Médicos divergem de redução no valor da diária

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Publicada em 04/01/2019 às 06:41:00

 

Um novo impasse administrativo entre a Prefeitura de Aracaju e médicos - desta vez aqueles contratados através de Recibo de Pagamento Autônomo (RPA) -, tem deixado centenas de usuários do Sistema Único de Saúde sem atendimento nas unidades regionais Fernando Franco, no conjunto Augusto Franco, e no Nestor Paiva, que fica na região Norte da Capital sergipana. De acordo com a classe trabalhadora, entanto os profissionais da medicina reivindicam aumento no valor da hora trabalhada, a administração municipal reajustou para menos o pagamento que hoje é de R$ 100. Com a mudança na tabela, a perspectiva da PMA é que esse valor caia para R$ 65.
Diante da mudança na tabela, em retaliação à medida, os médicos decidiram de forma unificada retirar os respectivos nomes das escalas de plantões, ou seja, nestas duas unidades - apontadas pela Secretaria Municipal de Saúde como referência em Aracaju, desde a última terça-feira, 01, o serviço está parcialmente comprometido. Uma redução real de 40%. Para a direção do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), a partir do momento em que direitos adquirimos começam a ser retirados, é chegado o momento de mobilizar a categoria e defender os interesses progressistas dos funcionários.
Conforme contabilidade apresentada pela assessoria jurídica do Sindimed, o pedido de reajuste na hora trabalhada se baseia no salário de 2015, feitas as devidas correções. Agemiro Macedo, que responde pelo departamento jurídico, diante da atual proposta apresentada pela administração do prefeito Edvaldo Nogueira: "todos os profissionais já estão com seus horários à disposição, pois da maneira como a prefeitura pretende fazer a contratação, não há interesse de permanecer na atividade. Consideramos uma medida delicada, preocupante, mas que se faz necessária em decorrência da falta de respeito da prefeitura para com os médicos".
Mudança - Era esperado que essa redução fosse imposta já a partir deste mês de janeiro, mas segundo a Assessoria de Comunicação da SMS, a diminuição ocorrerá a partir do próximo mês. "Sobre esse assunto podemos destacar que o prefeito já aceitou voltar atrás e aplicar a redução a partir de fevereiro, para que os médicos tenham tempo de se programar. A mudança no modelo de contratação é uma medida determinada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), visto que o RPA é muito frágil e não dá segurança jurídica nem à prefeitura, nem ao médico", informou o comunicador Alberto Jorge. Em contraponto os médicos disseram permanecer dispostos a dialogar com o prefeito.
Enquanto os impasses não são solucionados, as escalas de plantões seguem reduzidas.

Um novo impasse administrativo entre a Prefeitura de Aracaju e médicos - desta vez aqueles contratados através de Recibo de Pagamento Autônomo (RPA) -, tem deixado centenas de usuários do Sistema Único de Saúde sem atendimento nas unidades regionais Fernando Franco, no conjunto Augusto Franco, e no Nestor Paiva, que fica na região Norte da Capital sergipana. De acordo com a classe trabalhadora, entanto os profissionais da medicina reivindicam aumento no valor da hora trabalhada, a administração municipal reajustou para menos o pagamento que hoje é de R$ 100. Com a mudança na tabela, a perspectiva da PMA é que esse valor caia para R$ 65.
Diante da mudança na tabela, em retaliação à medida, os médicos decidiram de forma unificada retirar os respectivos nomes das escalas de plantões, ou seja, nestas duas unidades - apontadas pela Secretaria Municipal de Saúde como referência em Aracaju, desde a última terça-feira, 01, o serviço está parcialmente comprometido. Uma redução real de 40%. Para a direção do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), a partir do momento em que direitos adquirimos começam a ser retirados, é chegado o momento de mobilizar a categoria e defender os interesses progressistas dos funcionários.
Conforme contabilidade apresentada pela assessoria jurídica do Sindimed, o pedido de reajuste na hora trabalhada se baseia no salário de 2015, feitas as devidas correções. Agemiro Macedo, que responde pelo departamento jurídico, diante da atual proposta apresentada pela administração do prefeito Edvaldo Nogueira: "todos os profissionais já estão com seus horários à disposição, pois da maneira como a prefeitura pretende fazer a contratação, não há interesse de permanecer na atividade. Consideramos uma medida delicada, preocupante, mas que se faz necessária em decorrência da falta de respeito da prefeitura para com os médicos".

Mudança - Era esperado que essa redução fosse imposta já a partir deste mês de janeiro, mas segundo a Assessoria de Comunicação da SMS, a diminuição ocorrerá a partir do próximo mês. "Sobre esse assunto podemos destacar que o prefeito já aceitou voltar atrás e aplicar a redução a partir de fevereiro, para que os médicos tenham tempo de se programar. A mudança no modelo de contratação é uma medida determinada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), visto que o RPA é muito frágil e não dá segurança jurídica nem à prefeitura, nem ao médico", informou o comunicador Alberto Jorge. Em contraponto os médicos disseram permanecer dispostos a dialogar com o prefeito.
Enquanto os impasses não são solucionados, as escalas de plantões seguem reduzidas.