Mulher é absolvida por morte de cabo; filho é condenado

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Publicada em 01/12/2018 às 07:01:00

 

O julgamento dos acusados pelo assassinato do cabo da Polícia Militar Jeová Santos, que foi morto a tiros em 8 de agosto de 2015, no Parque dos Faróis, em Nossa Senhora do Socorro (Grande Aracaju), terminou ao início da madrugada de ontem no Fórum Artur Oscar de Oliveira Déda. A ex-companheira do policial, Andreia Coelho Santos, foi absolvida da acusação de ser a suposta mandante e articuladora do crime. Já o filho dela, Cleverton Coelho Santos, apontado como executor e que chegou a ser preso na época do crime, foi condenado a oito anos de prisão em regime fechado.
Com base nos debates das teses entre as bancas de acusação e defesa, os jurados entenderam por maioria que não haviam provas concretas da participação direta de Andreia no crime, nem que ela tivesse conhecimento de um suposto plano para a morte do policial. Já contra Cleverton, a sentença do juiz Bruno Laskowski Staczuk considerou que o réu confessou o crime e atacou o policial enquanto ele dormia. "As circunstâncias do crime excederam as previstas no tipo penal, pois foi praticado com recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa do ofendido. Tal vetorial está sendo utilizada para elevar o delito de homicídio em sua modalidade básica para a forma qualificada. (...) A conduta da vítima, face ao reconhecimento da qualificadora do motivo fútil, não contribuiu, para a prática do delito", diz a sentença.
Cleverton foi condenado inicialmente a 12 anos de prisão, mas a pena caiu para oito anos em virtude da confissão do crime e de o réu ser menor de 21 anos na época em que o crime aconteceu. Andreia, por sua vez, que estava detida no Presídio Feminino de Socorro, recebeu um alvará de soltura e foi libertada ainda na manhã de ontem. A decisão cabe recurso da parte do Ministério Público. 

O julgamento dos acusados pelo assassinato do cabo da Polícia Militar Jeová Santos, que foi morto a tiros em 8 de agosto de 2015, no Parque dos Faróis, em Nossa Senhora do Socorro (Grande Aracaju), terminou ao início da madrugada de ontem no Fórum Artur Oscar de Oliveira Déda. A ex-companheira do policial, Andreia Coelho Santos, foi absolvida da acusação de ser a suposta mandante e articuladora do crime. Já o filho dela, Cleverton Coelho Santos, apontado como executor e que chegou a ser preso na época do crime, foi condenado a oito anos de prisão em regime fechado.
Com base nos debates das teses entre as bancas de acusação e defesa, os jurados entenderam por maioria que não haviam provas concretas da participação direta de Andreia no crime, nem que ela tivesse conhecimento de um suposto plano para a morte do policial. Já contra Cleverton, a sentença do juiz Bruno Laskowski Staczuk considerou que o réu confessou o crime e atacou o policial enquanto ele dormia. "As circunstâncias do crime excederam as previstas no tipo penal, pois foi praticado com recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa do ofendido. Tal vetorial está sendo utilizada para elevar o delito de homicídio em sua modalidade básica para a forma qualificada. (...) A conduta da vítima, face ao reconhecimento da qualificadora do motivo fútil, não contribuiu, para a prática do delito", diz a sentença.
Cleverton foi condenado inicialmente a 12 anos de prisão, mas a pena caiu para oito anos em virtude da confissão do crime e de o réu ser menor de 21 anos na época em que o crime aconteceu. Andreia, por sua vez, que estava detida no Presídio Feminino de Socorro, recebeu um alvará de soltura e foi libertada ainda na manhã de ontem. A decisão cabe recurso da parte do Ministério Público.