Bloco realizado sem autorização é dispersado pelo Choque

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Publicada em 20/11/2018 às 06:41:00

 

Um evento marcado pelas redes sociais provocou transtorno, tumulto e correria pelas ruas do bairro Jardins (zona sul de Aracaju), ao longo da tarde do último sábado. Centenas de jovens de classe média e dos mais variados bairros da capital se concentraram em frente a um colégio particular na Praça Pedro Garcia Moreno e fizeram o que ficou chamado de 'Bloquinho Proibido', marcado e divulgado através de grupos nas redes sociais da internet. A festa reuniu carros e aparelhos de som de alta potência, que passaram a tocar a uma altura muito forte e com um grande consumo de bebidas alcóolicas.
A concentração começou por volta das 14h, quando os primeiros moradores chamaram a Polícia Militar e pediram ajuda para interromper o barulho. De acordo com o comandante de Policiamento Militar da capital, coronel Vivaldy Cabral, as equipes começaram a acompanhar de longe o movimento e, a princípio, não podiam impedir a concentração de pessoas, por se tratar de uma via pública, mesmo com o fato de o evento não ter siso autorizado pelos órgãos da administração municipal. Aos poucos, a concentração dos jovens começou a atrapalhar a movimentação do tráfico e a criar alguns problemas de excesso da parte de alguns frequentadores, causados principalmente pelo abuso de álcool e de drogas. 
Por volta das 20h, a PM decidiu dispersar a multidão e, depois de várias tentativas, acionou uma tropa do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq). Alguns frequentadores mais exaltados ensaiaram uma reação, mas correram junto com os outros no momento em que os policiais usaram bombas de efeito moral e tiros de bala de borracha. De acordo com Vivaldy, a tropa aplicou o chamado "uso progressivo da força'. Muitos dos participantes do 'bloquinho', invadiram a avenida Geraldo Barreto Sobral, que estava movimentada, e quase foram atropeladas. No entanto, ninguém ficou ferido. Além dos transtornos, os frequentadores deixaram muito lixo e garrafas de bebida nas ruas. 

Um evento marcado pelas redes sociais provocou transtorno, tumulto e correria pelas ruas do bairro Jardins (zona sul de Aracaju), ao longo da tarde do último sábado. Centenas de jovens de classe média e dos mais variados bairros da capital se concentraram em frente a um colégio particular na Praça Pedro Garcia Moreno e fizeram o que ficou chamado de 'Bloquinho Proibido', marcado e divulgado através de grupos nas redes sociais da internet. A festa reuniu carros e aparelhos de som de alta potência, que passaram a tocar a uma altura muito forte e com um grande consumo de bebidas alcóolicas.
A concentração começou por volta das 14h, quando os primeiros moradores chamaram a Polícia Militar e pediram ajuda para interromper o barulho. De acordo com o comandante de Policiamento Militar da capital, coronel Vivaldy Cabral, as equipes começaram a acompanhar de longe o movimento e, a princípio, não podiam impedir a concentração de pessoas, por se tratar de uma via pública, mesmo com o fato de o evento não ter siso autorizado pelos órgãos da administração municipal. Aos poucos, a concentração dos jovens começou a atrapalhar a movimentação do tráfico e a criar alguns problemas de excesso da parte de alguns frequentadores, causados principalmente pelo abuso de álcool e de drogas. 
Por volta das 20h, a PM decidiu dispersar a multidão e, depois de várias tentativas, acionou uma tropa do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq). Alguns frequentadores mais exaltados ensaiaram uma reação, mas correram junto com os outros no momento em que os policiais usaram bombas de efeito moral e tiros de bala de borracha. De acordo com Vivaldy, a tropa aplicou o chamado "uso progressivo da força'. Muitos dos participantes do 'bloquinho', invadiram a avenida Geraldo Barreto Sobral, que estava movimentada, e quase foram atropeladas. No entanto, ninguém ficou ferido. Além dos transtornos, os frequentadores deixaram muito lixo e garrafas de bebida nas ruas.