Mãe e filho são julgados por assassinato de cabo da PM

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Publicada em 30/11/2018 às 06:54:00

 

Começou ontem de manhã, no Fórum Artur Oscar de Oliveira Déda, em Nossa Senhora do Socorro (Grande Aracaju), o julgamento dos acusados pelo assassinato do cabo da Polícia Militar Jeová Santos, que foi morto a tiros em 8 de agosto de 2015, no Parque dos Faróis. Os réus são a ex-companheira do policial, Andreia Coelho Santos, apontada como mandante e articuladora do crome, e o filho dela, Cleverton Coelho Santos, apontado como executor e que chegou a ser preso na época do crime, mas fugiu em 2016 e foi recapturado nesta semana no Conjunto João Alves. 
Os dois foram processados por homicídio duplamente qualificado e furto de arma de fogo. A polícia apurou na ocasião que a morte do cabo teve como pano de fundo uma crise familiar e conjugal. Andréa acusava Jeová de traição e envolvimento com outras mulheres. O militar, por sua vez, teria expulsado Cleverton de casa após descobrir que ele estava envolvido com um grupo de assaltantes e traficantes de drogas. A defesa de Cleverton afirma que o cliente teria matado o padrasto porque a mãe era agredida. Já a defesa de Andreia sustenta a negação da autoria do crime e que ela não tinha conhecimento do crime.
O julgamento teve uma pausa para o almoço no começo da tarde e não foi concluído até o fechamento desta edição. 

Começou ontem de manhã, no Fórum Artur Oscar de Oliveira Déda, em Nossa Senhora do Socorro (Grande Aracaju), o julgamento dos acusados pelo assassinato do cabo da Polícia Militar Jeová Santos, que foi morto a tiros em 8 de agosto de 2015, no Parque dos Faróis. Os réus são a ex-companheira do policial, Andreia Coelho Santos, apontada como mandante e articuladora do crome, e o filho dela, Cleverton Coelho Santos, apontado como executor e que chegou a ser preso na época do crime, mas fugiu em 2016 e foi recapturado nesta semana no Conjunto João Alves. 
Os dois foram processados por homicídio duplamente qualificado e furto de arma de fogo. A polícia apurou na ocasião que a morte do cabo teve como pano de fundo uma crise familiar e conjugal. Andréa acusava Jeová de traição e envolvimento com outras mulheres. O militar, por sua vez, teria expulsado Cleverton de casa após descobrir que ele estava envolvido com um grupo de assaltantes e traficantes de drogas. A defesa de Cleverton afirma que o cliente teria matado o padrasto porque a mãe era agredida. Já a defesa de Andreia sustenta a negação da autoria do crime e que ela não tinha conhecimento do crime.
O julgamento teve uma pausa para o almoço no começo da tarde e não foi concluído até o fechamento desta edição.