Cerca de 387 pessoas privadas de liberdade se inscreveram nos Exames Supletivos

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Publicada em 13/12/2018 às 05:24:00

 

O Governo de Sergipe, por intermédio das secretarias de Estado da Educação e de Justiça e Defesa do Consumidor, disponibiliza à população carcerária das nove unidades de privação de liberdade do Estado a oportunidade de concluir os ensinos fundamental e médio através do Serviço de Educação de Jovens e Adultos. Em Sergipe, cerca de 387 pessoas se inscreveram em 2018 nos Exames Supletivos e no Exame Nacional de Certificação de Competência de Jovens e Adultos (Encceja).
Mais de 234 pessoas estão matriculadas na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA) para o ensino fundamental, já que os dados da Secretaria de Estado da Justiça apontam que cerca de 70% da população privada de liberdade, principalmente nas unidades masculinas, está em defasagem de idade/série e desenham um quadro de pessoas com o ensino fundamental incompleto.
Por conta da baixa escolaridade entre a população privada de liberdade, o Governo de Sergipe enfrenta essa realidade disponibilizando nos presídios, complexos penitenciários e cadeias públicas a modalidade de Educação de Jovens e Adultos para que a comunidade carcerária possa completar seus estudos, principalmente, contribuindo para o processo de ressocialização.
 "A Educação de Jovens e Adultos é de fundamental importância para que essa população tenha a oportunidade de ser alfabetizada e conclua a educação básica. Sabemos que a EJA vai mais além do pedagógico e funciona como um alicerce para melhorar a autoestima e a inclusão social, além de representar uma luz no horizonte para a ressocialização", afirma o secretário de Estado da Educação, Josué Modesto dos Passos Subrinho.
Das 387 pessoas privadas de liberdade que se inscreveram em 2018 nas modalidades de seleções do Serviço de Educação de Jovens e Adultos (Seja), 114 procuraram os Exames Supletivos e, destes, 18 já concluíram todas as disciplinas exigentes para o ensino fundamental e dois foram certificados para o ensino médio até novembro de 2018.

O Governo de Sergipe, por intermédio das secretarias de Estado da Educação e de Justiça e Defesa do Consumidor, disponibiliza à população carcerária das nove unidades de privação de liberdade do Estado a oportunidade de concluir os ensinos fundamental e médio através do Serviço de Educação de Jovens e Adultos. Em Sergipe, cerca de 387 pessoas se inscreveram em 2018 nos Exames Supletivos e no Exame Nacional de Certificação de Competência de Jovens e Adultos (Encceja).
Mais de 234 pessoas estão matriculadas na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA) para o ensino fundamental, já que os dados da Secretaria de Estado da Justiça apontam que cerca de 70% da população privada de liberdade, principalmente nas unidades masculinas, está em defasagem de idade/série e desenham um quadro de pessoas com o ensino fundamental incompleto.
Por conta da baixa escolaridade entre a população privada de liberdade, o Governo de Sergipe enfrenta essa realidade disponibilizando nos presídios, complexos penitenciários e cadeias públicas a modalidade de Educação de Jovens e Adultos para que a comunidade carcerária possa completar seus estudos, principalmente, contribuindo para o processo de ressocialização.
 "A Educação de Jovens e Adultos é de fundamental importância para que essa população tenha a oportunidade de ser alfabetizada e conclua a educação básica. Sabemos que a EJA vai mais além do pedagógico e funciona como um alicerce para melhorar a autoestima e a inclusão social, além de representar uma luz no horizonte para a ressocialização", afirma o secretário de Estado da Educação, Josué Modesto dos Passos Subrinho.
Das 387 pessoas privadas de liberdade que se inscreveram em 2018 nas modalidades de seleções do Serviço de Educação de Jovens e Adultos (Seja), 114 procuraram os Exames Supletivos e, destes, 18 já concluíram todas as disciplinas exigentes para o ensino fundamental e dois foram certificados para o ensino médio até novembro de 2018.