Acusado de esfaquear a esposa em São Cristóvão é preso

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Publicada em 17/11/2018 às 06:39:00

 

Policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam José Rivaldo Santos, 50 anos, autor confesso do assassinato de Carolay de Jesus Santos, 20. O crime aconteceu na última terça-feira, no povoado Parque Santa Rita, em São Cristóvão (Grande Aracaju), onde a vítima foi esfaqueada dentro da própria casa e na presença do filho pequeno, de quatro anos. A prisão ocorreu durante a manhã de ontem em uma mata localizada na cidade de Salgado (Centro-Sul).
Segundo o delegado Luis Carlos Xavier, responsável pela 5ª Divisão do DHPP, o acusado era ex-companheiro da vítima e alegou que cometeu o crime após uma discussão, na qual ela teria dado dois tapas nele e ele, alterado, pegou uma faca que estava em cima de uma mesa e desferiu golpes de faca que vitimaram fatalmente a jovem. "Ele falou que já vinha tendo confusões com ela e recebendo ameaças há algum tempo. Na hora da confusão, ele disse que foi agredido com dois tapas na cara, perdeu a cabeça e pegou uma faca que estava na mesa da sala e a agrediu. Ele ainda disse que cometeu o crime porque foi tomado pela emoção e que não queria ter cometido o crime", explicou.
Na noite de quinta-feira, familiares informaram que a família tinha conhecimento de onde o acusado estava e que ele estava disposto a se entregar. Já na manhã seguinte, os policiais seguiram até o local indicado, onde o encontraram e o homem não ofereceu resistência à prisão. O delegado complementou ainda que a filha do acusado disse que não estava presente na hora do crime, mas sabia como era a convivência do casal. Rivaldo prestou depoimento durante duas horas na sede do DHPP, acompanhado por um advogado e, além de alegar que agiu "sob forte emoção", afirmou que estava arrependido do que fez.
As investigações continuam em andamento para esclarecer outros detalhes do crime. Depois do depoimento, o acusado foi mandado a uma delegacia não revelada, onde aguarda transferência para um presídio. Nos próximos dez dias, o inquérito deverá ser concluído e encaminhado ao Poder Judiciário.

Policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam José Rivaldo Santos, 50 anos, autor confesso do assassinato de Carolay de Jesus Santos, 20. O crime aconteceu na última terça-feira, no povoado Parque Santa Rita, em São Cristóvão (Grande Aracaju), onde a vítima foi esfaqueada dentro da própria casa e na presença do filho pequeno, de quatro anos. A prisão ocorreu durante a manhã de ontem em uma mata localizada na cidade de Salgado (Centro-Sul).
Segundo o delegado Luis Carlos Xavier, responsável pela 5ª Divisão do DHPP, o acusado era ex-companheiro da vítima e alegou que cometeu o crime após uma discussão, na qual ela teria dado dois tapas nele e ele, alterado, pegou uma faca que estava em cima de uma mesa e desferiu golpes de faca que vitimaram fatalmente a jovem. "Ele falou que já vinha tendo confusões com ela e recebendo ameaças há algum tempo. Na hora da confusão, ele disse que foi agredido com dois tapas na cara, perdeu a cabeça e pegou uma faca que estava na mesa da sala e a agrediu. Ele ainda disse que cometeu o crime porque foi tomado pela emoção e que não queria ter cometido o crime", explicou.
Na noite de quinta-feira, familiares informaram que a família tinha conhecimento de onde o acusado estava e que ele estava disposto a se entregar. Já na manhã seguinte, os policiais seguiram até o local indicado, onde o encontraram e o homem não ofereceu resistência à prisão. O delegado complementou ainda que a filha do acusado disse que não estava presente na hora do crime, mas sabia como era a convivência do casal. Rivaldo prestou depoimento durante duas horas na sede do DHPP, acompanhado por um advogado e, além de alegar que agiu "sob forte emoção", afirmou que estava arrependido do que fez.
As investigações continuam em andamento para esclarecer outros detalhes do crime. Depois do depoimento, o acusado foi mandado a uma delegacia não revelada, onde aguarda transferência para um presídio. Nos próximos dez dias, o inquérito deverá ser concluído e encaminhado ao Poder Judiciário.