Balança comercial sergipana registrou déficit de US$ 7,3 milhões em novembro

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 15/12/2018 às 06:28:00

 

Análise realizada pelo Núcleo de Informações Econômicas (NIE), com o apoio do Centro Internacional de Negócios - CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), apontou que as exportações, em novembro de 2018, somaram aproximadamente US$ 5,3 milhões, expandindo 6,7%, quando comparado com o mês de novembro do ano passado e aumentando 36% em relação ao mês imediatamente anterior (outubro/2018). Enquanto isso, as importações ficaram em US$ 12,6 milhões, com aumento de 56,4%, no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. Já em relação às importações do mês de outubro de 2018, a expansão foi 34,7%. Por fim, o saldo da balança comercial, no décimo primeiro mês do ano, ficou deficitária, fechando o mês com saldo negativo de US$ 7,3 milhões.
No mês em análise, as vendas de Sucos de laranja, congelado, não fermentados fecharam em US$ 3 milhões, respondendo por 57,1% das exportações sergipanas. Já as vendas de Outros calçados cobrindo o tornozelo, parte superior de borracha, plástico somaram US$ 564,9 mil, representando 10,7% das exportações. Dessa forma, 67,8% das exportações do estado foram representadas por esses dois produtos. O principal destino dos itens produzidos em Sergipe, no mês analisado, foi a Bélgica, que demandou 30% das vendas do estado. Em termos nominais, as vendas para os belgas somaram quase US$ 1,6 milhão. O segundo principal destino das exportações sergipanas foram os Países Baixos, que adquiriram US$ 1,5 milhão ou, em termos percentuais, 28,7%.
Já as importações, do mês em análise, concentraram-se nas aquisições de Diidrogeno-ortofosfato de amônio, que somou aproximadamente US$ 5,4 milhão, ou 42,6% das compras sergipanas, e do Coque de petróleo não calcinado, que totalizou mais de US$ 1,8 milhão ou 14,4% das compras do mês. Quanto à origem dos produtos adquiridos por Sergipe, os fornecedores que se destacaram foram Marrocos e Estados Unidos ao enviarem US$ 5,4 milhões e US$ 3,1 milhões em produtos, nesta ordem.

Análise realizada pelo Núcleo de Informações Econômicas (NIE), com o apoio do Centro Internacional de Negócios - CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), apontou que as exportações, em novembro de 2018, somaram aproximadamente US$ 5,3 milhões, expandindo 6,7%, quando comparado com o mês de novembro do ano passado e aumentando 36% em relação ao mês imediatamente anterior (outubro/2018). Enquanto isso, as importações ficaram em US$ 12,6 milhões, com aumento de 56,4%, no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. Já em relação às importações do mês de outubro de 2018, a expansão foi 34,7%. Por fim, o saldo da balança comercial, no décimo primeiro mês do ano, ficou deficitária, fechando o mês com saldo negativo de US$ 7,3 milhões.
No mês em análise, as vendas de Sucos de laranja, congelado, não fermentados fecharam em US$ 3 milhões, respondendo por 57,1% das exportações sergipanas. Já as vendas de Outros calçados cobrindo o tornozelo, parte superior de borracha, plástico somaram US$ 564,9 mil, representando 10,7% das exportações. Dessa forma, 67,8% das exportações do estado foram representadas por esses dois produtos. O principal destino dos itens produzidos em Sergipe, no mês analisado, foi a Bélgica, que demandou 30% das vendas do estado. Em termos nominais, as vendas para os belgas somaram quase US$ 1,6 milhão. O segundo principal destino das exportações sergipanas foram os Países Baixos, que adquiriram US$ 1,5 milhão ou, em termos percentuais, 28,7%.
Já as importações, do mês em análise, concentraram-se nas aquisições de Diidrogeno-ortofosfato de amônio, que somou aproximadamente US$ 5,4 milhão, ou 42,6% das compras sergipanas, e do Coque de petróleo não calcinado, que totalizou mais de US$ 1,8 milhão ou 14,4% das compras do mês. Quanto à origem dos produtos adquiridos por Sergipe, os fornecedores que se destacaram foram Marrocos e Estados Unidos ao enviarem US$ 5,4 milhões e US$ 3,1 milhões em produtos, nesta ordem.