'Abate Final': MP pede afastamento do prefeito de Itabaiana

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Publicada em 13/11/2018 às 06:30:00

 

O promotor da Comarca de Itabaiana, Amilton Neves Brito, ingressou ontem na Justiça com ações civis públicas de improbidade administrativa que pedem o afastamento do prefeito Valmir Santos Costa, o 'Valmir de Francisquinho' (PR). O gestor está preso deste a semana passada no Presidio Militar (Presmil), em Aracaju, acusado de envolvimento com o suposto esquema de desvio de recursos das taxas cobradas no Matadouro Público Municipal. Valmir, que aguarda o julgamento de um habeas-corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ), teve a prisão preventiva decretada por conta de desdobramentos das investigações da 'Operação Abate Final', realizada pelo Ministério Público Estadual e pela Polícia Civil. 
Ao todo, foram três ações de improbidade, que tramitam na 2ª Vara Cível de Itabaiana e ainda serão formalmente notificadas à defesa de Valmir. Elas se baseiam na investigação que deu origem à operação, que apontou uma possível participação do prefeito e de outros quatro servidores ligados à administração do matadouro no desvio de parte do dinheiro cobrado dos marchantes que abatiam os animais no local. Segundo a denúncia, cada boiadeiro pagava R$ 50 por animal abatido, mas apenas R$ 17 ou R$ 10 eram repassados aos cofres municipais, resultando em um desvio acumulado de R$ 6 milhões. A suspeita é de que o dinheiro tenha sido utilizado para outros fins, como a compra de bens em nome de laranjas. 
O promotor confirmou que pediu a prisão preventiva do prefeito Valmir e dos outros servidores, incluindo o secretário municipal de Agricultura, Erotildes de Jesus. E que, nestas ações de improbidade, o pedido é para que todos sejam afastados preventivamente de seus cargos, a fim de evitar mais prejuízos aos cofres públicos e à ordem jurídica. Caso o pedido seja aceito, e dentro do que determina a Lei Orgânica do Município, a vice-prefeita Carminha Mendonça assume a Prefeitura da cidade serrana, o que não aconteceu até o momento devido à forte divergência entre as bancadas de situação e oposição na Câmara Municipal. 

O promotor da Comarca de Itabaiana, Amilton Neves Brito, ingressou ontem na Justiça com ações civis públicas de improbidade administrativa que pedem o afastamento do prefeito Valmir Santos Costa, o 'Valmir de Francisquinho' (PR). O gestor está preso deste a semana passada no Presidio Militar (Presmil), em Aracaju, acusado de envolvimento com o suposto esquema de desvio de recursos das taxas cobradas no Matadouro Público Municipal. Valmir, que aguarda o julgamento de um habeas-corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ), teve a prisão preventiva decretada por conta de desdobramentos das investigações da 'Operação Abate Final', realizada pelo Ministério Público Estadual e pela Polícia Civil. 
Ao todo, foram três ações de improbidade, que tramitam na 2ª Vara Cível de Itabaiana e ainda serão formalmente notificadas à defesa de Valmir. Elas se baseiam na investigação que deu origem à operação, que apontou uma possível participação do prefeito e de outros quatro servidores ligados à administração do matadouro no desvio de parte do dinheiro cobrado dos marchantes que abatiam os animais no local. Segundo a denúncia, cada boiadeiro pagava R$ 50 por animal abatido, mas apenas R$ 17 ou R$ 10 eram repassados aos cofres municipais, resultando em um desvio acumulado de R$ 6 milhões. A suspeita é de que o dinheiro tenha sido utilizado para outros fins, como a compra de bens em nome de laranjas. 
O promotor confirmou que pediu a prisão preventiva do prefeito Valmir e dos outros servidores, incluindo o secretário municipal de Agricultura, Erotildes de Jesus. E que, nestas ações de improbidade, o pedido é para que todos sejam afastados preventivamente de seus cargos, a fim de evitar mais prejuízos aos cofres públicos e à ordem jurídica. Caso o pedido seja aceito, e dentro do que determina a Lei Orgânica do Município, a vice-prefeita Carminha Mendonça assume a Prefeitura da cidade serrana, o que não aconteceu até o momento devido à forte divergência entre as bancadas de situação e oposição na Câmara Municipal.