Desemprego de norte a sul

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Publicada em 15/11/2018 às 07:26:00

 

Se não está fácil pra ninguém, como 
no dito popular reverberando pe
las redes sociais, para os sergipanos está pior ainda. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Sergipe está entre os estados com maior índice de desemprego.
Quatro estados do Nordeste estão entre os cinco com maior desemprego: Sergipe (17,5%), Alagoas (17,1%), Pernambuco (16,7%) e Bahia (16,2%). A taxa consta na Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral e leva em consideração o trabalhador desocupado com mais de 14 anos que procurou emprego e deu com a cara na porta.
A razão de tamanho movimento na rua da amargura é óbvia, conhecida de todos. Os especialistas são unânimes ao afirmar que somente o crescimento econômico tem o potencial de gerar emprego. Com a economia estacionada, em ponto morto e compasso de espera, no entanto, somente o desalento e a subutilização da força de trabalho prosperam.
Embora os números sejam de fato alarmantes, é preciso lembrar ainda que Sergipe não é uma ilha. O contexto não ajuda. Os empregados com carteira assinada têm razão de sobra para jogar as mãos para o céu. Isso, nos quatro cantos do País. Os brasileiros empregados com carteira assinada têm razão de sobra para jogar as mãos para o céu. 
Verdade seja dita: Hoje, após um ano de vigência, é ponto pacífico: A reforma trabalhista proposta pelo presidente Michel Temer fracassou fragorosamente. Apesar da flexibilização das Leis Trabalhistas, o Brasil é ainda um país com 12,5 milhões de desempregados. A alegada modernização trabalhista, defendida com unhas e dentes pelo presidente mais impopular da história, não fez nada além de jogar milhões de trabalhadores na informalidade do Deus dará.

Se não está fácil pra ninguém, como  no dito popular reverberando pe las redes sociais, para os sergipanos está pior ainda. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Sergipe está entre os estados com maior índice de desemprego.
Quatro estados do Nordeste estão entre os cinco com maior desemprego: Sergipe (17,5%), Alagoas (17,1%), Pernambuco (16,7%) e Bahia (16,2%). A taxa consta na Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral e leva em consideração o trabalhador desocupado com mais de 14 anos que procurou emprego e deu com a cara na porta.
A razão de tamanho movimento na rua da amargura é óbvia, conhecida de todos. Os especialistas são unânimes ao afirmar que somente o crescimento econômico tem o potencial de gerar emprego. Com a economia estacionada, em ponto morto e compasso de espera, no entanto, somente o desalento e a subutilização da força de trabalho prosperam.
Embora os números sejam de fato alarmantes, é preciso lembrar ainda que Sergipe não é uma ilha. O contexto não ajuda. Os empregados com carteira assinada têm razão de sobra para jogar as mãos para o céu. Isso, nos quatro cantos do País. Os brasileiros empregados com carteira assinada têm razão de sobra para jogar as mãos para o céu. 
Verdade seja dita: Hoje, após um ano de vigência, é ponto pacífico: A reforma trabalhista proposta pelo presidente Michel Temer fracassou fragorosamente. Apesar da flexibilização das Leis Trabalhistas, o Brasil é ainda um país com 12,5 milhões de desempregados. A alegada modernização trabalhista, defendida com unhas e dentes pelo presidente mais impopular da história, não fez nada além de jogar milhões de trabalhadores na informalidade do Deus dará.