Alunos dos cursos de Como Fazer Vídeo Documentário e Como Fazer Filmes para Internet exibem trabalhos finais

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Alunos apresentam os trabalhos finais
Alunos apresentam os trabalhos finais

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Publicada em 20/12/2018 às 06:44:00

 

A discussão de pautas relevantes para a sociedade guiou a construção dos filmes que os alunos dos cursos de "Como Fazer Vídeo Documentário" e "Como Fazer Vídeos Para Internet" produziram. Promovidos pela Prefeitura de Aracaju, através da parceria intersetorial entre a Fundação Municipal de Formação Para o Trabalho (Fundat), a Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), a Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania (Semdec) e com apoio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), os cursos tinham como objetivo a capacitação gratuita de alunos para a iniciação na produção audiovisual. Os trabalhos finais foram exibidos no Centro Cultural de Aracaju nesta terça-feira, 18.
Machismo e misoginia foram os ganchos centrais que guiaram o documentário "Elas Sim", no qual as mulheres tiveram protagonismo para pautar diversas situações e reivindicações acerca dessas problemáticas. Além disso, no vídeo "Conversa com Elas", as mulheres foram pautadas novamente na abordagem de apontamentos relevantes acerca do feminino.
Segundo o instrutor, Vinícius Leite, as temáticas dos produtos finais foram de grande pertinência, principalmente diante dos índices que apontam a vulnerabilidade feminina frente ao machismo estrutural, que afeta o direito à cidade e sobrevivência das mulheres. "É muito importante ver o poder de voz dos jovens para falar sobre isso. Em Sergipe, há um alto índice de feminicídios, e quando a gente pensa no recorte de mulheres negras periféricas, o número é ainda maior. Temos que pensar sobre o que estamos falando, porque as mulheres sentem na pele, vivem isso cotidianamente. Fiquei muito feliz pela oportunidade e por ver as respostas dos alunos", apontou.
De acordo com a coordenadora do Núcleo de Produção Digital (NPD) da Funcaju, Graziele Ferreira, a continuidade da oferta desses cursos é um marco na política pública voltada para a formação audiovisual. "É a primeira vez que o audiovisual é entendido para além da caixinha da cultura. Então a gente contribui com o projeto de uma cidade mais humana, criativa e inteligente, investindo na formação nessa área. A gente não quis oferecer um curso para que os alunos aprendessem somente a operar os equipamentos e entender minimamente sobre a parte estética de um vídeo e de um documentário, mas a gente quis discutir com os alunos e propor uma reflexão sobre problemas da nossa cidade e país", contou.

A discussão de pautas relevantes para a sociedade guiou a construção dos filmes que os alunos dos cursos de "Como Fazer Vídeo Documentário" e "Como Fazer Vídeos Para Internet" produziram. Promovidos pela Prefeitura de Aracaju, através da parceria intersetorial entre a Fundação Municipal de Formação Para o Trabalho (Fundat), a Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), a Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania (Semdec) e com apoio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), os cursos tinham como objetivo a capacitação gratuita de alunos para a iniciação na produção audiovisual. Os trabalhos finais foram exibidos no Centro Cultural de Aracaju nesta terça-feira, 18.
Machismo e misoginia foram os ganchos centrais que guiaram o documentário "Elas Sim", no qual as mulheres tiveram protagonismo para pautar diversas situações e reivindicações acerca dessas problemáticas. Além disso, no vídeo "Conversa com Elas", as mulheres foram pautadas novamente na abordagem de apontamentos relevantes acerca do feminino.
Segundo o instrutor, Vinícius Leite, as temáticas dos produtos finais foram de grande pertinência, principalmente diante dos índices que apontam a vulnerabilidade feminina frente ao machismo estrutural, que afeta o direito à cidade e sobrevivência das mulheres. "É muito importante ver o poder de voz dos jovens para falar sobre isso. Em Sergipe, há um alto índice de feminicídios, e quando a gente pensa no recorte de mulheres negras periféricas, o número é ainda maior. Temos que pensar sobre o que estamos falando, porque as mulheres sentem na pele, vivem isso cotidianamente. Fiquei muito feliz pela oportunidade e por ver as respostas dos alunos", apontou.
De acordo com a coordenadora do Núcleo de Produção Digital (NPD) da Funcaju, Graziele Ferreira, a continuidade da oferta desses cursos é um marco na política pública voltada para a formação audiovisual. "É a primeira vez que o audiovisual é entendido para além da caixinha da cultura. Então a gente contribui com o projeto de uma cidade mais humana, criativa e inteligente, investindo na formação nessa área. A gente não quis oferecer um curso para que os alunos aprendessem somente a operar os equipamentos e entender minimamente sobre a parte estética de um vídeo e de um documentário, mas a gente quis discutir com os alunos e propor uma reflexão sobre problemas da nossa cidade e país", contou.