Para Iran, professores devem se insurgir e resistir à onda fascista que cresce nas escolas

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Publicada em 15/11/2018 às 07:56:00

 

Na luta contra a proposta de "Escola Sem Partido", que novamente volta a tomar corpo com a eleição do extremista de direita Jair Bolsonaro (PSL) para presidente, o vereador e professor Iran Barbosa, do PT, participou, na tarde da terça-feira, 13, do debate realizado no auditório do Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju (Sindipema) sobre a "Lei da Mordaça", como está sendo chamada a proposta. Para fomentar a discussão, foi exibido o filme alemão "A Onda" (Die Welle), de 2008, baseado em fatos reais.
O filme se passa em uma escola da Alemanha, onde um professor desenvolve um projeto sobre autocracia, mesmo sendo contra sua vontade, e que, para exemplificar melhor aos alunos os mecanismos de um regime autocrático, decide desencadear uma experiência fascista dentro da sala de aula. Os alunos são envolvidos pelo projeto, dão o nome de A Onda ao movimento, escolhem um uniforme e até mesmo uma saudação. Só que o professor acaba perdendo o controle da situação, e os alunos começam a propagar A Onda pela cidade, tornando o projeto da escola um movimento real que acaba por provar que, apesar dos trágicos legados históricos, propostas fascistas ainda seduzem e podem prosperar na atualidade.
"Diante da realidade que estamos vivendo, onde o fascismo avança em nosso país e, de forma preocupante, dentro das nossas escolas, esse filme nos ajuda a refletir e a compreender melhor o perigo que representa toda e qualquer proposta de cerceamento das liberdades individuais e, no caso dos professores, da nossa autonomia pedagógica, ameaçada com essa proposta esdrúxula de mordaça. Temos que nos insurgir contra ela e resistir", avaliou Iran.

Na luta contra a proposta de "Escola Sem Partido", que novamente volta a tomar corpo com a eleição do extremista de direita Jair Bolsonaro (PSL) para presidente, o vereador e professor Iran Barbosa, do PT, participou, na tarde da terça-feira, 13, do debate realizado no auditório do Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju (Sindipema) sobre a "Lei da Mordaça", como está sendo chamada a proposta. Para fomentar a discussão, foi exibido o filme alemão "A Onda" (Die Welle), de 2008, baseado em fatos reais.
O filme se passa em uma escola da Alemanha, onde um professor desenvolve um projeto sobre autocracia, mesmo sendo contra sua vontade, e que, para exemplificar melhor aos alunos os mecanismos de um regime autocrático, decide desencadear uma experiência fascista dentro da sala de aula. Os alunos são envolvidos pelo projeto, dão o nome de A Onda ao movimento, escolhem um uniforme e até mesmo uma saudação. Só que o professor acaba perdendo o controle da situação, e os alunos começam a propagar A Onda pela cidade, tornando o projeto da escola um movimento real que acaba por provar que, apesar dos trágicos legados históricos, propostas fascistas ainda seduzem e podem prosperar na atualidade.
"Diante da realidade que estamos vivendo, onde o fascismo avança em nosso país e, de forma preocupante, dentro das nossas escolas, esse filme nos ajuda a refletir e a compreender melhor o perigo que representa toda e qualquer proposta de cerceamento das liberdades individuais e, no caso dos professores, da nossa autonomia pedagógica, ameaçada com essa proposta esdrúxula de mordaça. Temos que nos insurgir contra ela e resistir", avaliou Iran.