Escrutínio no Hospital Cirurgia

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Publicada em 20/12/2018 às 06:03:00

 

No trato com a coisa pública, todo 
cuidado é pouco, a transparên-
cia é princípio e exigência fundamental. Os desmandos apurados pela Operação Metástase, debruçada sobre as contas do Hospital Cirurgia, por exemplo, jamais ocorreriam sob a vigilância regular dos órgãos de controle estaduais.
A abertura da caixa preta do Cirurgia começa a revelar podres há muito imaginados. Ontem, promotores de Justiça divulgaram a informação de que fornecedores da entidade filantrópica pagaram despesas pessoais do chefe de contas do Hospital. Trata-se, justamente, de empresas suspeitas de superfaturamento. Este é um indício muito robusto de corrupção.
As autoridades estaduais e os pacientes assistidos pelo Cirurgia certamente não esperavam por outra coisa. Sem fins lucrativos, a unidade de saúde vem sendo gerida de maneira flagrantemente descuidada, para dizer o mínimo. O resultado é a suspensão frequente dos serviços conveniados com o Governo de Sergipe, em prejuízo da assistência médica de milhares de cidadãos.
Certo é que o funcionamento regular do Hospital Cirurgia é fundamental para a assistência médica em Sergipe. Aqui, a carência de leitos e vagas é dramática. Qualquer querela, justa ou injusta, que resulta na interrupção dos serviços prestados pela entidade filantrópica deriva em prejuízo e risco de vida para a população. Portanto, para quem sofreu o descaso de uma direção notória pelas mãos grandes e sujas, o escrutínio finamente realizado nas contas da unidade de saúde chegou tarde demais.

No trato com a coisa pública, todo  cuidado é pouco, a transparên- cia é princípio e exigência fundamental. Os desmandos apurados pela Operação Metástase, debruçada sobre as contas do Hospital Cirurgia, por exemplo, jamais ocorreriam sob a vigilância regular dos órgãos de controle estaduais.
A abertura da caixa preta do Cirurgia começa a revelar podres há muito imaginados. Ontem, promotores de Justiça divulgaram a informação de que fornecedores da entidade filantrópica pagaram despesas pessoais do chefe de contas do Hospital. Trata-se, justamente, de empresas suspeitas de superfaturamento. Este é um indício muito robusto de corrupção.
As autoridades estaduais e os pacientes assistidos pelo Cirurgia certamente não esperavam por outra coisa. Sem fins lucrativos, a unidade de saúde vem sendo gerida de maneira flagrantemente descuidada, para dizer o mínimo. O resultado é a suspensão frequente dos serviços conveniados com o Governo de Sergipe, em prejuízo da assistência médica de milhares de cidadãos.
Certo é que o funcionamento regular do Hospital Cirurgia é fundamental para a assistência médica em Sergipe. Aqui, a carência de leitos e vagas é dramática. Qualquer querela, justa ou injusta, que resulta na interrupção dos serviços prestados pela entidade filantrópica deriva em prejuízo e risco de vida para a população. Portanto, para quem sofreu o descaso de uma direção notória pelas mãos grandes e sujas, o escrutínio finamente realizado nas contas da unidade de saúde chegou tarde demais.