Quatro município enfrentam risco de epidemia de dengue

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Sidney Sá, gerente do Núcleo de Endemias da Secretaria de Estado da Saúde
Sidney Sá, gerente do Núcleo de Endemias da Secretaria de Estado da Saúde

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Publicada em 23/11/2018 às 06:43:00

 

A Secretaria de Esta-
do da Saúde (SES), 
por meio do Núcleo de Endemias, divulgou nesta quinta-feira, o último LIRAa de 2018, levantamento que traz um cenário satisfatório para o estado de Sergipe, com 28 municípios com baixo risco de infestação do mosquito da dengue, o Aedes Aegypti, 39 apresentando médio risco e quatro em alto risco. Dos 75 municípios, quatro não informaram o LIRAa até o prazo estabelecido, que foi 20 de novembro, segundo informou a gerente do Núcleo de Endemias, Sidney Sá.
Apresentaram alto risco de infestação do mosquito da dengue os municípios de Boquim, Santana do São Francisco, Tomar do Geru e Simão Dias, enquanto Canhoba, Itabi, Pedra Mole e Itaporanga não informaram o LIRAa. De acordo com Sidney Sá, as informações sobre o levantamento serão encaminhadas ao Ministério da Saúde e, possivelmente, estes municípios ficarão zerados no sistema nacional como se não tivessem realizado o LIRAa.
Ela explicou que no início do ano, o Ministério da Saúde determinou os períodos de realização do levantamento. "A partir disso, nós emitimos um ofício para os 75 municípios com as datas de realização e de entrega do resultado", disse a gerente, informando que ainda hoje entrará em contato com a gestão nacional para saber se poderá enviar posteriormente as informações dos municípios faltosos.
Sidney Sá salientou que não há justificativa para que os municípios não informem o LIRAa, considerando que sempre no início do ano é feita uma pactuação dos municípios com a SES e, a partir daí, entre a secretaria e o órgão federal para que 100% dos LIRAas sejam realizados. "O ministério determinada que sejam realizados quatro durante o ano, mas nós de Sergipe fazemos seis, ou seja, um a cada dois meses", disse.
Classificação - O município é classificado como de baixo risco no LIRAa quando o índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti medido está entre zero a 0,9%. Já o médio risco aponta um índice entre 1% a 3,9%. O alto risco é acima desse percentual. O cálculo é feito através de sorteio feito pelo sistema, onde o município lança, a cada dois meses, a quantidade de imóveis que tem, bem como indicando número de quadras e quarteirões. O sorteio, que é aleatório, indica quantos domicílios devem ser trabalhados no LIRAa, obedecendo a um percentual de 25%.
Embora o cenário apresentado pelo último LIRAa do ano seja satisfatório, a gerente do Núcleo de Endemias faz um alerta dirigido aos 28 municípios que apresentaram baixa infestação do mosquito.  "O indicador faz com que as pessoas relaxem no cuidado, mas este é o momento de estar em alerta porque o verão é mais crítico para o Aedes, que se reproduz em menor tempo devido às altas temperaturas. É importante que a visita do agente nos domicílios seja rotineira e não aleatória", sinalizou.

A Secretaria de Esta- do da Saúde (SES),  por meio do Núcleo de Endemias, divulgou nesta quinta-feira, o último LIRAa de 2018, levantamento que traz um cenário satisfatório para o estado de Sergipe, com 28 municípios com baixo risco de infestação do mosquito da dengue, o Aedes Aegypti, 39 apresentando médio risco e quatro em alto risco. Dos 75 municípios, quatro não informaram o LIRAa até o prazo estabelecido, que foi 20 de novembro, segundo informou a gerente do Núcleo de Endemias, Sidney Sá.
Apresentaram alto risco de infestação do mosquito da dengue os municípios de Boquim, Santana do São Francisco, Tomar do Geru e Simão Dias, enquanto Canhoba, Itabi, Pedra Mole e Itaporanga não informaram o LIRAa. De acordo com Sidney Sá, as informações sobre o levantamento serão encaminhadas ao Ministério da Saúde e, possivelmente, estes municípios ficarão zerados no sistema nacional como se não tivessem realizado o LIRAa.
Ela explicou que no início do ano, o Ministério da Saúde determinou os períodos de realização do levantamento. "A partir disso, nós emitimos um ofício para os 75 municípios com as datas de realização e de entrega do resultado", disse a gerente, informando que ainda hoje entrará em contato com a gestão nacional para saber se poderá enviar posteriormente as informações dos municípios faltosos.
Sidney Sá salientou que não há justificativa para que os municípios não informem o LIRAa, considerando que sempre no início do ano é feita uma pactuação dos municípios com a SES e, a partir daí, entre a secretaria e o órgão federal para que 100% dos LIRAas sejam realizados. "O ministério determinada que sejam realizados quatro durante o ano, mas nós de Sergipe fazemos seis, ou seja, um a cada dois meses", disse.

Classificação - O município é classificado como de baixo risco no LIRAa quando o índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti medido está entre zero a 0,9%. Já o médio risco aponta um índice entre 1% a 3,9%. O alto risco é acima desse percentual. O cálculo é feito através de sorteio feito pelo sistema, onde o município lança, a cada dois meses, a quantidade de imóveis que tem, bem como indicando número de quadras e quarteirões. O sorteio, que é aleatório, indica quantos domicílios devem ser trabalhados no LIRAa, obedecendo a um percentual de 25%.
Embora o cenário apresentado pelo último LIRAa do ano seja satisfatório, a gerente do Núcleo de Endemias faz um alerta dirigido aos 28 municípios que apresentaram baixa infestação do mosquito.  "O indicador faz com que as pessoas relaxem no cuidado, mas este é o momento de estar em alerta porque o verão é mais crítico para o Aedes, que se reproduz em menor tempo devido às altas temperaturas. É importante que a visita do agente nos domicílios seja rotineira e não aleatória", sinalizou.