Falta de medicamentos

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 23/11/2018 às 06:13:00

 

Para o grupo Mulheres de Peito, o 
Governo de Sergipe não tem co-
ração. A inversão de prioridades manifesta na ausência de medicamentos no Hospital de Urgência de Sergipe, uma falha mais ou menos frequente, só poderia ser obra de incompetência e uma escandalosa falta de sensibilidade social.
Desta vez, o fornecimento de medicação teria sido suspenso por motivo de força maior. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), a empresa que ganhou a licitação para distribuir o Taxol aumentou o valor do remédio de uma hora pra outra, sem qualquer justificativa, em mais de 100%. Sendo assim, a pasta se recusou a efetuar o pagamento.
A explicação pode até ser convincente, mas não oferece consolo para os enfermos abandonados à própria sorte. Fala-se aqui de pacientes oncológicos, obrigados a enfrentar uma doença muitas vezes fatal. Sem acesso à medição e tratamento adequado, regular e continuado, o calvário dos diagnosticados com câncer tem tudo para terminar em óbito.
Assim fica difícil acreditar em um final feliz, com ou sem a construção do prometido Hospital do Câncer. Há pelo menos dois anos, vira e mexe, o grupo Mulheres de Peito precisa colocar a boca no mundo para denunciar o descaso das autoridades estaduais com a dor aguda dos mais vulneráveis. Questões burocráticas nunca serão suficientes para justificar o risco sofrido por tantas vidas em jogo. Aparentemente, falta medicamento, gestão e, sobretudo, amor ao próximo.

Para o grupo Mulheres de Peito, o  Governo de Sergipe não tem co- ração. A inversão de prioridades manifesta na ausência de medicamentos no Hospital de Urgência de Sergipe, uma falha mais ou menos frequente, só poderia ser obra de incompetência e uma escandalosa falta de sensibilidade social.
Desta vez, o fornecimento de medicação teria sido suspenso por motivo de força maior. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), a empresa que ganhou a licitação para distribuir o Taxol aumentou o valor do remédio de uma hora pra outra, sem qualquer justificativa, em mais de 100%. Sendo assim, a pasta se recusou a efetuar o pagamento.
A explicação pode até ser convincente, mas não oferece consolo para os enfermos abandonados à própria sorte. Fala-se aqui de pacientes oncológicos, obrigados a enfrentar uma doença muitas vezes fatal. Sem acesso à medição e tratamento adequado, regular e continuado, o calvário dos diagnosticados com câncer tem tudo para terminar em óbito.
Assim fica difícil acreditar em um final feliz, com ou sem a construção do prometido Hospital do Câncer. Há pelo menos dois anos, vira e mexe, o grupo Mulheres de Peito precisa colocar a boca no mundo para denunciar o descaso das autoridades estaduais com a dor aguda dos mais vulneráveis. Questões burocráticas nunca serão suficientes para justificar o risco sofrido por tantas vidas em jogo. Aparentemente, falta medicamento, gestão e, sobretudo, amor ao próximo.