Temer autoriza abate de aviões em posse de Bolsonaro

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Publicada em 29/12/2018 às 06:56:00

 

Das agências
Um decreto assinado 
por Michel Temer 
autoriza o abate de aviões suspeitos que adentrarem a área de segurança do espaço aéreo delimitado para a cerimônia de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, no dia 1 de janeiro, em Brasília. O decreto, com validade por 24 horas, é inédito em cerimônias de posse presidenciais e contará até com mísseis terra-ar. A execução do plano de segurança ficará a cargo de 130 homens do Exército e da Força Aérea. 
O decreto entrará em vigor da 0h do dia 1º de janeiro até a 0h do dia seguinte e a decisão ou não acerca do abate ficará a cargo do Comandante da Aeronáutica. Pelo texto do decreto, antes do procedimento de abate, as aeronaves suspeitas deverão ser submetidas a "medidas coercitivas progressivas", incluindo contato por rádio e visual determinando a mudança de rota e a devida identificação. Caso a determinação não seja cumprida, serão disparados tiros de aviso e somente então o abate será autorizado.
Segundo o decreto, as aeronaves consideradas hostis e que podem ser abatidas são as que se comportarem de "maneira a evidenciar uma agressão", que "preparar-se para atacar ou lançar artefatos bélicos" ou "lançar paraquedistas ou tropas sem autorização" .
Ao todo, a segurança contará com 12 bases terrestres que contará com o apoio de dois tipos de mísseis terra-ar: o IGLA-S, de fabricação russa e alcance de seis quilômetros, e o sueco RBS 70, com alcance de sete quilômetros.

Um decreto assinado  por Michel Temer  autoriza o abate de aviões suspeitos que adentrarem a área de segurança do espaço aéreo delimitado para a cerimônia de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, no dia 1 de janeiro, em Brasília. O decreto, com validade por 24 horas, é inédito em cerimônias de posse presidenciais e contará até com mísseis terra-ar. A execução do plano de segurança ficará a cargo de 130 homens do Exército e da Força Aérea. 
O decreto entrará em vigor da 0h do dia 1º de janeiro até a 0h do dia seguinte e a decisão ou não acerca do abate ficará a cargo do Comandante da Aeronáutica. Pelo texto do decreto, antes do procedimento de abate, as aeronaves suspeitas deverão ser submetidas a "medidas coercitivas progressivas", incluindo contato por rádio e visual determinando a mudança de rota e a devida identificação. Caso a determinação não seja cumprida, serão disparados tiros de aviso e somente então o abate será autorizado.
Segundo o decreto, as aeronaves consideradas hostis e que podem ser abatidas são as que se comportarem de "maneira a evidenciar uma agressão", que "preparar-se para atacar ou lançar artefatos bélicos" ou "lançar paraquedistas ou tropas sem autorização" .
Ao todo, a segurança contará com 12 bases terrestres que contará com o apoio de dois tipos de mísseis terra-ar: o IGLA-S, de fabricação russa e alcance de seis quilômetros, e o sueco RBS 70, com alcance de sete quilômetros.