"O Estado democrático de direito no Brasil está sendo usurpado", diz Marcio Macedo

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Publicada em 21/12/2018 às 05:11:00

 

O vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Marcio Macedo, ressaltou em entrevista concedida nesta quinta-feira  a dificuldade política pela qual passa o país. Segundo Marcio, setores da justiça do Brasil estão sendo partidários e o estado democrático de direito está sendo usurpado.
 "Estamos vivendo um momento complicado no Brasil e a política está, infelizmente, sendo criminalizada. Temos sim setores da justiça partidarizados e isso ficou muito mais claro quando Sérgio Moro aceitou ser ministro da Justiça no Governo de Bolsonaro. Prenderam sem nenhuma prova material o maior líder político do país, o Lula, para ele não participar das eleições 2018 e é fato que alguns setores do judiciário ajudaram a eleição de Bolsonaro. Mas a oposição está forte e continuaremos lutando pela democracia e melhorias para o povo", disse.
Ao ser questionado sobre uma possível conversa com o deputado federal eleito Fábio Reis para Marcio assumir o mandato, e Fábio uma secretaria do Estado, o vice-presidente do PT enfatizou que não há nada definido e que está à disposição do projeto histórico iniciado por Marcelo Déda que, hoje, é liderado por Belivaldo Chagas. "Posso assumir o mandato de deputado federal, posso ser secretário de Estado e posso ficar onde estou como vice-presidente nacional do PT. Onde eu estiver vou cumprir o meu papel de lutar pela democracia e pelo povo", declara.
Marcio, obteve na eleição 2018, 49 mil e 55 votos, sendo o 7°candidato a deputado federal mais bem votado, o primeiro da coligação e o segundo mais votado de Aracaju. Macedo não foi declarado eleito, devido às regras do sistema eleitoral.
Outro assunto abordado durante a entrevista, foi a importância do PT nas eleições de Sergipe em 2018. "O partido foi decisivo na eleição de Belivaldo Chagas e da vice-governadora Eliane Aquino. O PT saiu forte das eleições, tive uma votação expressiva, e é natural as eleições de 2020 já começarem a ser discutidas dentro dos partidos, mas não há nomes e nem definições", esclarece Marcio Macedo.

O vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Marcio Macedo, ressaltou em entrevista concedida nesta quinta-feira  a dificuldade política pela qual passa o país. Segundo Marcio, setores da justiça do Brasil estão sendo partidários e o estado democrático de direito está sendo usurpado.
 "Estamos vivendo um momento complicado no Brasil e a política está, infelizmente, sendo criminalizada. Temos sim setores da justiça partidarizados e isso ficou muito mais claro quando Sérgio Moro aceitou ser ministro da Justiça no Governo de Bolsonaro. Prenderam sem nenhuma prova material o maior líder político do país, o Lula, para ele não participar das eleições 2018 e é fato que alguns setores do judiciário ajudaram a eleição de Bolsonaro. Mas a oposição está forte e continuaremos lutando pela democracia e melhorias para o povo", disse.
Ao ser questionado sobre uma possível conversa com o deputado federal eleito Fábio Reis para Marcio assumir o mandato, e Fábio uma secretaria do Estado, o vice-presidente do PT enfatizou que não há nada definido e que está à disposição do projeto histórico iniciado por Marcelo Déda que, hoje, é liderado por Belivaldo Chagas. "Posso assumir o mandato de deputado federal, posso ser secretário de Estado e posso ficar onde estou como vice-presidente nacional do PT. Onde eu estiver vou cumprir o meu papel de lutar pela democracia e pelo povo", declara.
Marcio, obteve na eleição 2018, 49 mil e 55 votos, sendo o 7°candidato a deputado federal mais bem votado, o primeiro da coligação e o segundo mais votado de Aracaju. Macedo não foi declarado eleito, devido às regras do sistema eleitoral.
Outro assunto abordado durante a entrevista, foi a importância do PT nas eleições de Sergipe em 2018. "O partido foi decisivo na eleição de Belivaldo Chagas e da vice-governadora Eliane Aquino. O PT saiu forte das eleições, tive uma votação expressiva, e é natural as eleições de 2020 já começarem a ser discutidas dentro dos partidos, mas não há nomes e nem definições", esclarece Marcio Macedo.