Faltam remédios para tratamento do câncer

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Publicada em 22/11/2018 às 06:54:00

 

Milton Alves  Júnior
Usuários do Sistema 
Único de Saúde que 
dependem do setor de oncologia do Hospital de Urgência de Sergipe voltam a protestar contra o não fornecimento de medicamentos como: Taxol e o Carboplatina. De acordo com o Grupo Mulheres do Peito, desde a última segunda-feira, 19, os pacientes da quimioterapia branca - tratamento indicado para combater o câncer de mama, ovário, útero e outros -, estão sendo informados que as doses seguem indisponíveis. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), a empresa que ganhou a licitação para distribuição do Taxol aumentou o valor em mais de 100%. Sendo assim, a pasta optou por se recusar a efetuar o pagamento.
Seguindo o cronograma legal, a segunda empresa com melhor valor apresentado foi procurada, mas informou não mais possuir interesse na venda. A terceira empresa melhor pontuada informou que possui interesse e condições de fornecer os medicamentos, porém declarou ser necessário a apresentação de documentos oficializando a desistência da segunda empresa, que, segundo a própria SES, já foi realizado. A empresa tem 15 dias para entregar a medicação. Dentro deste prazo a contar de ontem, a garantia do Govierno do Estado é que todos os medicamentos serão imediatamente encaminhados ao Huse assim que forem devidamente entregues pela empresa.
Para a vice-presidente do grupo denunciante, Sheila Galba, é preciso que os órgãos estaduais e federais de fiscalização permaneçam acompanhando os trâmites administrativos a fim de regularizar o sistema e minimizar os efeitos negativos que atingem os pacientes por falta desses medicamentos. Questionada sobre a recorrência dos fatos, já que a mesma denúncia já foi apresentada ao Jornal do Dia ao longo dos últimos dois anos, Galba declarou que falta planejamento eficiente por parte da Secretaria de Saúde. Se mostrando preocupada com a manutenção do serviço, a crítica espera que esse tipo de interferência não volte a prejudicar os usuários dependentes do SUS.
"Isso é uma falta de consideração, de amor ao próximo. Eles não estão dando prioridade ao que é prioritário, tem que existir uma programação, todos sabem da necessidade e quantidade de pacientes que usam a medicação e porque não fazem um planejamento para poder comprar a quantidade certa e não deixar falta? O que pedimos é que não falte, precisamos que não falte nenhum tipo de medicação de forma alguma. Esse tipo de falta de medicamento já ocorreu uma vez, volta a atingir os pacientes e esperamos que em um futuro próximo o mesmo problema não volte a atingir aqueles que necessitam dessa assistência para continuar na luta contra a doença", disse Sheila Galba.

Usuários do Sistema  Único de Saúde que  dependem do setor de oncologia do Hospital de Urgência de Sergipe voltam a protestar contra o não fornecimento de medicamentos como: Taxol e o Carboplatina. De acordo com o Grupo Mulheres do Peito, desde a última segunda-feira, 19, os pacientes da quimioterapia branca - tratamento indicado para combater o câncer de mama, ovário, útero e outros -, estão sendo informados que as doses seguem indisponíveis. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), a empresa que ganhou a licitação para distribuição do Taxol aumentou o valor em mais de 100%. Sendo assim, a pasta optou por se recusar a efetuar o pagamento.
Seguindo o cronograma legal, a segunda empresa com melhor valor apresentado foi procurada, mas informou não mais possuir interesse na venda. A terceira empresa melhor pontuada informou que possui interesse e condições de fornecer os medicamentos, porém declarou ser necessário a apresentação de documentos oficializando a desistência da segunda empresa, que, segundo a própria SES, já foi realizado. A empresa tem 15 dias para entregar a medicação. Dentro deste prazo a contar de ontem, a garantia do Govierno do Estado é que todos os medicamentos serão imediatamente encaminhados ao Huse assim que forem devidamente entregues pela empresa.
Para a vice-presidente do grupo denunciante, Sheila Galba, é preciso que os órgãos estaduais e federais de fiscalização permaneçam acompanhando os trâmites administrativos a fim de regularizar o sistema e minimizar os efeitos negativos que atingem os pacientes por falta desses medicamentos. Questionada sobre a recorrência dos fatos, já que a mesma denúncia já foi apresentada ao Jornal do Dia ao longo dos últimos dois anos, Galba declarou que falta planejamento eficiente por parte da Secretaria de Saúde. Se mostrando preocupada com a manutenção do serviço, a crítica espera que esse tipo de interferência não volte a prejudicar os usuários dependentes do SUS.
"Isso é uma falta de consideração, de amor ao próximo. Eles não estão dando prioridade ao que é prioritário, tem que existir uma programação, todos sabem da necessidade e quantidade de pacientes que usam a medicação e porque não fazem um planejamento para poder comprar a quantidade certa e não deixar falta? O que pedimos é que não falte, precisamos que não falte nenhum tipo de medicação de forma alguma. Esse tipo de falta de medicamento já ocorreu uma vez, volta a atingir os pacientes e esperamos que em um futuro próximo o mesmo problema não volte a atingir aqueles que necessitam dessa assistência para continuar na luta contra a doença", disse Sheila Galba.