CBG promoveu I Seminário de GR em Aracaju

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Publicada em 07/12/2018 às 04:39:00

 

Com a participação de atletas, treinadores, dirigentes, pais de ginastas e outros integrantes da comunidade esportiva, o 1º Seminário Nacional de ginástica rítmica trouxe importantes discussões e traçou um panorama da modalidade para 2019. O evento aconteceu durante a disputa do Campeonato Brasileiro de Conjuntos "Ilona Peuker", em Aracaju.
Durante dois dias, ginastas, dirigentes, pais de ginastas, treinadores e profissionais de educação física ligados à modalidade puderam trocar experiências, informações e se atualizaram sobre as últimas ações promovidas pela CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) para o desenvolvimento do esporte.
"Realizar este primeiro Seminário da Ginástica Rítmica foi de um valor inestimável. Pudemos abordar temas muito relevantes como combate ao assédio, doping e o trabalho de prevenção de lesões. Além disso, pudemos falar um pouco mais sobre o plano para o lançamento da escola de treinadores, que será a realização de um sonho, não só meu, mas de toda a comunidade da ginástica rítmica", afirmou a presidente da CBG, Luciene Resende.
Assessor jurídico da CBG, Paulo Schmidt falou sobre o combate a assédios, abusos e racismo, além de comentar sobre as implicações jurídicas do doping no esporte. Segundo o assessor jurídico da CBG, a entidade prega tolerância zero para comportamentos que prejudiquem a saúde psicológica dos atletas e enalteceu iniciativas como a realização do seminário. "Projetos educativos como o seminário em Aracaju estão no rol de nossas metas rotineiras, didáticas e de aprendizado permanente no campo da ética e disciplina", disse Paulo Schmidt.
Durante o evento, treinadores das equipes participantes do Brasileiro de Conjunto assinaram o Termo de Convivência, seguindo o programa criado pela CBG de combate ao assédio. O termo já havia sido assinado por atletas e treinadores das seleções brasileiras de outras modalidades da ginástica.
Prevenção de lesões - Ponto preocupante no esporte de alto rendimento, a prevenção de lesões também foi abordada durante o seminário. Convidado a falar sobre o tema, o professor doutor Paulo Márcio Oliveira, fisioterapeuta da Seleção Brasileira de ginástica rítmica, falou, entre outras coisas, sobre a necessidade de treinamentos específicos em determinadas situações.
"Na fase adulta, os atletas se encontram em condições de sustentar os princípios dos treinamentos esportivos, como volume e sobrecarga. Isso é diretamente relacionado aos atletas de elite, principalmente os que buscam vagas em competições internacionais, como os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Senti que houve uma ótima repercussão, onde todos os técnicos tiraram suas dúvidas e deverão implementar um trabalho de prevenção muito interessante desde a base até chegar à seleção brasileira", afirmou.

Com a participação de atletas, treinadores, dirigentes, pais de ginastas e outros integrantes da comunidade esportiva, o 1º Seminário Nacional de ginástica rítmica trouxe importantes discussões e traçou um panorama da modalidade para 2019. O evento aconteceu durante a disputa do Campeonato Brasileiro de Conjuntos "Ilona Peuker", em Aracaju.
Durante dois dias, ginastas, dirigentes, pais de ginastas, treinadores e profissionais de educação física ligados à modalidade puderam trocar experiências, informações e se atualizaram sobre as últimas ações promovidas pela CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) para o desenvolvimento do esporte.
"Realizar este primeiro Seminário da Ginástica Rítmica foi de um valor inestimável. Pudemos abordar temas muito relevantes como combate ao assédio, doping e o trabalho de prevenção de lesões. Além disso, pudemos falar um pouco mais sobre o plano para o lançamento da escola de treinadores, que será a realização de um sonho, não só meu, mas de toda a comunidade da ginástica rítmica", afirmou a presidente da CBG, Luciene Resende.
Assessor jurídico da CBG, Paulo Schmidt falou sobre o combate a assédios, abusos e racismo, além de comentar sobre as implicações jurídicas do doping no esporte. Segundo o assessor jurídico da CBG, a entidade prega tolerância zero para comportamentos que prejudiquem a saúde psicológica dos atletas e enalteceu iniciativas como a realização do seminário. "Projetos educativos como o seminário em Aracaju estão no rol de nossas metas rotineiras, didáticas e de aprendizado permanente no campo da ética e disciplina", disse Paulo Schmidt.
Durante o evento, treinadores das equipes participantes do Brasileiro de Conjunto assinaram o Termo de Convivência, seguindo o programa criado pela CBG de combate ao assédio. O termo já havia sido assinado por atletas e treinadores das seleções brasileiras de outras modalidades da ginástica.

Prevenção de lesões - Ponto preocupante no esporte de alto rendimento, a prevenção de lesões também foi abordada durante o seminário. Convidado a falar sobre o tema, o professor doutor Paulo Márcio Oliveira, fisioterapeuta da Seleção Brasileira de ginástica rítmica, falou, entre outras coisas, sobre a necessidade de treinamentos específicos em determinadas situações.
"Na fase adulta, os atletas se encontram em condições de sustentar os princípios dos treinamentos esportivos, como volume e sobrecarga. Isso é diretamente relacionado aos atletas de elite, principalmente os que buscam vagas em competições internacionais, como os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Senti que houve uma ótima repercussão, onde todos os técnicos tiraram suas dúvidas e deverão implementar um trabalho de prevenção muito interessante desde a base até chegar à seleção brasileira", afirmou.