Tatuador é suspeito de dopar e estuprar duas vítimas

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Wagner Bruno Reis Leite tem 30 anos
Wagner Bruno Reis Leite tem 30 anos

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Publicada em 29/11/2018 às 06:56:00

 

Gabriel Damásio
A Polícia Civil confirmou ontem a prisão do tatuador Wagner Bruno Reis Leite, 30 anos, que foi detido na tarde desta terça-feira por agentes do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) e do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri). Ele teve a prisão preventiva decretada pelo Judiciário e é apontado como suspeito de molestar sexualmente mulheres e crianças em seu próprio estúdio de tatuagem, no Bairro Suissa (zona oeste de Aracaju). Pelo menos duas vítimas foram identificadas, sendo uma criança e uma mulher.
A acusação começou a ser investigada no início da semana, quando o DAGV recebeu a denúncia de que um homem teria abusado sexualmente de pessoas que estavam desacordadas - e que esses abusos teriam sido gravados em vídeos. A delegada Annecley França, do DAGV, informou que, durante as buscas na residência do tatuador, os policiais encontraram os vídeos dos abusos em seu computador e seu celular, além dos medicamentos de indução ao sono que eram utilizados para desacordar as vítimas. "As imagens nos vídeos mostram tanto as mulheres quanto as crianças desacordadas. Ainda estamos tentando descobrir de que forma ele dopava essas vítimas", disse ela.
A delegada afirmou ainda que o próprio Wagner Bruno confessou que produzia e participava diretamente dos vídeos dos atos sexuais, e que, além das duas vítimas identificadas, outras mulheres e crianças aparecem sendo violentadas, mas ainda não houve a identificação delas porque os rostos não aparecem nos vídeos. Já se sabe, no entanto, que as duas vítimas identificadas eram conhecidas do acusado. "A criança não fazia a tatuagem, mas frequentava a residência dele. A vítima mulher já teve um relacionamento amoroso com ele, terminou esse relacionamento, e no dia em que ela foi fazer uma tatuagem, ela foi dopada, porque ela disse não lembrar de ter mantido relações sexuais com ele, e só lembra que acordou apenas no dia seguinte", informou Annecley.
As vítimas foram encaminhadas para fazer exames de corpo delito no Instituto Médico-Legal e vão passar pelo acompanhamento da rede estadual de proteção às vítimas de violência sexual. Já o tatuador, além de estar sob prisão preventiva, foi indiciado por estupro de vulnerável e autuado em flagrante pela produção e pelo armazenamento do conteúdo pornográfico infantil, considerado crime pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ele já foi transferido para o sistema prisional. 

A Polícia Civil confirmou ontem a prisão do tatuador Wagner Bruno Reis Leite, 30 anos, que foi detido na tarde desta terça-feira por agentes do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) e do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri). Ele teve a prisão preventiva decretada pelo Judiciário e é apontado como suspeito de molestar sexualmente mulheres e crianças em seu próprio estúdio de tatuagem, no Bairro Suissa (zona oeste de Aracaju). Pelo menos duas vítimas foram identificadas, sendo uma criança e uma mulher.
A acusação começou a ser investigada no início da semana, quando o DAGV recebeu a denúncia de que um homem teria abusado sexualmente de pessoas que estavam desacordadas - e que esses abusos teriam sido gravados em vídeos. A delegada Annecley França, do DAGV, informou que, durante as buscas na residência do tatuador, os policiais encontraram os vídeos dos abusos em seu computador e seu celular, além dos medicamentos de indução ao sono que eram utilizados para desacordar as vítimas. "As imagens nos vídeos mostram tanto as mulheres quanto as crianças desacordadas. Ainda estamos tentando descobrir de que forma ele dopava essas vítimas", disse ela.
A delegada afirmou ainda que o próprio Wagner Bruno confessou que produzia e participava diretamente dos vídeos dos atos sexuais, e que, além das duas vítimas identificadas, outras mulheres e crianças aparecem sendo violentadas, mas ainda não houve a identificação delas porque os rostos não aparecem nos vídeos. Já se sabe, no entanto, que as duas vítimas identificadas eram conhecidas do acusado. "A criança não fazia a tatuagem, mas frequentava a residência dele. A vítima mulher já teve um relacionamento amoroso com ele, terminou esse relacionamento, e no dia em que ela foi fazer uma tatuagem, ela foi dopada, porque ela disse não lembrar de ter mantido relações sexuais com ele, e só lembra que acordou apenas no dia seguinte", informou Annecley.
As vítimas foram encaminhadas para fazer exames de corpo delito no Instituto Médico-Legal e vão passar pelo acompanhamento da rede estadual de proteção às vítimas de violência sexual. Já o tatuador, além de estar sob prisão preventiva, foi indiciado por estupro de vulnerável e autuado em flagrante pela produção e pelo armazenamento do conteúdo pornográfico infantil, considerado crime pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ele já foi transferido para o sistema prisional.