Quem será o líder maior?

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O deputado federal André Moura (PSC) continua trabalhando, como líder do governo Temer no Congresso Nacional, para liberação de recursos para Sergipe. Ontem recebeu em seu gabinete o presidente da Federação Sergipana de Futebol, Milton Dantas, e o ex-cons
O deputado federal André Moura (PSC) continua trabalhando, como líder do governo Temer no Congresso Nacional, para liberação de recursos para Sergipe. Ontem recebeu em seu gabinete o presidente da Federação Sergipana de Futebol, Milton Dantas, e o ex-cons

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Publicada em 13/11/2018 às 05:56:00

 

A oposição saiu esfacelada das eleições 
deste ano em Sergipe com a derrota nas 
urnas das suas lideranças políticas.  Ficarão sem mandato a partir de 2019 os senadores Antônio Carlos Valadares (PSB) e Eduardo Amorim (PSDB), e os deputados federais Valadares Filho (PSB), André Moura (PSC) e Jony Marcos (PRB).
Como é do conhecimento de todos, Eduardo, presidente estadual do (PSDB), disputou o governo e acabou em terceiro lugar com 202.349 votos. Valadares, presidente de honra do PSB, não foi reeleito senador, ficando na quinta posição com 175.155 votos.
Valadares Filho, que é presidente estadual do PSB, chegou em segundo lugar na disputa para o governo, mas perdeu de goleada para Belivaldo Chagas (PSD) com uma diferença de cerca de 200 mil votos. BC ganhou com 403.252 votos enquanto VF conseguiu 212.169 votos.
André Moura, que é presidente estadual do PSC e muitos já o consideravam eleito senador, chegou em terceiro lugar com 251.213 votos. Os vencedores para o Senado, que ninguém esperava, foram o delegado Alessandro Vieira (Rede), com uma votação estrondosa de 474.449 votos, e Rogério Carvalho (PT), com 300.247 votos.
Jony Marcos, que é presidente estadual do PRB, não foi reeleito deputado federal ao ter conseguido 39.380 votos. O ex-deputado federal Heleno Silva, presidente de honra do PRB, também não foi bem sucedido nas eleições 2018 onde acabou em sexto lugar na disputa para o Senado, com apenas 165.039 votos.
Com todas as maiores lideranças da oposição em Sergipe tendo sido derrotada nas urnas a indagação agora é quem será o grande líder da oposição?
Ontem, na Fan FM, André Moura chegou a declarar que teve bem mais votos que o senador Valadares e Valadares Filho e que eles não serão líderes da oposição. Ressaltou que teve quase 80 mil votos a mais que Valadares pai e Valadares Filho não "lidera nada".  
"Valadares Filho não manda em nada. É pau mandado do pai. Ele não decide nada, é um joguete nas mãos do pai", afirmou André, alfinetando, mais uma vez Valadares Filho e o seu pai.
André afirmou que continuará a aliança com o senador Eduardo Amorim e entende que farão oposição ao governo do estado, mas que não irão impor radicalismo. Ressaltou que vários parlamentares da oposição já declararam apoio a Belivaldo.
Da oposição, os maiores derrotados foram os Valadares, que ficarão sem mandato e só conseguiram eleger um deputado estadual: Luciano Pimentel (PSB), mantendo, assim, uma única cadeira na Assembleia Legislativa, já que perderam as que tinham na Câmara dos Deputados e do Senado a partir de 2019. Assim como o PRB, que além de não ter conseguido eleger Heleno senador, perdeu a representação que tinha na Assembleia Legislativa, com a não reeleição de Jairo de Glória, e na Câmara dos Deputados, com a não reeleição de Jony Marcos.
Trocando em miúdos, André Moura caminha para ser o líder maior da oposição em Sergipe por está agindo de forma republicana após a derrota nas eleições e ter sido o parlamentar quem mais trouxe recursos para Sergipe.  Mas não será o líder de toda a oposição, que deve permanecer esfacelada...

