Saúde divulga resultados do último boletim do Projeto Vida no Trânsito

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Publicada em 28/12/2018 às 07:17:00

 

Anualmente, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Diretoria de Vigilância e Atenção à Saúde (DVAS), lança o Boletim Epidemiológico do Projeto Vida no Trânsito (PVT). Este ano, o levantamento mapeou 54 óbitos no território aracajuano, e fez uma análise individual dos acidentes de trânsito fatais ocorridos em 2017.
De acordo com o Boletim, ocorreram 2.556 acidentes de trânsito em Aracaju no ano passado, com 1.319 feridos graves, além das vítimas fatais. De acordo com o resultado da avaliação dos dados, das mortes do ano passado, 49 foram de pessoas do sexo masculino, ou seja, 90,7% dos óbitos. As mulheres foram cinco: três foram idosas atropeladas, uma como passageira e outra passageira de moto. Os condutores de moto ficaram em primeiro lugar nos acidentes fatais, 20 motoqueiros perderam a vida, seguidos por pedestres (14) e ciclistas (nove).
Nos últimos dez anos, a frota de veículos aumentou muito, somente de motociclistas subiu mais de 150%. "Apesar de ter tido 20 mortes de condutores de moto, com a intensificação das ações voltadas aos motociclistas, este número reduziu 31% em relação ao ano anterior, quando 29 motoqueiros vieram a óbito", ressaltou a diretora da DVAS, Taise Cavalcante.
A faixa etária das pessoas que vieram a óbito, a maioria foi de 30 a 59 anos, com 28 mortes, seguidos dos jovens, de 18 a 29 anos, com 11 e nove ocorrências com idosos. Os bairros onde mais aconteceram os óbitos foram Atalaia (cinco), Capucho (quatro) e Centro (quatro). Os fatores de risco que agravaram os acidentes foram velocidade (35,3%) e álcool (21,6%).
O primeiro boletim foi realizado em 2016, com dados de 2015. "Já o segundo boletim, analisado em 2017 com os dados de 2016, teve um diferencial que seguimos neste terceiro, que foi a avaliação dos acidentes que realmente aconteceram dentro do território de Aracaju. Porque antes a pessoa sofria um acidente no interior do estado, era levado para o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), falecia e era contabilizado como se fosse da capital, então não tínhamos uma avaliação precisa. A partir do boletim do ano passado passamos a analisar somente os acidentes ocorridos aqui", explicou Taise.

Anualmente, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Diretoria de Vigilância e Atenção à Saúde (DVAS), lança o Boletim Epidemiológico do Projeto Vida no Trânsito (PVT). Este ano, o levantamento mapeou 54 óbitos no território aracajuano, e fez uma análise individual dos acidentes de trânsito fatais ocorridos em 2017.
De acordo com o Boletim, ocorreram 2.556 acidentes de trânsito em Aracaju no ano passado, com 1.319 feridos graves, além das vítimas fatais. De acordo com o resultado da avaliação dos dados, das mortes do ano passado, 49 foram de pessoas do sexo masculino, ou seja, 90,7% dos óbitos. As mulheres foram cinco: três foram idosas atropeladas, uma como passageira e outra passageira de moto. Os condutores de moto ficaram em primeiro lugar nos acidentes fatais, 20 motoqueiros perderam a vida, seguidos por pedestres (14) e ciclistas (nove).
Nos últimos dez anos, a frota de veículos aumentou muito, somente de motociclistas subiu mais de 150%. "Apesar de ter tido 20 mortes de condutores de moto, com a intensificação das ações voltadas aos motociclistas, este número reduziu 31% em relação ao ano anterior, quando 29 motoqueiros vieram a óbito", ressaltou a diretora da DVAS, Taise Cavalcante.
A faixa etária das pessoas que vieram a óbito, a maioria foi de 30 a 59 anos, com 28 mortes, seguidos dos jovens, de 18 a 29 anos, com 11 e nove ocorrências com idosos. Os bairros onde mais aconteceram os óbitos foram Atalaia (cinco), Capucho (quatro) e Centro (quatro). Os fatores de risco que agravaram os acidentes foram velocidade (35,3%) e álcool (21,6%).
O primeiro boletim foi realizado em 2016, com dados de 2015. "Já o segundo boletim, analisado em 2017 com os dados de 2016, teve um diferencial que seguimos neste terceiro, que foi a avaliação dos acidentes que realmente aconteceram dentro do território de Aracaju. Porque antes a pessoa sofria um acidente no interior do estado, era levado para o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), falecia e era contabilizado como se fosse da capital, então não tínhamos uma avaliação precisa. A partir do boletim do ano passado passamos a analisar somente os acidentes ocorridos aqui", explicou Taise.