Balança comercial sergipana registrou déficit de US$ 5,5 milhões

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Publicada em 14/11/2018 às 09:46:00

 

Análise realizada pelo 
Núcleo de Informa
ções Econômicas (NIE), com o apoio do Centro Internacional de Negócios - CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), apontou que as exportações, em outubro de 2018, somaram US$ 3,9 milhões, retraindo 31,4%, quando comparado com o mês de outubro do ano passado e diminuindo 33,5% em relação ao mês imediatamente anterior (setembro/2018). Enquanto isso, as importações ficaram em US$ 9,4 milhões, com retração de 7,9%, no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. Já em relação às importações do mês de setembro de 2018, a contração foi 58,4%. Por fim, o saldo da balança comercial, no décimo mês do ano, ficou deficitária, fechando o mês com saldo negativo de aproximadamente US$ 5,5 milhões.
No mês em análise, as vendas de Sucos de laranja, congelado, não fermentados fecharam em US$ 1,9 milhão, respondendo por 50% das exportações sergipanas. Já as vendas de Outros calçados cobrindo o tornozelo, parte superior de borracha, plástico somaram US$ 740 mil, representando 19,1% das exportações. Dessa forma, aproximadamente 70% das exportações do estado foram representadas por esses dois produtos. O principal destino dos itens produzidos em Sergipe, no mês analisado, foi a Bélgica, que demandou quase 32% das vendas do estado. Em termos nominais, as vendas para os belgas somaram US$ 1,2 milhão. O segundo principal destino das exportações sergipanas foram os Países Baixos, que adquiriram US$ 687 mil ou, em termos percentuais, 17,7%.
Já as importações, do mês em análise, concentraram-se nas aquisições de Superfosfatos, que contenham, em peso, 35 % ou mais de pentóxido de difósforo (P2O5), que somaram US$ 1,3 milhão, ou 14,4% das compras sergipanas, e do Diidrogeno-ortofosfato de amônio (fosfato monoamônico ou monoamoniacal), mesmo misturado com hidrogeno-ortofosfato de diamônio (fosfato diamônico ou diamoniacal), que totalizou pouco mais de US$ 1 milhão ou 11,3% das compras do mês. Quanto à origem dos produtos adquiridos por Sergipe, Marrocos e China se destacaram por fornecerem US$ 2,3 milhões e US$ 1,2 milhão em produtos, nesta ordem.

Análise realizada pelo  Núcleo de Informa ções Econômicas (NIE), com o apoio do Centro Internacional de Negócios - CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), apontou que as exportações, em outubro de 2018, somaram US$ 3,9 milhões, retraindo 31,4%, quando comparado com o mês de outubro do ano passado e diminuindo 33,5% em relação ao mês imediatamente anterior (setembro/2018). Enquanto isso, as importações ficaram em US$ 9,4 milhões, com retração de 7,9%, no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. Já em relação às importações do mês de setembro de 2018, a contração foi 58,4%. Por fim, o saldo da balança comercial, no décimo mês do ano, ficou deficitária, fechando o mês com saldo negativo de aproximadamente US$ 5,5 milhões.
No mês em análise, as vendas de Sucos de laranja, congelado, não fermentados fecharam em US$ 1,9 milhão, respondendo por 50% das exportações sergipanas. Já as vendas de Outros calçados cobrindo o tornozelo, parte superior de borracha, plástico somaram US$ 740 mil, representando 19,1% das exportações. Dessa forma, aproximadamente 70% das exportações do estado foram representadas por esses dois produtos. O principal destino dos itens produzidos em Sergipe, no mês analisado, foi a Bélgica, que demandou quase 32% das vendas do estado. Em termos nominais, as vendas para os belgas somaram US$ 1,2 milhão. O segundo principal destino das exportações sergipanas foram os Países Baixos, que adquiriram US$ 687 mil ou, em termos percentuais, 17,7%.
Já as importações, do mês em análise, concentraram-se nas aquisições de Superfosfatos, que contenham, em peso, 35 % ou mais de pentóxido de difósforo (P2O5), que somaram US$ 1,3 milhão, ou 14,4% das compras sergipanas, e do Diidrogeno-ortofosfato de amônio (fosfato monoamônico ou monoamoniacal), mesmo misturado com hidrogeno-ortofosfato de diamônio (fosfato diamônico ou diamoniacal), que totalizou pouco mais de US$ 1 milhão ou 11,3% das compras do mês. Quanto à origem dos produtos adquiridos por Sergipe, Marrocos e China se destacaram por fornecerem US$ 2,3 milhões e US$ 1,2 milhão em produtos, nesta ordem.