Corpo do presidente do Sindpen é encontrado; polícia suspeita de suicídio

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Publicada em 08/11/2018 às 05:38:00

 

Milton Alves Júnior
A Secretaria de Estado da Segurança Pública, através da Polícia Civil do Estado de Sergipe, realizará as investigações em torno da morte envolvendo Luciano Silva Nery, diretor-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários e Servidores (Sindpen). Na tarde da última terça-feira, 06, o corpo foi encontrado dentro da respectiva residência com marcas de violência provocada por arma de fogo. A princípio a causa da morte teria sido suicídio. O setor de inteligência da Polícia Civil informou que peritos irão estudar o caso a fim de confirmar se de fato o óbito foi provocado pelo próprio Nery.
O delegado Kássio Viana será o responsável por conduzir as investigações. Luciano Nery ocupava o cargo de diretor-presidente do Sindpen e disputaria a reeleição com a chapada "Persistir para Conquistar". Ele também já foi diretor financeiro do Sindpen e ingressou no sistema prisional em 2002, por meio de concurso público. Luciano Nery tinha 37 anos e deixou três filhos. Durante o sepultamento realizado na tarde de ontem no cemitério Colina da Saudade, em Aracaju, amigos e familiares lamentaram o ocorrido e reforçaram o pedido de intensificação das análises periciais. O amigo Carlos Santos não descarta a possibilidade de manipulação da cena do crime.
"Por sempre ter sido uma pessoa de coração grandioso, capaz de possuir uma ótima relação com a maioria e, ao menos até onde eu saiba, sem nenhum conflito intenso com detentos, realmente essa morte nos deixa intrigado. Conversei com ele na semana passada e ele se apresentava bem, sem nenhum indício de distúrbio mental ou qualquer outra angústia que pudesse provocar o desejo de suicídio. Na dúvida, é bom que a polícia realmente investigue passo a passo do que tenha ocorrido minutos antes da morte", declarou.
A perspectiva por parte da Secretaria da Segurança Pública é que um balanço parcial ou integral envolvendo essas análises sejam apresentados logo após a constatação dos fatos. Reforçado a tese apresentada por Carlos Santos, a também amiga e companheira de profissão Marta Teles declarou: "gente não consegue entender o que teria motivado. Ele sempre mostrou profissionalismo, não aparentava raiva, foi repentino, para a gente foi uma grande surpresa negativa. Em estado de choque, apesar de saber que nada trará a vida do colega Luciano de volta, também fico aguardando o resultado dessa análise". A SSP não apresentou prazo para a conclusão do inquérito.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública, através da Polícia Civil do Estado de Sergipe, realizará as investigações em torno da morte envolvendo Luciano Silva Nery, diretor-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários e Servidores (Sindpen). Na tarde da última terça-feira, 06, o corpo foi encontrado dentro da respectiva residência com marcas de violência provocada por arma de fogo. A princípio a causa da morte teria sido suicídio. O setor de inteligência da Polícia Civil informou que peritos irão estudar o caso a fim de confirmar se de fato o óbito foi provocado pelo próprio Nery.
O delegado Kássio Viana será o responsável por conduzir as investigações. Luciano Nery ocupava o cargo de diretor-presidente do Sindpen e disputaria a reeleição com a chapada "Persistir para Conquistar". Ele também já foi diretor financeiro do Sindpen e ingressou no sistema prisional em 2002, por meio de concurso público. Luciano Nery tinha 37 anos e deixou três filhos. Durante o sepultamento realizado na tarde de ontem no cemitério Colina da Saudade, em Aracaju, amigos e familiares lamentaram o ocorrido e reforçaram o pedido de intensificação das análises periciais. O amigo Carlos Santos não descarta a possibilidade de manipulação da cena do crime.
"Por sempre ter sido uma pessoa de coração grandioso, capaz de possuir uma ótima relação com a maioria e, ao menos até onde eu saiba, sem nenhum conflito intenso com detentos, realmente essa morte nos deixa intrigado. Conversei com ele na semana passada e ele se apresentava bem, sem nenhum indício de distúrbio mental ou qualquer outra angústia que pudesse provocar o desejo de suicídio. Na dúvida, é bom que a polícia realmente investigue passo a passo do que tenha ocorrido minutos antes da morte", declarou.
A perspectiva por parte da Secretaria da Segurança Pública é que um balanço parcial ou integral envolvendo essas análises sejam apresentados logo após a constatação dos fatos. Reforçado a tese apresentada por Carlos Santos, a também amiga e companheira de profissão Marta Teles declarou: "gente não consegue entender o que teria motivado. Ele sempre mostrou profissionalismo, não aparentava raiva, foi repentino, para a gente foi uma grande surpresa negativa. Em estado de choque, apesar de saber que nada trará a vida do colega Luciano de volta, também fico aguardando o resultado dessa análise". A SSP não apresentou prazo para a conclusão do inquérito.