Skatista fala sobre preconceito sofrido por ser mulher no esporte

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Publicada em 02/12/2018 às 10:52:00

 

Até meados do século 20, mulheres encontravam barreiras para estarem inseridas em meios tipicamente masculinos. Um deles, o esporte, aos poucos foi cedendo frente a força feminina e os movimentos históricos de luta feminista.
A skatista e influenciadora digital Fernanda Creazzo, conhecida como Mafê no meio esportivo, relata o que o skatismo representa na sua vida: "Pra mim ser skatista é mais que um esporte, é a essência da minha vida. Foi o skate quem me proporcionou o meu sustento e da minha família. O Skate é a minha válvula de escape pra qualquer problema."
Fernanda tem a percepção de que os tempos atuais oferecem um novo panorama para as mulheres no esporte: "ser mulher skatista hoje é diferente de antigamente, meu ponto de vista. Haviam muitos estereótipos. Ate o jeito de se vestir era diferente. Hoje as minas se vestem bem, ate quem não é skatista quer se vestir igual. Eu nas antigas usava baby look, calça big e corrente amarrada na carteira (risos). Devido aos estereótipos, eu só conseguia andar com menino, porque as minas não eram que nem eu, e tipo, eu sempre fui maloqueira. Gostava de rua". 

Até meados do século 20, mulheres encontravam barreiras para estarem inseridas em meios tipicamente masculinos. Um deles, o esporte, aos poucos foi cedendo frente a força feminina e os movimentos históricos de luta feminista.
A skatista e influenciadora digital Fernanda Creazzo, conhecida como Mafê no meio esportivo, relata o que o skatismo representa na sua vida: "Pra mim ser skatista é mais que um esporte, é a essência da minha vida. Foi o skate quem me proporcionou o meu sustento e da minha família. O Skate é a minha válvula de escape pra qualquer problema."
Fernanda tem a percepção de que os tempos atuais oferecem um novo panorama para as mulheres no esporte: "ser mulher skatista hoje é diferente de antigamente, meu ponto de vista. Haviam muitos estereótipos. Ate o jeito de se vestir era diferente. Hoje as minas se vestem bem, ate quem não é skatista quer se vestir igual. Eu nas antigas usava baby look, calça big e corrente amarrada na carteira (risos). Devido aos estereótipos, eu só conseguia andar com menino, porque as minas não eram que nem eu, e tipo, eu sempre fui maloqueira. Gostava de rua".