Seis pessoas morreram de H1N1 em Sergipe no ano passado

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Publicada em 04/01/2019 às 06:39:00

 

Milton Alves Júnior
Dados apresentados na manhã de ontem pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), indicam que durante o ano de 2018, seis pacientes morreram e outras 40 pessoas contraíram o vírus influenzavírus H1N1. Na perspectiva de zerar esse índice durante o ano de 2019, o Governo do Estado, através da Vigilância em Saúde, realizará entre os meses de abril e maio, uma nova campanha de vacinação que prevê imunizar, em especial, crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas ou imunodeficiências que formam os grupos de pessoas mais vulneráveis. Neste primeiro momento não foi informado quantitativo de aplicações a serem procedidas, já que o índice de pessoas a serem vacinadas varia a cada campanha.
O H1N1 é um vírus que pode causar gripe. Após os sintomas, o tratamento deve iniciar em 48 horas, com orientação médica. Paralelo ao ato de busca pela vacinação, a Secretaria de Saúde enaltece que é importante lavar as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas. Segundo a diretora de Vigilância em Saúde da SES, Mércia Feitoza, os grupos de prevenção contra a doença existem, realizam ações contínuas, mas é preciso que as pessoas façam a respectiva parte e busquem as vacinas. Conforme ocorre ao longo dos últimos cinco anos, da campanha de vacinação ficarão de fora, os adultos saudáveis.
"Nunca é demais ressaltar que as pessoas devem ter cuidados básicos com aspectos relacionados à higiene, usar lenços descartáveis e sempre lavar as mãos, em caso de expectoração, e evitar aglomerações nos períodos mais frios, principalmente crianças e idosos que são mais vulneráveis ao vírus. O trabalho deve ser coletivo. O Governo faz a sua parte e as pessoas também. Dessa forma conseguiremos evitar novos casos", declarou. Entre as vítimas da doença está uma funcionária do Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro, que morreu na última segunda-feira, 31 de dezembro. Uma segunda pessoa segue aguardando resultados de exames.
A vítima chegou a ser atendida no Hospital Regional de Socorro, posteriormente foi transferida para o Hospital Cirurgia, e até a tarde de ontem recebia acompanhamento especializado em hospital particular. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde trata-se de uma paciente com infecção respiratória que apresenta um quadro de cansaço noturno. As informações serão atualizadas diariamente após emissão dos boletins médicos. No Brasil, somente durante o primeiro semestre do ano passado foram 608 óbitos, tendo o tipo H1N1 responsável por 59,6% dos 3.558 casos registrados de gripe.
Segundo o Ministério da Saúde, a maior parte das mortes ocorreu em pessoas com doenças que aumentam o risco de complicações do vírus. Muitos eram cardiopatas, tinham diabetes ou já estavam com problemas respiratórios.  A taxa de mortalidade por influenza no Brasil está em 0,29% para cada 100.000 habitantes, informa a pasta.

Dados apresentados na manhã de ontem pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), indicam que durante o ano de 2018, seis pacientes morreram e outras 40 pessoas contraíram o vírus influenzavírus H1N1. Na perspectiva de zerar esse índice durante o ano de 2019, o Governo do Estado, através da Vigilância em Saúde, realizará entre os meses de abril e maio, uma nova campanha de vacinação que prevê imunizar, em especial, crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas ou imunodeficiências que formam os grupos de pessoas mais vulneráveis. Neste primeiro momento não foi informado quantitativo de aplicações a serem procedidas, já que o índice de pessoas a serem vacinadas varia a cada campanha.

O H1N1 é um vírus que pode causar gripe. Após os sintomas, o tratamento deve iniciar em 48 horas, com orientação médica. Paralelo ao ato de busca pela vacinação, a Secretaria de Saúde enaltece que é importante lavar as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas. Segundo a diretora de Vigilância em Saúde da SES, Mércia Feitoza, os grupos de prevenção contra a doença existem, realizam ações contínuas, mas é preciso que as pessoas façam a respectiva parte e busquem as vacinas. Conforme ocorre ao longo dos últimos cinco anos, da campanha de vacinação ficarão de fora, os adultos saudáveis.
"Nunca é demais ressaltar que as pessoas devem ter cuidados básicos com aspectos relacionados à higiene, usar lenços descartáveis e sempre lavar as mãos, em caso de expectoração, e evitar aglomerações nos períodos mais frios, principalmente crianças e idosos que são mais vulneráveis ao vírus. O trabalho deve ser coletivo. O Governo faz a sua parte e as pessoas também. Dessa forma conseguiremos evitar novos casos", declarou. Entre as vítimas da doença está uma funcionária do Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro, que morreu na última segunda-feira, 31 de dezembro. Uma segunda pessoa segue aguardando resultados de exames.
A vítima chegou a ser atendida no Hospital Regional de Socorro, posteriormente foi transferida para o Hospital Cirurgia, e até a tarde de ontem recebia acompanhamento especializado em hospital particular. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde trata-se de uma paciente com infecção respiratória que apresenta um quadro de cansaço noturno. As informações serão atualizadas diariamente após emissão dos boletins médicos. No Brasil, somente durante o primeiro semestre do ano passado foram 608 óbitos, tendo o tipo H1N1 responsável por 59,6% dos 3.558 casos registrados de gripe.
Segundo o Ministério da Saúde, a maior parte das mortes ocorreu em pessoas com doenças que aumentam o risco de complicações do vírus. Muitos eram cardiopatas, tinham diabetes ou já estavam com problemas respiratórios.  A taxa de mortalidade por influenza no Brasil está em 0,29% para cada 100.000 habitantes, informa a pasta.