Talysson e Diná Almeida também podem ser cassados

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Publicada em 12/12/2018 às 06:52:00

 

O Ministério Público Eleitoral em Sergipe ajuizou uma representação contra o prefeito de Itabaiana, Valmir dos Santos Costa, e o deputado estadual eleito Talysson Barbosa Costa, por compra de votos. Se a ação for julgada procedente, Talysson poderá ter o mandato cassado. No documento, o MPE afirma que Valmir doou dinheiro a eleitores com objetivo de captar votos para seu filho, Talysson Barbosa. Nas imagens apresentadas pelo MPF à Justiça Eleitoral, o prefeito aparece dando dinheiro a três eleitores.
Segundo a legislação, a compra de votos se caracteriza toda vez que ao eleitor for oferecido, prometido ou entregue bem ou vantagem no intuito de conquistar-lhe o voto. "Para a caracterização da conduta ilícita, é desnecessário o pedido explícito de votos, bastando a evidência do dolo, consistente no especial fim de agir", explica a procuradora regional eleitoral Eunice Dantas. 
Tobias - A procuradora pediu também a cassação do mandato da deputada estadual eleita Maria Valdiná Almeida, conhecida como 'Diná Almeida', por abuso de poder econômico e abuso de autoridade nas eleições de 2018. Segundo a Eunice, a candidata utilizou durante a campanha, a estrutura administrativa da prefeitura de Tobias Barreto. Para a promotoria, há a suspeita de desvio de recursos da prefeitura e uma "sequência de fatos" cometidos pela administração municipal para promover politicamente a primeira-dama da cidade. 
De acordo com investigação iniciada pelo promotor eleitoral da Comarca de Tobias Barreto, Paulo José Francisco Alves Filho, o uso da estrutura da prefeitura em favor de Diná Almeida foi repetido e ostensivo. A campanha da candidata usou o mesmo tom de azul da publicidade da prefeitura em suas peças de divulgação e adaptou o slogan da administração municipal para sua publicidade. Enquanto a prefeitura usava "A união de todos desenvolve e fortalece nosso município", Diná Almeida carregava faixas em suas caminhadas com o slogan "Juntos podemos fortalecer a nossa gente".
Também são réus na ação o prefeito de Tobias Barreto Diógenes Almeida e o filho deles, Diógenes José De Oliveira Almeida Júnior (Júnior de Diógenes) que é secretário no município. Foram processados ainda a líder comunitária Luisete de Souza Neto (Luisete de Samambaia) e os radialistas Anailton Fernandes da Silva Costa e Gilson Ramos, funcionários da Luandê FM, empresa de propriedade do prefeito Diógenes Almeida.

O Ministério Público Eleitoral em Sergipe ajuizou uma representação contra o prefeito de Itabaiana, Valmir dos Santos Costa, e o deputado estadual eleito Talysson Barbosa Costa, por compra de votos. Se a ação for julgada procedente, Talysson poderá ter o mandato cassado. No documento, o MPE afirma que Valmir doou dinheiro a eleitores com objetivo de captar votos para seu filho, Talysson Barbosa. Nas imagens apresentadas pelo MPF à Justiça Eleitoral, o prefeito aparece dando dinheiro a três eleitores.
Segundo a legislação, a compra de votos se caracteriza toda vez que ao eleitor for oferecido, prometido ou entregue bem ou vantagem no intuito de conquistar-lhe o voto. "Para a caracterização da conduta ilícita, é desnecessário o pedido explícito de votos, bastando a evidência do dolo, consistente no especial fim de agir", explica a procuradora regional eleitoral Eunice Dantas. 

Tobias - A procuradora pediu também a cassação do mandato da deputada estadual eleita Maria Valdiná Almeida, conhecida como 'Diná Almeida', por abuso de poder econômico e abuso de autoridade nas eleições de 2018. Segundo a Eunice, a candidata utilizou durante a campanha, a estrutura administrativa da prefeitura de Tobias Barreto. Para a promotoria, há a suspeita de desvio de recursos da prefeitura e uma "sequência de fatos" cometidos pela administração municipal para promover politicamente a primeira-dama da cidade. 
De acordo com investigação iniciada pelo promotor eleitoral da Comarca de Tobias Barreto, Paulo José Francisco Alves Filho, o uso da estrutura da prefeitura em favor de Diná Almeida foi repetido e ostensivo. A campanha da candidata usou o mesmo tom de azul da publicidade da prefeitura em suas peças de divulgação e adaptou o slogan da administração municipal para sua publicidade. Enquanto a prefeitura usava "A união de todos desenvolve e fortalece nosso município", Diná Almeida carregava faixas em suas caminhadas com o slogan "Juntos podemos fortalecer a nossa gente".
Também são réus na ação o prefeito de Tobias Barreto Diógenes Almeida e o filho deles, Diógenes José De Oliveira Almeida Júnior (Júnior de Diógenes) que é secretário no município. Foram processados ainda a líder comunitária Luisete de Souza Neto (Luisete de Samambaia) e os radialistas Anailton Fernandes da Silva Costa e Gilson Ramos, funcionários da Luandê FM, empresa de propriedade do prefeito Diógenes Almeida.