PF faz quatro apreensões em ação contra pornografia infantil

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 23/11/2018 às 06:45:00

 

A Polícia Federal em Sergipe participou ontem da 'Operação Atalaia', deflagrada em 12 estados e no Distrito Federal para combater crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes. Aqui no estado, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, sendo todos em Aracaju, mas cujos endereços não foram divulgados. Não houve prisões durante as buscas, mas os agentes federais apreenderam um notebook, dois celulares, quatro discos rígidos (HDs) e um pendrive. O material foi repassado para análise da perícia. 
Nacionalmente, a PF cumpriu um total de 60 mandados de busca e apreensão nos estados de Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Distrito Federal. Cerca de 300 policiais federais participam da operação e fizeram 18 prisões em flagrante, além de apresentarem cinco representações à Justiça solicitando a decretação da prisão de investigados. O caso que mais chamou a atenção foi em Juiz de Fora (MG), onde a PF encontrou um local que se suspeita ter sido utilizado por criminosos para a produção de material de pornografia infantil.
O cumprimento dos mandados tem como objetivo a apreensão de computadores e dispositivos eletrônicos utilizados na prática delitiva. Os crimes investigados consistem no armazenamento e na divulgação internacional, pela internet, de imagens e vídeos de pornografia infantil, estando previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente. As penas desse tipo de crime podem chegar a seis anos de reclusão e multa. A Polícia Federal também investiga eventuais delitos conexos, relativos à prática de violência sexual contra crianças e à produção do material pornográfico ilícito, cujas penas podem chegar a 15 anos de reclusão.
A operação foi intitulada Atalaia em referência ao termo de origem árabe que significa torre de observação e que designa, igualmente, a pessoa encarregada de vigiar determinada área. "A Polícia Federal tem envidado esforços especiais e qualificados na vigilância permanente da rede mundial de computadores no intuito de prevenir e reprimir crimes relacionados às violações sexuais contra crianças e adolescentes", diz o órgão, em nota oficial.

A Polícia Federal em Sergipe participou ontem da 'Operação Atalaia', deflagrada em 12 estados e no Distrito Federal para combater crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes. Aqui no estado, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, sendo todos em Aracaju, mas cujos endereços não foram divulgados. Não houve prisões durante as buscas, mas os agentes federais apreenderam um notebook, dois celulares, quatro discos rígidos (HDs) e um pendrive. O material foi repassado para análise da perícia. 
Nacionalmente, a PF cumpriu um total de 60 mandados de busca e apreensão nos estados de Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Distrito Federal. Cerca de 300 policiais federais participam da operação e fizeram 18 prisões em flagrante, além de apresentarem cinco representações à Justiça solicitando a decretação da prisão de investigados. O caso que mais chamou a atenção foi em Juiz de Fora (MG), onde a PF encontrou um local que se suspeita ter sido utilizado por criminosos para a produção de material de pornografia infantil.
O cumprimento dos mandados tem como objetivo a apreensão de computadores e dispositivos eletrônicos utilizados na prática delitiva. Os crimes investigados consistem no armazenamento e na divulgação internacional, pela internet, de imagens e vídeos de pornografia infantil, estando previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente. As penas desse tipo de crime podem chegar a seis anos de reclusão e multa. A Polícia Federal também investiga eventuais delitos conexos, relativos à prática de violência sexual contra crianças e à produção do material pornográfico ilícito, cujas penas podem chegar a 15 anos de reclusão.
A operação foi intitulada Atalaia em referência ao termo de origem árabe que significa torre de observação e que designa, igualmente, a pessoa encarregada de vigiar determinada área. "A Polícia Federal tem envidado esforços especiais e qualificados na vigilância permanente da rede mundial de computadores no intuito de prevenir e reprimir crimes relacionados às violações sexuais contra crianças e adolescentes", diz o órgão, em nota oficial.