Deputado explica fechamento do matadouro de Ribeirópolis

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Publicada em 30/11/2018 às 07:11:00

 

A suspensão das ati-
vidades do mata-
douro de Ribeirópolis por parte do prefeito Antônio Passos, foi explicada na sessão desta quinta-feira pelo deputado Georgeo Passos (REDE), filho do gestor. O parlamentar informou que o fechamento foi inevitável devido a aplicação de uma multa de R$ 30 mil por parte da Administração Estadual de Meio Ambiente (Adema), em virtude do funcionamento sem a liberação ambiental.
"Na última terça-feira, o prefeito Antônio Passos baixou um decreto no município suspendendo as atividades do matadouro de forma temporária, até que o município consiga a licença ambiental por parte da Adema, pois já existem várias autuações. O município vem sendo cobrado tanto pela Adema como pelo próprio Ministério Público para a resolução dessa questão ambiental. O prefeito sempre busca recursos para solucionar a questão e fazer uma reforma no matadouro", esclarece.
Georgeo Passos informou que na última semana a Prefeitura de Ribeirópolis recebeu mais uma multa por parte da Adema. "Com isso, o prefeito decidiu preventivamente para que se evitem novas multas, suspender as atividades no matadouro", destaca exibindo o documento com o auto de infração e acrescentando que ano passado já havia uma determinação por parte da Adema para a paralisação das atividades.
"Como o prefeito vinha buscando recursos junto ao Governo Federal, ele manteve o matadouro aberto e esse ano numa nova fiscalização da Adema, foi lavrado esse auto, onde demonstra que foi aplicada uma multa de 30 mil reais no final de setembro, em virtude do descumprimento e o prefeito preventivamente suspendeu as atividades esta semana. Lógico que é uma preocupação com a questão social e de saúde pública. As pessoas não estão tendo onde matar o gado, pois os outros municípios também passam por dificuldades", lamenta.
O deputado anunciou uma reunião para a próxima segunda-feira, 3 entre o prefeito de Ribeirópolis, representantes da Adema e do Ministério Público Estadual. "Ontem participamos de uma audiência acompanhando o prefeito, com integrantes do Ministério Público, do Poder Judiciário e da Adema. No caso da Ação Civil Pública, o promotor pediu à Adema, celeridade no processo e na próxima segunda-feira, vai acontecer uma audiência para que busquemos uma alternativa para cumprir a legislação ambiental, mas que também não seja necessário encerrar as atividades do matadouro que já tem mais de 20 anos, devendo ser reformado ou retirado do local", espera.
Crise - A deputada Maria Mendonça (PSDB) lamentou a situação destacando que os marchantes estão percorrendo vários abatedouros e não estão conseguindo abater os bois.
"É uma situação muito grave, um problema em que muitas famílias estão desempregadas e passando por necessidades.  Toda essa exigência da legislação preocupa porque está levando ao caos. Se os marchantes não tem aonde abater os bois, terminam abatendo clandestinamente e prejudicando a saúde da população como um todo. É preciso o Ministério Público, os municípios, o Governo, sentarem para resolver essa situação. Os marchantes estão percorrendo vários locais sem conseguir abater, a exemplo de Carira, Frei Paulo e Ribeirópolis. O frigorífico particular de Itabaiana está superlotado e é mais caro. Com isso, a alternativa é abater no frigorífico de Propriá", lamenta.

A suspensão das ati- vidades do mata- douro de Ribeirópolis por parte do prefeito Antônio Passos, foi explicada na sessão desta quinta-feira pelo deputado Georgeo Passos (REDE), filho do gestor. O parlamentar informou que o fechamento foi inevitável devido a aplicação de uma multa de R$ 30 mil por parte da Administração Estadual de Meio Ambiente (Adema), em virtude do funcionamento sem a liberação ambiental.
"Na última terça-feira, o prefeito Antônio Passos baixou um decreto no município suspendendo as atividades do matadouro de forma temporária, até que o município consiga a licença ambiental por parte da Adema, pois já existem várias autuações. O município vem sendo cobrado tanto pela Adema como pelo próprio Ministério Público para a resolução dessa questão ambiental. O prefeito sempre busca recursos para solucionar a questão e fazer uma reforma no matadouro", esclarece.
Georgeo Passos informou que na última semana a Prefeitura de Ribeirópolis recebeu mais uma multa por parte da Adema. "Com isso, o prefeito decidiu preventivamente para que se evitem novas multas, suspender as atividades no matadouro", destaca exibindo o documento com o auto de infração e acrescentando que ano passado já havia uma determinação por parte da Adema para a paralisação das atividades.
"Como o prefeito vinha buscando recursos junto ao Governo Federal, ele manteve o matadouro aberto e esse ano numa nova fiscalização da Adema, foi lavrado esse auto, onde demonstra que foi aplicada uma multa de 30 mil reais no final de setembro, em virtude do descumprimento e o prefeito preventivamente suspendeu as atividades esta semana. Lógico que é uma preocupação com a questão social e de saúde pública. As pessoas não estão tendo onde matar o gado, pois os outros municípios também passam por dificuldades", lamenta.
O deputado anunciou uma reunião para a próxima segunda-feira, 3 entre o prefeito de Ribeirópolis, representantes da Adema e do Ministério Público Estadual. "Ontem participamos de uma audiência acompanhando o prefeito, com integrantes do Ministério Público, do Poder Judiciário e da Adema. No caso da Ação Civil Pública, o promotor pediu à Adema, celeridade no processo e na próxima segunda-feira, vai acontecer uma audiência para que busquemos uma alternativa para cumprir a legislação ambiental, mas que também não seja necessário encerrar as atividades do matadouro que já tem mais de 20 anos, devendo ser reformado ou retirado do local", espera.

Crise - A deputada Maria Mendonça (PSDB) lamentou a situação destacando que os marchantes estão percorrendo vários abatedouros e não estão conseguindo abater os bois.
"É uma situação muito grave, um problema em que muitas famílias estão desempregadas e passando por necessidades.  Toda essa exigência da legislação preocupa porque está levando ao caos. Se os marchantes não tem aonde abater os bois, terminam abatendo clandestinamente e prejudicando a saúde da população como um todo. É preciso o Ministério Público, os municípios, o Governo, sentarem para resolver essa situação. Os marchantes estão percorrendo vários locais sem conseguir abater, a exemplo de Carira, Frei Paulo e Ribeirópolis. O frigorífico particular de Itabaiana está superlotado e é mais caro. Com isso, a alternativa é abater no frigorífico de Propriá", lamenta.