A oposição saiu esfacelada das eleições  deste ano em Sergipe com a derrota nas  urnas das suas lideranças políticas.  Ficarão sem mandato a partir de 2019 os senadores Antônio Carlos Valadares (PSB) e Eduardo Amorim (PSDB), e os deputados federais Valadares Filho (PSB), André Moura (PSC) e Jony Marcos (PRB).
Como é do conhecimento de todos, Eduardo, presidente estadual do (PSDB), disputou o governo e acabou em terceiro lugar com 202.349 votos. Valadares, presidente de honra do PSB, não foi reeleito senador, ficando na quinta posição com 175.155 votos.
Valadares Filho, que é presidente estadual do PSB, chegou em segundo lugar na disputa para o governo, mas perdeu de goleada para Belivaldo Chagas (PSD) com uma diferença de cerca de 200 mil votos. BC ganhou com 403.252 votos enquanto VF conseguiu 212.169 votos.
André Moura, que é presidente estadual do PSC e muitos já o consideravam eleito senador, chegou em terceiro lugar com 251.213 votos. Os vencedores para o Senado, que ninguém esperava, foram o delegado Alessandro Vieira (Rede), com uma votação estrondosa de 474.449 votos, e Rogério Carvalho (PT), com 300.247 votos.
Jony Marcos, que é presidente estadual do PRB, não foi reeleito deputado federal ao ter conseguido 39.380 votos. O ex-deputado federal Heleno Silva, presidente de honra do PRB, também não foi bem sucedido nas eleições 2018 onde acabou em sexto lugar na disputa para o Senado, com apenas 165.039 votos.
Com todas as maiores lideranças da oposição em Sergipe tendo sido derrotada nas urnas a indagação agora é quem será o grande líder da oposição?
Ontem, na Fan FM, André Moura chegou a declarar que teve bem mais votos que o senador Valadares e Valadares Filho e que eles não serão líderes da oposição. Ressaltou que teve quase 80 mil votos a mais que Valadares pai e Valadares Filho não "lidera nada".  
"Valadares Filho não manda em nada. É pau mandado do pai. Ele não decide nada, é um joguete nas mãos do pai", afirmou André, alfinetando, mais uma vez Valadares Filho e o seu pai.
André afirmou que continuará a aliança com o senador Eduardo Amorim e entende que farão oposição ao governo do estado, mas que não irão impor radicalismo. Ressaltou que vários parlamentares da oposição já declararam apoio a Belivaldo.
Da oposição, os maiores derrotados foram os Valadares, que ficarão sem mandato e só conseguiram eleger um deputado estadual: Luciano Pimentel (PSB), mantendo, assim, uma única cadeira na Assembleia Legislativa, já que perderam as que tinham na Câmara dos Deputados e do Senado a partir de 2019. Assim como o PRB, que além de não ter conseguido eleger Heleno senador, perdeu a representação que tinha na Assembleia Legislativa, com a não reeleição de Jairo de Glória, e na Câmara dos Deputados, com a não reeleição de Jony Marcos.
Trocando em miúdos, André Moura caminha para ser o líder maior da oposição em Sergipe por está agindo de forma republicana após a derrota nas eleições e ter sido o parlamentar quem mais trouxe recursos para Sergipe.  Mas não será o líder de toda a oposição, que deve permanecer esfacelada...

Na Câmara

Na Câmara dos Deputados a oposição é minoria. Terá apenas três dos oito deputados eleitos em 2018: Bosco Costa (PR), Fabio Henrique (PDT) e Valdevan Noventa (PSC). No Senado, dos três senadores, apenas o delegado Alessandro Vieira (Rede) será oposição ao governador reeleito Belivaldo Chagas (PSD).

Na Assembleia 1

Na Assembleia Legislativa, Belivaldo já tem ampla maioria. A sua coligação conseguiu eleger nove deputados: Maisa Reis (PSD), Jeferson Andrade (PSD), Luciano Bispo (MDB), Zezinho Guimarães (MDB), Francisco Gualberto (MDB), Garibalde Mendonça (MDB), Goretti Reis (PSD), Adailton Martins (PSD) e Iran Barbosa (PT). Zezinho Sobral (Podemos) e Diná Almeida (Podemos) foram eleitos por uma coligação proporcional, mas são aliados do governo. Com isso, Belivaldo foi reeleito já contando com 10 deputados na Assembleia, já que o petista Iran Barbosa deve compor a bancada independente.

Na Assembleia 2

Pela oposição como um todo foram eleitos 13 deputados: Talysson Costa (PR), Gilmar Carvalho (PSC), Ibrain Monteiro (PSC), Dr. Vanderbal (PSC), Janier Mota (PR), Georgeo Passos (Rede), Maria Mendonça (PSDB), Dilson de Agripino (PPS), Kitty Lima (Rede), Luciano Pimentel (PSB), Capitão Samuel (PSC), Rodrigo Valadares (PTB) e Dr. Samuel (PPS).

Na Assembleia 3

Só que ficarão mesmo como oposição ao governo Belivaldo Chagas na Assembleia Legislativa apenas seis deputados eleitos: Georgeo Passos (Rede), Luciano Pimentel (PRB), Maria Mendonça (PSDB), Rodrigo Valadares (PTB), Kitty Lima (Rede) e Talysson Costa (PR).

