Criança de cinco anos que morreu atropelada é enterrada

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Publicada em 28/12/2018 às 07:16:00

 

Sob intensa comoção, foi sepultado na manhã de ontem o corpo de Nicolas Pereira Chimaque, uma criança de cinco anos, vítima de um atropelamento sofrido na tarde da última quarta-feira, 26, na rodovia Inácio Barbosa, antiga rodovia José Sarney. O velório aconteceu na manhã de ontem na Igreja Assembleia de Deus do bairro Mosqueiro, e foi enterrado em um cemitério municipal instalado na própria Zona de Expansão. Peritos da 4ª Delegacia Metropolitana - responsável por coordenar a investigação -, indicam a possibilidade real de fatalidade, e não imprudência por parte da condutora do veículo que permaneceu no local e ofereceu assistência.
De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública, segundos antes da fatalidade a criança seguia acompanhado dos pais e de outros familiares, quando repentinamente Nicolas soltou a mão da mãe e atravessou a rodovia. O fato ocorreu no momento em que pela via expressa passava um veículo modelo Gol. A motorista garantiu que chegou a frear e desviar a direção do automóvel, mas devido à ação instantânea não obteve o reflexo necessário para evitar o impacto. Equipes de resgate foram acionadas, mas a criança faleceu no local antes mesmo da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Ao Jornal do Dia, o amigo do casal [pais da criança], Marcos dos Santos, relatou que desde a confirmação da morte, os pais estão utilizando medicamentos como forma de tentar descansar o mínimo possível. Com predominância de choro e lamentações, os pais ainda não conseguem desenvolver conversas com as pessoas que se aproximam para prestar condolências. O fato de ser filho único ajuda a amplificar a dor da perda. Marcos confirmou que a condutora permaneceu no local e em seguida se prontificou a seguir para 4ª Delegacia Metropolitana juntamente com a mãe do garoto para prestar depoimento. Pela configuração da fatalidade, durante a cerimônia fúnebre não houve pedidos de justiça contra a motorista.
"Realmente acreditamos que a motorista do carro não foi imprudente, e ainda tentou ajudar ao máximo, entrando em contrato também com o próprio Samu. Infelizmente a criança soltou da mão da mãe e pra completar essa situação triste passava um carro bem na hora. Um acidente que matou o Nicolas e deixou nós todos realmente muito abalados", declarou. A 4ª Delegacia Metropolitana não informou quando deve apresentar o resultado do laudo técnico. Peritos do Instituto Médico Legal estiveram no local do acidente para recolher o corpo e contribuir com as análises. (Milton Alves Júnior)

Sob intensa comoção, foi sepultado na manhã de ontem o corpo de Nicolas Pereira Chimaque, uma criança de cinco anos, vítima de um atropelamento sofrido na tarde da última quarta-feira, 26, na rodovia Inácio Barbosa, antiga rodovia José Sarney. O velório aconteceu na manhã de ontem na Igreja Assembleia de Deus do bairro Mosqueiro, e foi enterrado em um cemitério municipal instalado na própria Zona de Expansão. Peritos da 4ª Delegacia Metropolitana - responsável por coordenar a investigação -, indicam a possibilidade real de fatalidade, e não imprudência por parte da condutora do veículo que permaneceu no local e ofereceu assistência.
De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública, segundos antes da fatalidade a criança seguia acompanhado dos pais e de outros familiares, quando repentinamente Nicolas soltou a mão da mãe e atravessou a rodovia. O fato ocorreu no momento em que pela via expressa passava um veículo modelo Gol. A motorista garantiu que chegou a frear e desviar a direção do automóvel, mas devido à ação instantânea não obteve o reflexo necessário para evitar o impacto. Equipes de resgate foram acionadas, mas a criança faleceu no local antes mesmo da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Ao Jornal do Dia, o amigo do casal [pais da criança], Marcos dos Santos, relatou que desde a confirmação da morte, os pais estão utilizando medicamentos como forma de tentar descansar o mínimo possível. Com predominância de choro e lamentações, os pais ainda não conseguem desenvolver conversas com as pessoas que se aproximam para prestar condolências. O fato de ser filho único ajuda a amplificar a dor da perda. Marcos confirmou que a condutora permaneceu no local e em seguida se prontificou a seguir para 4ª Delegacia Metropolitana juntamente com a mãe do garoto para prestar depoimento. Pela configuração da fatalidade, durante a cerimônia fúnebre não houve pedidos de justiça contra a motorista.
"Realmente acreditamos que a motorista do carro não foi imprudente, e ainda tentou ajudar ao máximo, entrando em contrato também com o próprio Samu. Infelizmente a criança soltou da mão da mãe e pra completar essa situação triste passava um carro bem na hora. Um acidente que matou o Nicolas e deixou nós todos realmente muito abalados", declarou. A 4ª Delegacia Metropolitana não informou quando deve apresentar o resultado do laudo técnico. Peritos do Instituto Médico Legal estiveram no local do acidente para recolher o corpo e contribuir com as análises. (Milton Alves Júnior)