Edise no 35º Festival de Artes de São Cristóvão

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Publicada em 15/11/2018 às 07:37:00

 

Com o intuito de valorizar e dar espaço à expressão cultural de uma geração, o Festival de Artes de São Cristóvão - FASC, após um intervalo, voltou ano passado com o mesmo objetivo, dar visibilidade a produção da cultura sergipana.
E como dar visibilidade a cultura sergipana é também objetivo da Editora Oficial do Estado de Sergipe - Edise, os livros publicados pela Editora estarão no Festival. Durante quatro dias - 15 a 18 de novembro - 41 títulos estarão expostos para comercialização no Salão Literário que nesta edição estará na Praça da Matriz.  O Salão funcionará das 13h às 19h.
Ricardo Roriz, presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase ressalta a importância do evento para a valorização cultural da geração brasileira. "O FASC aborda a diversidade que temos e traz consigo os talentos atuais espalhados pelo país. Esse incentivo cultural é de extrema importância para o Brasil, sendo ele um país multi-étnico, apresenta a sua variedade em músicas, poemas, obras, esculturas etc. E esse é um dos momentos que se pode reunir uma grande parcela da riqueza do nosso país".
Para o prefeito de São Cristóvão, Marcos Santana o evento é considerado por ele como o maior evento cultural e artístico de Sergipe e um dos maiores do nordeste brasileiro. "A ideia é fazer com que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer artistas, que elas sejam apreciadoras das manifestações artísticas e folclóricas de nosso estado, e que façam uma reflexão sobre o nosso papel neste contexto", afirma Marcos.
Lançamentos - No dia 15 de novembro, no Salão Literário, três autores estarão lançando suas obras publicadas pela Editora, são eles: Moisés Menezes, autor do livro 'Os Não Recomendados - A Violência Contra a População LGBT em Sergipe'; Henrique Maynart, autor de 'Nem Copo de Cachaça, Nem Prato de Comida: A Primeira Greve dos Comunicadores Sergipanos' e os autores de 'Uma Luz em Minha Vida: Umbanda', Cândida Oliveira, Fábio Maurício e Thaís Lima.

Com o intuito de valorizar e dar espaço à expressão cultural de uma geração, o Festival de Artes de São Cristóvão - FASC, após um intervalo, voltou ano passado com o mesmo objetivo, dar visibilidade a produção da cultura sergipana.
E como dar visibilidade a cultura sergipana é também objetivo da Editora Oficial do Estado de Sergipe - Edise, os livros publicados pela Editora estarão no Festival. Durante quatro dias - 15 a 18 de novembro - 41 títulos estarão expostos para comercialização no Salão Literário que nesta edição estará na Praça da Matriz.  O Salão funcionará das 13h às 19h.
Ricardo Roriz, presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase ressalta a importância do evento para a valorização cultural da geração brasileira. "O FASC aborda a diversidade que temos e traz consigo os talentos atuais espalhados pelo país. Esse incentivo cultural é de extrema importância para o Brasil, sendo ele um país multi-étnico, apresenta a sua variedade em músicas, poemas, obras, esculturas etc. E esse é um dos momentos que se pode reunir uma grande parcela da riqueza do nosso país".
Para o prefeito de São Cristóvão, Marcos Santana o evento é considerado por ele como o maior evento cultural e artístico de Sergipe e um dos maiores do nordeste brasileiro. "A ideia é fazer com que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer artistas, que elas sejam apreciadoras das manifestações artísticas e folclóricas de nosso estado, e que façam uma reflexão sobre o nosso papel neste contexto", afirma Marcos.

Lançamentos - No dia 15 de novembro, no Salão Literário, três autores estarão lançando suas obras publicadas pela Editora, são eles: Moisés Menezes, autor do livro 'Os Não Recomendados - A Violência Contra a População LGBT em Sergipe'; Henrique Maynart, autor de 'Nem Copo de Cachaça, Nem Prato de Comida: A Primeira Greve dos Comunicadores Sergipanos' e os autores de 'Uma Luz em Minha Vida: Umbanda', Cândida Oliveira, Fábio Maurício e Thaís Lima.