Nova perícia é feita no local onde o menino Juan foi morto

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Publicada em 17/11/2018 às 06:38:00

 

A Polícia Civil afirma que está muito perto de identificar as causas e a autoria da morte do menino Juan Santos da Conceição, de seis anos. Ele teve o seu corpo encontrado na manhã desta segunda-feira, em uma casa abandonada na cidade de Santa Luzia do Itanhy. Peritos do Instituto de Criminalística voltaram ao local do crime nesta quarta-feira e fizeram uma nova análise técnica em busca de vestígios do crime. Segundo a delegada Gisele Martins Teodoro, responsável pelo caso, a equipe utilizou o luminol, um artefato que identifica a presença de sangue em locais que até já foram lavados ou limpos. 
"Novas amostras foram recolhidas e os peritos estão bem empenhados pra conseguir que essas amostras sejam identificadas. Então, a gente precisa ter agora paciência, porque esses exames são bem complicados", disse Gisele disse ainda que a principal dificuldade na investigação é o fato de o crime não ter testemunhas, o que aumenta a importância dos exames periciais para identificar os suspeitos. "É um tipo de investigação que realmente demanda um certo critério, para a gente não ficar apontando pessoas que não têm relação com o fato. Claro que existem suspeitos e diligências estão sendo feitas para confirmar essas suspeitas, mas como esse crime não tem testemunhas identificadas, precisamos aguardar os resultados da perícia", informou. 
Juan desapareceu na frente de casa durante a noite de domingo, enquanto brincava sozinho, conforme informações da família. O corpo do menino foi achado no banheiro da casa abandonada, com sinais de agressão física e de violência sexual. Qualquer informação que ajude a polícia a esclarecer o crime pode ser repassada pelo Disque-Denúncia (181). 

A Polícia Civil afirma que está muito perto de identificar as causas e a autoria da morte do menino Juan Santos da Conceição, de seis anos. Ele teve o seu corpo encontrado na manhã desta segunda-feira, em uma casa abandonada na cidade de Santa Luzia do Itanhy. Peritos do Instituto de Criminalística voltaram ao local do crime nesta quarta-feira e fizeram uma nova análise técnica em busca de vestígios do crime. Segundo a delegada Gisele Martins Teodoro, responsável pelo caso, a equipe utilizou o luminol, um artefato que identifica a presença de sangue em locais que até já foram lavados ou limpos. 
"Novas amostras foram recolhidas e os peritos estão bem empenhados pra conseguir que essas amostras sejam identificadas. Então, a gente precisa ter agora paciência, porque esses exames são bem complicados", disse Gisele disse ainda que a principal dificuldade na investigação é o fato de o crime não ter testemunhas, o que aumenta a importância dos exames periciais para identificar os suspeitos. "É um tipo de investigação que realmente demanda um certo critério, para a gente não ficar apontando pessoas que não têm relação com o fato. Claro que existem suspeitos e diligências estão sendo feitas para confirmar essas suspeitas, mas como esse crime não tem testemunhas identificadas, precisamos aguardar os resultados da perícia", informou. 
Juan desapareceu na frente de casa durante a noite de domingo, enquanto brincava sozinho, conforme informações da família. O corpo do menino foi achado no banheiro da casa abandonada, com sinais de agressão física e de violência sexual. Qualquer informação que ajude a polícia a esclarecer o crime pode ser repassada pelo Disque-Denúncia (181).