Companhia Energética de Alagoas é arrematada pela Equatorial Energia

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Publicada em 29/12/2018 às 06:53:00

 

Bruno Bocchini 
Agência Brasil  
 
A Companhia Energética de Alagoas (Ceal) - a última das seis distribuidoras que ainda estavam sob controle da Eletrobrás - foi privatizada ontem (28). A empresa foi arrematada pela empresa Equatorial Energia, em leilão realizado na B3, antiga BM&F Bovespa, na capital paulista.
A proposta, a única apresentada, apresentou zero em deságio no combinado entre tarifa e outorga.
A Ceal atende a cerca de 3,3 milhões de habitantes do estado de Alagoas. A empresa tem cerca de 1,2 mil empregados, contando com os terceirizados. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o nível de endividamento da companhia aumentou em média R$ 210 milhões por ano, nos últimos cinco anos.
Segundo as regras do leilão, o novo concessionário deverá realizar aporte de capital de R$ 545,7 milhões antes de assumir a empresa e realizar investimentos da ordem de R$ 837,2 milhões durante os primeiros cinco anos da concessão. A empresa ficará responsável ainda pelo endividamento remanescente de R$ 1,8 bilhão.
O leilão da Ceal permaneceu impedido por decisão liminar, obtida pelo Estado de Alagoas no Supremo Tribunal Federal (STF), desde em junho passado. A decisão foi suspensa no último dia 3 de dezembro pelo ministro Ricardo Lewandowski.

A Companhia Energética de Alagoas (Ceal) - a última das seis distribuidoras que ainda estavam sob controle da Eletrobrás - foi privatizada ontem (28). A empresa foi arrematada pela empresa Equatorial Energia, em leilão realizado na B3, antiga BM&F Bovespa, na capital paulista.
A proposta, a única apresentada, apresentou zero em deságio no combinado entre tarifa e outorga.
A Ceal atende a cerca de 3,3 milhões de habitantes do estado de Alagoas. A empresa tem cerca de 1,2 mil empregados, contando com os terceirizados. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o nível de endividamento da companhia aumentou em média R$ 210 milhões por ano, nos últimos cinco anos.
Segundo as regras do leilão, o novo concessionário deverá realizar aporte de capital de R$ 545,7 milhões antes de assumir a empresa e realizar investimentos da ordem de R$ 837,2 milhões durante os primeiros cinco anos da concessão. A empresa ficará responsável ainda pelo endividamento remanescente de R$ 1,8 bilhão.
O leilão da Ceal permaneceu impedido por decisão liminar, obtida pelo Estado de Alagoas no Supremo Tribunal Federal (STF), desde em junho passado. A decisão foi suspensa no último dia 3 de dezembro pelo ministro Ricardo Lewandowski.