MS reconhece equívoco e volta a habilitar leitos psiquiátricos do Hospital São José

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Publicada em 25/11/2018 às 06:52:00

 

A secretária municipal da Saúde, Waneska Barboza, juntamente com a técnica da Assessoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (Asplandi), Camille Arruda, e a coordenadora Financeira e Contábil da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Andreza Araújo, estiveram no Ministério da Saúde (MS), em Brasília, na última quinta-feira, para provar que os 14 leitos da urgência psiquiátrica do Hospital São José são devidamente utilizados por usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) de Aracaju, e que, por esse motivo, não poderiam sofrer corte de recursos para mantê-los.
Waneska revela que o MS reconheceu o equívoco e vai revogar a Portaria que cancelava o envio destas verbas. Na semana passada, a gestão foi surpreendida com uma Portaria em que constava um corte do recurso que vem para leitos de retaguarda de Saúde Mental em hospital geral, que são os leitos de internamento de urgência para pacientes com problemas de álcool e drogas no Hospital São José.
"A informação que o MS nos passava é que o recurso tinha sido cortado por não haver registro de produção desses leitos, ou seja, de internamento nestes leitos, que eles não estavam sendo utilizados. Imediatamente fizemos um levantamento e como são dados oficiais puxados pelo banco de dados do MS, o DataSUS, percebemos que constava sim registro de informação no período em que o ministério estava alegando. Então, decidimos ir diretamente ao MS, de forma presencial, para conversarmos e entendermos se o motivo, realmente, era esse", explicou a secretária.
Waneska acrescentou que o MS entendia realmente que o município de Aracaju não tinha produção relativa a esses leitos. "Nós ampliamos a discussão, além da Coordenação Nacional de Saúde Mental, fomos à Diretoria responsável pelos sistemas de informação e após comprovarmos que existia a produção, inclusive levantamos algumas Autorizações de Internamento Hospitalar (AIH's) do período para demonstrar que houve, sim, internamento. Os gestores do MS compreenderam e admitiram que havia tido um erro no levantamento dessas informações e que realmente não havia falta de registro em nenhum mês em Aracaju", afirmou.
Por conta da comprovação da regularidade do município, o MS informou que, de forma imediata, fará a retificação. 

A secretária municipal da Saúde, Waneska Barboza, juntamente com a técnica da Assessoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (Asplandi), Camille Arruda, e a coordenadora Financeira e Contábil da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Andreza Araújo, estiveram no Ministério da Saúde (MS), em Brasília, na última quinta-feira, para provar que os 14 leitos da urgência psiquiátrica do Hospital São José são devidamente utilizados por usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) de Aracaju, e que, por esse motivo, não poderiam sofrer corte de recursos para mantê-los.
Waneska revela que o MS reconheceu o equívoco e vai revogar a Portaria que cancelava o envio destas verbas. Na semana passada, a gestão foi surpreendida com uma Portaria em que constava um corte do recurso que vem para leitos de retaguarda de Saúde Mental em hospital geral, que são os leitos de internamento de urgência para pacientes com problemas de álcool e drogas no Hospital São José.
"A informação que o MS nos passava é que o recurso tinha sido cortado por não haver registro de produção desses leitos, ou seja, de internamento nestes leitos, que eles não estavam sendo utilizados. Imediatamente fizemos um levantamento e como são dados oficiais puxados pelo banco de dados do MS, o DataSUS, percebemos que constava sim registro de informação no período em que o ministério estava alegando. Então, decidimos ir diretamente ao MS, de forma presencial, para conversarmos e entendermos se o motivo, realmente, era esse", explicou a secretária.
Waneska acrescentou que o MS entendia realmente que o município de Aracaju não tinha produção relativa a esses leitos. "Nós ampliamos a discussão, além da Coordenação Nacional de Saúde Mental, fomos à Diretoria responsável pelos sistemas de informação e após comprovarmos que existia a produção, inclusive levantamos algumas Autorizações de Internamento Hospitalar (AIH's) do período para demonstrar que houve, sim, internamento. Os gestores do MS compreenderam e admitiram que havia tido um erro no levantamento dessas informações e que realmente não havia falta de registro em nenhum mês em Aracaju", afirmou.
Por conta da comprovação da regularidade do município, o MS informou que, de forma imediata, fará a retificação.