Inquérito sobre morte de adolescente tem dois indiciados

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Publicada em 05/01/2019 às 06:30:00

 

A Polícia Civil concluiu ontem o inquérito policial que investigou a morte da adolescente Edenilza Silva Andrade, de 12 anos de idade, que foi encontrada morta em 4 de janeiro do ano passado no povoado Garangau, em Campo do Brito (Agreste). A investigação resultou no indiciamento de que duas pessoas que moravam próximas à família da vítima, sendo estas apontadas como responsáveis pelo crime. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou o indiciamento, mas não mais detalhes sobre o caso em si e nem sobre a identidade dos indiciados, pois o caso está sob segredo de Justiça e porque a fase de coleta de provas e documentos sobre a materialidade do crime ainda não foi concluído. 
Segundo a SSP, a investigação foi conduzida pela delegada Lauana Guedes e conta com mais de 35 depoimentos tomados junto à família da garota e à comunidade do local onde aconteceu o crime. Também estão presentes os vários laudos periciais feitos pelo Instituto de Criminalística. Alguns deles descartaram ter havido violência sexual contra a vítima, pois o cadáver tinha alguns sinais que sugeriam esta hipótese. Com base nas informações obtidas, a delegada concluiu que houve crime de homicídio doloso (com intenção de matar) e que seus autores podem ter sido os dois vizinhos indiciados. A SSP informou ainda que o inquérito já foi encaminhado ao Poder Judiciário e está sob análise do Ministério Público.
Edenilza havia desaparecido no dia 2 de janeiro de 2018, quando passava férias na casa da mãe. A família relatou que, naquele dia, ela saiu de casa sozinha para procurar um celular que teria perdido naquela região, mas não voltou. Cerca de 15 horas depois, o corpo foi encontrado pelos policiais em uma plantação de mandiocas, sem roupas e com sinais de agressão pelo corpo, os quais podem ter provocado diretamente sua morte. 

A Polícia Civil concluiu ontem o inquérito policial que investigou a morte da adolescente Edenilza Silva Andrade, de 12 anos de idade, que foi encontrada morta em 4 de janeiro do ano passado no povoado Garangau, em Campo do Brito (Agreste). A investigação resultou no indiciamento de que duas pessoas que moravam próximas à família da vítima, sendo estas apontadas como responsáveis pelo crime. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou o indiciamento, mas não mais detalhes sobre o caso em si e nem sobre a identidade dos indiciados, pois o caso está sob segredo de Justiça e porque a fase de coleta de provas e documentos sobre a materialidade do crime ainda não foi concluído. 
Segundo a SSP, a investigação foi conduzida pela delegada Lauana Guedes e conta com mais de 35 depoimentos tomados junto à família da garota e à comunidade do local onde aconteceu o crime. Também estão presentes os vários laudos periciais feitos pelo Instituto de Criminalística. Alguns deles descartaram ter havido violência sexual contra a vítima, pois o cadáver tinha alguns sinais que sugeriam esta hipótese. Com base nas informações obtidas, a delegada concluiu que houve crime de homicídio doloso (com intenção de matar) e que seus autores podem ter sido os dois vizinhos indiciados. A SSP informou ainda que o inquérito já foi encaminhado ao Poder Judiciário e está sob análise do Ministério Público.
Edenilza havia desaparecido no dia 2 de janeiro de 2018, quando passava férias na casa da mãe. A família relatou que, naquele dia, ela saiu de casa sozinha para procurar um celular que teria perdido naquela região, mas não voltou. Cerca de 15 horas depois, o corpo foi encontrado pelos policiais em uma plantação de mandiocas, sem roupas e com sinais de agressão pelo corpo, os quais podem ter provocado diretamente sua morte.