Na Assembleia 4

Serão independentes, ou seja, votando contra ou a favor, quatro deputados: Gilmar Carvalho (PSC), Dr. Samuel (PPS), Dilson de Agripino (PPS) e o Professor Iran Barbosa (PT).

Na Assembleia 5

Foram eleitos na oposição, mas serão governistas: Capitão Samuel (PSC), Dr. Vanderbal (PSC), Janier Mota (PR) e Ibrain Monteiro (PSC). Com isso, Belivaldo Chagas terá maioria na Assembleia em 2019, com uma bancada de 14 deputados.

Na Justiça

O promotor de Justiça da Comarca de Itabaiana, Amilton Neves Brito Filho, entrou ontem com pedido de afastamento do prefeito Valmir de Francisquinho (PR-Itabaiana) por improbidade administrativa. Ele está preso no Presídio Militar desde a terça-feira da semana passada, acusado pelos crimes de cobrança indevida de tributos, lavagem de dinheiro, associação criminosa e de licitação entre os anos de 2015 e 2017 relacionados ao matadouro da cidade.

Movimento pra vice assumir

Na sexta passada, vereadores da oposição protocolaram documento na Câmara Municipal de Itabaiana pedindo que a vice-prefeita Carminha Mendonça (PSC) assuma a prefeitura enquanto o prefeito Valmir estiver preso. Ele foi preso junto com mais quatro pessoas na Operação Abate Final, desenvolvida pelo Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administração Pública da Polícia Civil (Deotap). A sua assessoria jurídica já requereu habeas corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Será?

A coluna recebeu informações que nos próximos dias um empresário com grande influência na política de Sergipe pode ser preso na Operação Abate Final, mediante suspeita de envolvimento em um esquema de desvio de recursos públicos com o prefeito Valmir de Francisquinho. Eles seriam "parceiros" no esquema que teria desviado alguns milhões dos cofres públicos do município. Agora é só aguardar...

Com o PT

Nos bastidores se especula que o governador Belivaldo Chagas pode recuar da fusão das Secretarias da Agricultura com Meio Ambiente, permanecendo as duas com o PT.  Na Agricultura iria alguém indicado pelo deputado federal reeleito João Daniel e na Semarh voltaria o vice-presidente nacional do PT, Márcio Macedo, que já foi secretário da pasta no governo Marcelo Déda. Márcio, que é biólogo, também ficaria com a Adema.

Na pauta

Está na pauta do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) desta semana o julgamento de embargos de declaração apresentados pela defesa do prefeito Valmir Monteiro e do seu filho Talysson Costa (PR), campeão de votos para a Assembleia Legislativa, pela decisão de cassação do diploma de deputado por conduta vedada a agente público e abuso de poder econômico. Foi a deputada estadual reeleita Maria Mendonça (PSDB), hoje adversária política, quem fez a denúncia. O relator é o desembargador Ricardo Múcio.

Fim do prazo

Os candidatos e partidos que disputaram o segundo turno das Eleições 2018, realizado em 28 de outubro, têm até o próximo sábado, 17, às 19h, para apresentar a prestação de contas final. Nessa fase, devem ser discriminados todos os recursos arrecadados e despesas de campanha referentes aos dois turnos, incluindo todos os órgãos partidários que efetuaram doações ou tiveram gastos com as candidaturas.

Veja essa ...

Do senador eleito pelo PDT do Ceará, o ex-governador Cid Gomes, sobre o "estilo truculento" do futuro superministro da Economia, Paulo Guedes: "Eu, sinceramente, não arrisco um prognóstico em relação ao governo Bolsonaro. Arrisquei, aqui, alguns palpites. Acho que a equipe econômica e o Bolsonaro não conseguirão se relacionar num período superior a seis meses".

Curtas

O prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) visitou, ontem, em seu primeiro dia em Barcelona, na Espanha, o sistema de transporte metropolitano e o programa de resíduos sólidos da cidade.

As visitas fazem parte da programação elaborada pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para a delegação brasileira que, ao longo desta semana, participará do 8º Congresso Mundial sobre Cidades Inteligentes.

Ao ser reeleito para o cargo de governador, Belivaldo Chagas definiu a pasta da Educação como prioridade e já começa a trabalhar na área. Hoje, dia 13, ele entrega a reforma do Colégio Estadual Manuel Bomfim, em Arauá.

Foram investidos quase R$ 2 milhões na execução do projeto de reforma geral e ampliação do prédio escolar. Serão beneficiados os 667, além de professores e servidores, que contarão com instalações mais confortáveis e adequadas ao estímulo da aprendizagem.