubro (0,6%). "Em setembro, o mesmo índice foi de -0,17%. No país, o índice ficou em 0,4% frente a 0,3% do mês anterior", finaliza Ciro.