Ato Público reúne população em defesa da aposentadoria, dos direitos sociais e da democracia

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Publicada em 08/11/2018 às 05:42:00

 

Numa atividade cultural, com esquete teatral e batucada, trabalhadores e estudantes se reúnem em Aracaju, na Praça General Valadão, a partir das 15h desta quinta-feira (8), para a construção de um Ato Público em defesa da aposentadoria, da liberdade de expressão, da democracia, contra a repressão e contra cortes das políticas públicas de saúde e educação. 
A Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE) convida trabalhadoras, trabalhadores e sindicatos filiados a participarem deste ato público que reafirma a necessidade de defendermos as instituições democráticas e os direitos dos brasileiros.
Diretor de Formação da CUT/SE e vice-presidente do SINTESE, Roberto Silva destacou que o Governo de Bolsonaro sinaliza para a continuidade do Governo Temer no que se refere a corte de direitos e entrega do patrimônio nacional, a exemplo do pré-sal, para a exploração de empresas estrangeiras.
O professor Roberto Silva relembra alguns dos prejuízos impostos pela Reforma da Previdência que Temer não conseguiu aprovar antes das eleições e que volta a ser discutida com o governo de transição de Bolsonaro: 40 anos no mínimo para se aposentar, mais dificuldade para aposentadorias rurais, aumento na idade mínima da mulher, entre outros. 

Numa atividade cultural, com esquete teatral e batucada, trabalhadores e estudantes se reúnem em Aracaju, na Praça General Valadão, a partir das 15h desta quinta-feira (8), para a construção de um Ato Público em defesa da aposentadoria, da liberdade de expressão, da democracia, contra a repressão e contra cortes das políticas públicas de saúde e educação. 
A Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE) convida trabalhadoras, trabalhadores e sindicatos filiados a participarem deste ato público que reafirma a necessidade de defendermos as instituições democráticas e os direitos dos brasileiros.
Diretor de Formação da CUT/SE e vice-presidente do SINTESE, Roberto Silva destacou que o Governo de Bolsonaro sinaliza para a continuidade do Governo Temer no que se refere a corte de direitos e entrega do patrimônio nacional, a exemplo do pré-sal, para a exploração de empresas estrangeiras.
O professor Roberto Silva relembra alguns dos prejuízos impostos pela Reforma da Previdência que Temer não conseguiu aprovar antes das eleições e que volta a ser discutida com o governo de transição de Bolsonaro: 40 anos no mínimo para se aposentar, mais dificuldade para aposentadorias rurais, aumento na idade mínima da mulher, entre outros.