Ossos do Ofício traz pianista italiano para ministrar oficina em Aracaju

Cultura

 

Com a premissa de qualificação dos estudantes e artistas sergipanos das diferentes linguagens artísticas, o projeto da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) intitulado 'Ossos de Ofício' chega à sua última edição de 2018 com mais capacitação voltada para o cenário musical do estado. Desta vez, será realizada a oficina 'Composição e Improvisação Coletiva', ministrada por Stefano Cortese, renomado pianista italiano formado pela Universidade de Música de Bologna. O evento acontece nos dias 21 e 22 de novembro, no Centro Cultural de Aracaju (CCA).
Desde 2010, Stefano Cortese reside na Chapada Diamantina, Bahia, onde fundou a Escola de Música do Capão "Centro Gravitacional Musical" e o GIC (Grupo Instrumental do Capão). "Hoje em dia não é simples, não é fácil dedicar tempo e energias pela formação de qualidade. Deste ponto de vista, oficinas, workshops e palestras, sobretudo, com pessoas que levam uma diferente visão, e que tenham experiência nacional e internacional, torna-se uma iniciativa muito importante para os artistas, porque claramente temos uma ampla quantidade de informações", destacou.     
No total, estão sendo ofertadas 18 vagas direcionadas para músicos iniciantes ou não iniciantes que tenham capacidade de tocar de ouvido ou através da leitura de partituras, além de estudantes, profissionais e semi-profissionais. Os interessados devem fazer as inscrições a partir desta sexta-feira, 16, através do Mapa Cultural de Aracaju (http://mapa.cultura.aracaju.se.gov.br/) e preencher o formulário. A seleção vai ser de acordo com a análise curricular do participante e o resultado será divulgado nas redes sociais da Funcaju.  
De acordo com o diretor de Arte e Cultura da Funcaju, Nino Karvan, o 'Ossos do Ofício' tem o intuito de qualificar e atualizar os artistas. Ele explicou que realizar mais uma oficina voltada para a música foi uma escolha estratégica. "O projeto tem o objetivo de contribuir para a reciclagem dos profissionais e de amantes de alguma arte. E, nesta edição, iremos trazer, novamente, a linguagem musical porque fortalece o caminho que Aracaju está perseguindo, que é a conquista do prêmio da Unesco de Cidade Criativa".
O curso - A oficina visa formar um grupo temporário que, através de variados materiais musicais, entenda, metabolize, curta e exprima o "tocar juntos", não simplesmente como uma soma de individualidade, mas como um lugar onde todos se disponibilizam pela música acontecer. O conteúdo a ser trabalhado para os músicos participantes tem uma sequência de três momentos, chamados de 'técnicas', 'sensibilidade' e último de 'no barco', ou seja, a performance ao vivo.
Por isso, o trabalho será focado em aprender ferramentas sobre improvisação individual e coletiva e, através de jogos e práticas como a condução, composição instantânea, composição coletiva, para, no final construir um fluxo musical onde músicas estabelecidas e "fixas" convivem com momentos "abertos" de improvisação coletiva ou de subgrupos.

Com a premissa de qualificação dos estudantes e artistas sergipanos das diferentes linguagens artísticas, o projeto da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) intitulado 'Ossos de Ofício' chega à sua última edição de 2018 com mais capacitação voltada para o cenário musical do estado. Desta vez, será realizada a oficina 'Composição e Improvisação Coletiva', ministrada por Stefano Cortese, renomado pianista italiano formado pela Universidade de Música de Bologna. O evento acontece nos dias 21 e 22 de novembro, no Centro Cultural de Aracaju (CCA).
Desde 2010, Stefano Cortese reside na Chapada Diamantina, Bahia, onde fundou a Escola de Música do Capão "Centro Gravitacional Musical" e o GIC (Grupo Instrumental do Capão). "Hoje em dia não é simples, não é fácil dedicar tempo e energias pela formação de qualidade. Deste ponto de vista, oficinas, workshops e palestras, sobretudo, com pessoas que levam uma diferente visão, e que tenham experiência nacional e internacional, torna-se uma iniciativa muito importante para os artistas, porque claramente temos uma ampla quantidade de informações", destacou.     
No total, estão sendo ofertadas 18 vagas direcionadas para músicos iniciantes ou não iniciantes que tenham capacidade de tocar de ouvido ou através da leitura de partituras, além de estudantes, profissionais e semi-profissionais. Os interessados devem fazer as inscrições a partir desta sexta-feira, 16, através do Mapa Cultural de Aracaju (http://mapa.cultura.aracaju.se.gov.br/) e preencher o formulário. A seleção vai ser de acordo com a análise curricular do participante e o resultado será divulgado nas redes sociais da Funcaju.  
De acordo com o diretor de Arte e Cultura da Funcaju, Nino Karvan, o 'Ossos do Ofício' tem o intuito de qualificar e atualizar os artistas. Ele explicou que realizar mais uma oficina voltada para a música foi uma escolha estratégica. "O projeto tem o objetivo de contribuir para a reciclagem dos profissionais e de amantes de alguma arte. E, nesta edição, iremos trazer, novamente, a linguagem musical porque fortalece o caminho que Aracaju está perseguindo, que é a conquista do prêmio da Unesco de Cidade Criativa".

O curso - A oficina visa formar um grupo temporário que, através de variados materiais musicais, entenda, metabolize, curta e exprima o "tocar juntos", não simplesmente como uma soma de individualidade, mas como um lugar onde todos se disponibilizam pela música acontecer. O conteúdo a ser trabalhado para os músicos participantes tem uma sequência de três momentos, chamados de 'técnicas', 'sensibilidade' e último de 'no barco', ou seja, a performance ao vivo.
Por isso, o trabalho será focado em aprender ferramentas sobre improvisação individual e coletiva e, através de jogos e práticas como a condução, composição instantânea, composição coletiva, para, no final construir um fluxo musical onde músicas estabelecidas e "fixas" convivem com momentos "abertos" de improvisação coletiva ou de subgrupos.

 


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