Indústria gráfica espera um 2019 melhor

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Walter Castro, presidente do Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado de Sergipe (SIGES)
Walter Castro, presidente do Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado de Sergipe (SIGES)

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Publicada em 12/12/2018 às 06:49:00

 

Um modelo de negó-
cios em constante 
evolução. Assim pode ser definido o panorama das indústrias gráficas no Brasil. Com a tecnologia cada dia mais fazendo parte do cotidiano do segmento, a inovação é fator primordial para a sobrevivência deste setor que se estima empregar mais de 180 mil pessoas, de acordo com último levantamento divulgado pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf).  Em um ano em que foi iniciada uma diminuta recuperação econômica, as expectativas para 2019 tendem a ser mais elevadas.
Com um novo governo federal e as promessas de ajustes na economia que farão o Brasil voltar a crescer, o setor gráfico espera por dias melhores. Um dos fatores que acarretam essa esperança é a possibilidade do valor do dólar permanecer mais baixo e estável, barateando o valor da celulose, que é regido pelo mercado internacional.  Além disso, o investimento em novas tecnologias, especialmente aquelas voltadas à impressão digital acarretarão em agilidade e qualidade na produção. O cliente satisfeito é importante para a sobrevivência do negócio.
Num país em que o mercado de embalagens corresponde a 48,6% da produção, de acordo com a Abigraf, a retomada do crescimento da indústria é animador para a volta de um volume de negócios considerável. Também é importante ressaltar ações que incentivem o hábito da leitura, como o Projeto de Lei que tramita ainda na Câmara dos Deputados, sobre um percentual de 3% para a compra de livros para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). A ampliação de políticas públicas dessa envergadura, além de beneficiar os cidadãos através da cultura, ajudaria, e muito, as indústrias gráficas brasileiras.
O perfil da indústria gráfica no Brasil é composto de 81,7% de micro e 15,5% de pequenas empresas. Por isso, é importante a união do setor em torno de uma associação, como a Abigraf Nacional e nos próprios estados, caso do Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado de Sergipe (SIGES). Para o seu presidente, Walter Castro, é primordial essa interação entre os empresários para fortalecer o ambiente de negócios. "O SIGES está a disposição para auxiliar o industrial na relação com a federação das indústrias, na busca por capacitações e melhorias ao nosso trabalho. Valorizamos a participação em prêmios e sempre estamos em busca de parcerias para melhor atender toda nossa classe", afirma.

Um modelo de negó- cios em constante  evolução. Assim pode ser definido o panorama das indústrias gráficas no Brasil. Com a tecnologia cada dia mais fazendo parte do cotidiano do segmento, a inovação é fator primordial para a sobrevivência deste setor que se estima empregar mais de 180 mil pessoas, de acordo com último levantamento divulgado pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf).  Em um ano em que foi iniciada uma diminuta recuperação econômica, as expectativas para 2019 tendem a ser mais elevadas.
Com um novo governo federal e as promessas de ajustes na economia que farão o Brasil voltar a crescer, o setor gráfico espera por dias melhores. Um dos fatores que acarretam essa esperança é a possibilidade do valor do dólar permanecer mais baixo e estável, barateando o valor da celulose, que é regido pelo mercado internacional.  Além disso, o investimento em novas tecnologias, especialmente aquelas voltadas à impressão digital acarretarão em agilidade e qualidade na produção. O cliente satisfeito é importante para a sobrevivência do negócio.
Num país em que o mercado de embalagens corresponde a 48,6% da produção, de acordo com a Abigraf, a retomada do crescimento da indústria é animador para a volta de um volume de negócios considerável. Também é importante ressaltar ações que incentivem o hábito da leitura, como o Projeto de Lei que tramita ainda na Câmara dos Deputados, sobre um percentual de 3% para a compra de livros para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). A ampliação de políticas públicas dessa envergadura, além de beneficiar os cidadãos através da cultura, ajudaria, e muito, as indústrias gráficas brasileiras.
O perfil da indústria gráfica no Brasil é composto de 81,7% de micro e 15,5% de pequenas empresas. Por isso, é importante a união do setor em torno de uma associação, como a Abigraf Nacional e nos próprios estados, caso do Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado de Sergipe (SIGES). Para o seu presidente, Walter Castro, é primordial essa interação entre os empresários para fortalecer o ambiente de negócios. "O SIGES está a disposição para auxiliar o industrial na relação com a federação das indústrias, na busca por capacitações e melhorias ao nosso trabalho. Valorizamos a participação em prêmios e sempre estamos em busca de parcerias para melhor atender toda nossa classe", afirma.