Ciganos que mataram dois são condenados a 32 anos de prisão

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Publicada em 12/12/2018 às 06:51:00

 

O Tribunal do Júri da Comarca de Aquidabã condenou os ciganos Josuel dos Santos e Rozamir dos Santos, considerando-os culpados pelos assassinatos do professor Edvaldo Lourenço Souza e do técnico Francisco Tavares dos Santos, além da tentativa de homicídio contra Cláudio Dias Mouro. O crime aconteceu em 19 de junho de 2014, após uma confusão em um bar do povoado Caatinga, em Aquidabã (Baixo São Francisco). Os réus foram julgados ontem no Fórum Gumercindo Bessa, em Aracaju, em uma sessão de quase oito horas. Cada um dos acusados foi punido com 32 anos de prisão em regime fechado, pela soma dos três crimes. 
O julgamento foi transferido para a capital por causa de incidentes ocorridos durante a fase de instrução do processo, quando cerca de 200 ciganos chegaram a cercar o fórum de Aquidabã para dar apoio aos réus. Durante a fase inicial, o advogado de defesa Evaldo Campos tentou anular o julgamento porque a acusação apresentou informações de um segundo processo judicial aberto contra os acusados em Alagoas, e no qual eles foram condenados por outros assassinatos. O promotor Waltenberg Lima de Sá argumentou que estes fatos são importantes para o contexto do processo e conseguiu que o julgamento prosseguisse.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, os ciganos estavam em um bar ouvindo som de carro quando as vítimas chegaram também com som automotivo. Uma disputa entre eles começou, com um pedindo para o outro baixar o volume do outro. Isso virou uma discussão. As vítimas então saíram do bar e foram para o povoado Caatinga. A noite, os suspeitos fizeram uma emboscada quando as vítimas saíram do povoado e perseguiram o carro delas até executarem o crime. Josuel e Rozamir foram presos em setembro de 2014, no litoral de São Paulo. A defesa sustentou a negativa de autoria e alegou que os três teriam sido vítimas de uma emboscada deu um grupo rival também formado por ciganos. 

O Tribunal do Júri da Comarca de Aquidabã condenou os ciganos Josuel dos Santos e Rozamir dos Santos, considerando-os culpados pelos assassinatos do professor Edvaldo Lourenço Souza e do técnico Francisco Tavares dos Santos, além da tentativa de homicídio contra Cláudio Dias Mouro. O crime aconteceu em 19 de junho de 2014, após uma confusão em um bar do povoado Caatinga, em Aquidabã (Baixo São Francisco). Os réus foram julgados ontem no Fórum Gumercindo Bessa, em Aracaju, em uma sessão de quase oito horas. Cada um dos acusados foi punido com 32 anos de prisão em regime fechado, pela soma dos três crimes. 
O julgamento foi transferido para a capital por causa de incidentes ocorridos durante a fase de instrução do processo, quando cerca de 200 ciganos chegaram a cercar o fórum de Aquidabã para dar apoio aos réus. Durante a fase inicial, o advogado de defesa Evaldo Campos tentou anular o julgamento porque a acusação apresentou informações de um segundo processo judicial aberto contra os acusados em Alagoas, e no qual eles foram condenados por outros assassinatos. O promotor Waltenberg Lima de Sá argumentou que estes fatos são importantes para o contexto do processo e conseguiu que o julgamento prosseguisse.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, os ciganos estavam em um bar ouvindo som de carro quando as vítimas chegaram também com som automotivo. Uma disputa entre eles começou, com um pedindo para o outro baixar o volume do outro. Isso virou uma discussão. As vítimas então saíram do bar e foram para o povoado Caatinga. A noite, os suspeitos fizeram uma emboscada quando as vítimas saíram do povoado e perseguiram o carro delas até executarem o crime. Josuel e Rozamir foram presos em setembro de 2014, no litoral de São Paulo. A defesa sustentou a negativa de autoria e alegou que os três teriam sido vítimas de uma emboscada deu um grupo rival também formado por ciganos.