Mercado Global de Conteúdo Digital

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Publicada em 18/11/2018 às 07:12:00

 

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a Casa Firjan e a Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizarão, entre 26 e 29 de novembro, a "1ª Conferência sobre Veículos Inteligentes: segurança jurídica e tecnológica para inserção no Brasil", no Rio de Janeiro. Pela primeira vez, representantes de ministérios, órgãos de segurança viária, montadoras, fornecedores de tecnologia, acadêmicos e profissionais das áreas jurídica e de seguros vão se reunir para discutir a criação de regras claras que permitam viabilizar e impulsionar a adoção segura das tecnologias relacionadas a veículos inteligentes no País. O evento é apoiado, ainda, pela Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, que debaterá o tema da mobilidade elétrica durante a programação.
A tecnologia dos veículos autônomos evolui em ritmo acelerado e essa rápida difusão desafia regulamentação e políticas atuais, obstáculos que precisam ser rapidamente superados. A fim de garantir a mobilidade segura e inteligente, a indústria automotiva e de infraestrutura, os serviços técnicos e as autoridades devem trabalhar em conjunto e definir a estrutura da mobilidade futura no Brasil.
A conferência está estruturada em duas partes, com diversas atividades abertas ao público (as inscrições são gratuitas e as vagas, limitadas). A primeira etapa, de 26 a 27/11, será dedicada a palestras sobre temas como sensoriamento; segurança físico-cibernética; ética; experiências da indústria automobilística; arcabouço legal para veículos inteligentes no Brasil e no mundo.
Além dos organizadores e do apoiador do encontro, participarão como palestrantes desta primeira fase representantes de empresas como Bosch, Volvo e Idiada; entidades como a SAE International, órgão mundial voltado para o fomento de conhecimento sobre veículos e sistemas automotores, e instituições como o Ministério Público Federal. Na abertura, dia 26, um dos pontos altos será a demonstração do carro inteligente IARA (Intelligent Autonomous Robotic Automobile), desenvolvido pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), que circulará pela área dos jardins da Casa Firjan.
A segunda parte da conferência, no formato de workshop, será composta por mesas redondas abertas ao público e sessões temáticas exclusivas para especialistas (que ocorrerão no último dia, e terão como resultado um relatório indicando recomendações e possibilidades de ação, como políticas públicas para os setores envolvidos, possíveis linhas de investimento em educação e pesquisa, e necessidade de inserção brasileira em fóruns internacionais de discussão sobre o assunto, entre outros).

Saumíneo Nascimento

Conforme comunicado da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO), o Diretor Geral da entidade, Francis Gurry e secretário de Governo da Índia, do Departamento de Política e Desenvolvimento Industrial, o Sr. Ramesh Abhishek abriram a edição 2018 da Conferência da Organização sobre o mercado global de conteúdo digital. O objetivo da conferência é promover o equilíbrio entre criadores e consumidores de mídia digital em uma economia de produtos culturais que é cada vez mais caracterizada por seu alcance global.

A WIPO apontou que centenas de delegados de todo o mundo, entre líderes empresariais, artistas premiados, empresários de tecnologia, executivos das indústrias de música, cinema e publicação, setor criativo e governo estiveram presentes na reunião, que este ano se concentrou na região da Ásia-Pacífico, para discutir os desafios colocados pela facilidade de acesso público para a música, filmes e outros trabalhos criativos em relação à capacidade dos criadores de viver com o seu trabalho. Esta é a segunda edição da Conferência sobre o Mercado Global de Conteúdo Digital, organizada pela WIPO. A primeira, conferência foi realizada em Genebra em 2016 e foi uma audiência mundial.

Embora o ambiente digital tenha criado imensas oportunidades para consumidores e criadores, também abalou os modelos de negócios existentes. A pressão resultante é o foco da Conferência da WIPO, organizada pelo Departamento de Políticas Industriais e Desenvolvimento do Ministério do Comércio e Indústria da Índia.

Para o Presidente da WIPO, Francis Gurry, "a economia digital transformou o setor criativo. Ele deu origem a novos instrumentos para a criação e distribuição de conteúdo cultural, apresentando novas e interessantes oportunidades para os consumidores e criadores ". No entanto, esse movimento em direção ao digital, que está ocorrendo em todo o mundo, abalou as bases de modelos de negócios de longa data em um tempo muito curto e novas práticas que se adaptam a essa mudança são necessárias".

Verifica-se a elevação da importância dos direitos autorais para incentivar a atividade criativa e financiar a criação cultural. Enquanto os novos modelos de negócios revolucionaram a situação, há um princípio que permanece intacto: a centralidade dos direitos autorais como um mecanismo de financiamento para o conteúdo criativo que surge da atividade cultural.

Pela conferência fica evidente o papel da Índia, pois o país assumiu o compromisso com a digitalização, criando uma iniciativa denominada de Índia Digital. Isto resultou que na Índia como em outros países em desenvolvimento, há uma mudança radical na dinâmica dos modelos de negócios, pois o país está se preparando para alcançar um alto nível como economia do conhecimento e sociedade dotada de todas as ferramentas da era digital.

1ª Conferência sobre Veículos Inteligentes: Segurança jurídica e tecnológica para inserção no Brasil

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a Casa Firjan e a Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizarão, entre 26 e 29 de novembro, a "1ª Conferência sobre Veículos Inteligentes: segurança jurídica e tecnológica para inserção no Brasil", no Rio de Janeiro. Pela primeira vez, representantes de ministérios, órgãos de segurança viária, montadoras, fornecedores de tecnologia, acadêmicos e profissionais das áreas jurídica e de seguros vão se reunir para discutir a criação de regras claras que permitam viabilizar e impulsionar a adoção segura das tecnologias relacionadas a veículos inteligentes no País. O evento é apoiado, ainda, pela Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, que debaterá o tema da mobilidade elétrica durante a programação.
A tecnologia dos veículos autônomos evolui em ritmo acelerado e essa rápida difusão desafia regulamentação e políticas atuais, obstáculos que precisam ser rapidamente superados. A fim de garantir a mobilidade segura e inteligente, a indústria automotiva e de infraestrutura, os serviços técnicos e as autoridades devem trabalhar em conjunto e definir a estrutura da mobilidade futura no Brasil.
A conferência está estruturada em duas partes, com diversas atividades abertas ao público (as inscrições são gratuitas e as vagas, limitadas). A primeira etapa, de 26 a 27/11, será dedicada a palestras sobre temas como sensoriamento; segurança físico-cibernética; ética; experiências da indústria automobilística; arcabouço legal para veículos inteligentes no Brasil e no mundo.
Além dos organizadores e do apoiador do encontro, participarão como palestrantes desta primeira fase representantes de empresas como Bosch, Volvo e Idiada; entidades como a SAE International, órgão mundial voltado para o fomento de conhecimento sobre veículos e sistemas automotores, e instituições como o Ministério Público Federal. Na abertura, dia 26, um dos pontos altos será a demonstração do carro inteligente IARA (Intelligent Autonomous Robotic Automobile), desenvolvido pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), que circulará pela área dos jardins da Casa Firjan.
A segunda parte da conferência, no formato de workshop, será composta por mesas redondas abertas ao público e sessões temáticas exclusivas para especialistas (que ocorrerão no último dia, e terão como resultado um relatório indicando recomendações e possibilidades de ação, como políticas públicas para os setores envolvidos, possíveis linhas de investimento em educação e pesquisa, e necessidade de inserção brasileira em fóruns internacionais de discussão sobre o assunto, entre outros).