Schelb conversa com Bolsonaro, mas não confirma convite para Educação

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 23/11/2018 às 06:35:00

 

Débora Brito 
Agência Brasi
 
O procurador da República, Guilherme Schelb, cogitado para o Ministério da Educação, encontrou-se ontem (22) com o presidente eleito Jair Bolsonaro, mas disse, ao sair do encontro, que não foi convidado  para o cargo. Schelb afirmou que apenas conversou com o presidente eleito e apresentou suas ideias para a educação brasileira.
 "Foi uma conversa de apresentação, na qual pude expor ao presidente Bolsonaro a minha análise sobre as questões centrais da educação brasileira que devem ser enfrentadas com a máxima urgência".
Schelb afirmou que há 27 anos ministra cursos, palestras e treinamento em escolas do país. Questionado se aceitaria deixar a carreira de procurador para assumir o ministério, Schelb disse que só poderia falar no caso de o convite ser formalizado, mas destacou que se sentiu honrado com a possibilidade.
Entre as propostas que apresentou ao presidente eleito, Guilherme Schelb informou que a prioridade seria a defesa do cumprimento das leis constitucionais por professores, famílias e alunos. "A proposta número 1 é segurança jurídica para o professor. O professor tem que estar seguro ao exercer sua função. A proposta número 2 é restabelecer o respeito às leis e às normas que regem a educação e a infância no ambiente escolar, porque nenhuma educação do mundo é próspera se não houver ordem e respeito."
Ele citou como exemplo os sistemas de educação da Coreia do Sul, da Finlândia, de Singapura, da Alemanha e dos Estados Unidos e declarou que, no Brasil, as leis vigentes não são respeitadas no ambiente escolar.

O procurador da República, Guilherme Schelb, cogitado para o Ministério da Educação, encontrou-se ontem (22) com o presidente eleito Jair Bolsonaro, mas disse, ao sair do encontro, que não foi convidado  para o cargo. Schelb afirmou que apenas conversou com o presidente eleito e apresentou suas ideias para a educação brasileira.
 "Foi uma conversa de apresentação, na qual pude expor ao presidente Bolsonaro a minha análise sobre as questões centrais da educação brasileira que devem ser enfrentadas com a máxima urgência".
Schelb afirmou que há 27 anos ministra cursos, palestras e treinamento em escolas do país. Questionado se aceitaria deixar a carreira de procurador para assumir o ministério, Schelb disse que só poderia falar no caso de o convite ser formalizado, mas destacou que se sentiu honrado com a possibilidade.
Entre as propostas que apresentou ao presidente eleito, Guilherme Schelb informou que a prioridade seria a defesa do cumprimento das leis constitucionais por professores, famílias e alunos. "A proposta número 1 é segurança jurídica para o professor. O professor tem que estar seguro ao exercer sua função. A proposta número 2 é restabelecer o respeito às leis e às normas que regem a educação e a infância no ambiente escolar, porque nenhuma educação do mundo é próspera se não houver ordem e respeito."
Ele citou como exemplo os sistemas de educação da Coreia do Sul, da Finlândia, de Singapura, da Alemanha e dos Estados Unidos e declarou que, no Brasil, as leis vigentes não são respeitadas no ambiente escolar.