Deotap começa ouvir vereadores em inquérito sobre diárias

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Publicada em 15/11/2018 às 07:52:00

 

O Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap) começou a ouvir os depoimentos de alguns vereadores de Nossa Senhora do Socorro, dentro do inquérito policial que apura a denúncia de supostos gastos excessivos em diárias pagas pela Câmara Municipal da cidade. As oitivas foram conduzidas pela delegada Lara Schuster, responsável pelo caso, e aconteceram a portas fechadas na sede do departamento. Além de alguns dos atuais vereadores, foram ouvidos ex-vereadores e ocupantes de cargos comissionados da Câmara. Pelo menos 12 pessoas compareceram ao local para prestar depoimento. 
As investigações tiveram início em 2015, após uma denúncia apresentada por integrantes do movimento MOVA-SE, que divulgaram um levantamento sobre os gastos com diárias registradas no Portal de Transparência da repartição. Os autores da denúncia apontaram inconsistência nas despesas e nas justificativas apresentadas, assim entrando com com uma representação no Ministério Público Estadual, pedindo que todo o tramite (tanto os valores, bem como destinos, locais, datas e horários) para o uso das diárias fossem analisados mediante documentos obtidos. 
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a apuração do caso acontece em sigilo. A Câmara de Socorro afirma que só vai se manifestar após a conclusão do inquérito policial. (Gabriel Damásio)

O Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap) começou a ouvir os depoimentos de alguns vereadores de Nossa Senhora do Socorro, dentro do inquérito policial que apura a denúncia de supostos gastos excessivos em diárias pagas pela Câmara Municipal da cidade. As oitivas foram conduzidas pela delegada Lara Schuster, responsável pelo caso, e aconteceram a portas fechadas na sede do departamento. Além de alguns dos atuais vereadores, foram ouvidos ex-vereadores e ocupantes de cargos comissionados da Câmara. Pelo menos 12 pessoas compareceram ao local para prestar depoimento. 
As investigações tiveram início em 2015, após uma denúncia apresentada por integrantes do movimento MOVA-SE, que divulgaram um levantamento sobre os gastos com diárias registradas no Portal de Transparência da repartição. Os autores da denúncia apontaram inconsistência nas despesas e nas justificativas apresentadas, assim entrando com com uma representação no Ministério Público Estadual, pedindo que todo o tramite (tanto os valores, bem como destinos, locais, datas e horários) para o uso das diárias fossem analisados mediante documentos obtidos. 
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a apuração do caso acontece em sigilo. A Câmara de Socorro afirma que só vai se manifestar após a conclusão do inquérito policial. (Gabriel Damásio)