Fafen pode permanecer

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Publicada em 11/01/2019 às 06:08:00

 

O empenho das autoridades lo-
cais, mais a importância social e 
econômica da Fabrica de Fertilizantes nitrogenados (Fafen), salvou o emprego de centenas de sergipanos. Parecia uma briga perdida. Ontem, no entanto, a direção da Petrobras divulgou comunicado, informando sobre um processo de pré-qualificação, com o fim de preparar o arrendamento da fábrica.
Tudo indica, o pior já passou. Mas não foi sem luta. A fábrica de fertilizantes acumulava prejuízo em cima de prejuízo, com saldo negativo de R$ 600 milhões. A presidência da Petrobras já tinha dado o assunto por encerrado, quando o governo de Sergipe e ex-governador Albano Franco entraram em campo. 
O custo social da hibernação da Fafen, inicialmente pretendida pela Petrobras, precisava entrar na conta. Ademais, a fábrica jamais operou a troco de nada. A unidade de Sergipe tem capacidade para produzir 1.800 ton/dia de ureia. Além disso, a Fafen também produz amônia, gás carbônico e sulfato de amônio. Esses insumos são utilizados largamente em indústrias de segmentos variados, como a petroquímica e até na agroindústria. Um déficit de milhares de empregos, diretos e indiretos, seria gerado no caso de a fábrica sergipana fechar as portas.
Fala-se aqui de razões objetivas. Não bastasse a importância econômica na vida de centenas de empregados, a Fafen gera um ciclo econômico virtuoso, tanto do ponto de vista da arrecadação de impostos, como na geração de uma economia produtiva com fornecedores, prestadores de serviços, empresas que dão suporte à operação e, principalmente, as diversas fábricas de fertilizantes que estão instaladas no seu entorno, em função do acesso facilitado à matéria prima. Com o fim da Fafen, essas fábricas também iriam embora.

O empenho das autoridades lo- cais, mais a importância social e  econômica da Fabrica de Fertilizantes nitrogenados (Fafen), salvou o emprego de centenas de sergipanos. Parecia uma briga perdida. Ontem, no entanto, a direção da Petrobras divulgou comunicado, informando sobre um processo de pré-qualificação, com o fim de preparar o arrendamento da fábrica.
Tudo indica, o pior já passou. Mas não foi sem luta. A fábrica de fertilizantes acumulava prejuízo em cima de prejuízo, com saldo negativo de R$ 600 milhões. A presidência da Petrobras já tinha dado o assunto por encerrado, quando o governo de Sergipe e ex-governador Albano Franco entraram em campo. 
O custo social da hibernação da Fafen, inicialmente pretendida pela Petrobras, precisava entrar na conta. Ademais, a fábrica jamais operou a troco de nada. A unidade de Sergipe tem capacidade para produzir 1.800 ton/dia de ureia. Além disso, a Fafen também produz amônia, gás carbônico e sulfato de amônio. Esses insumos são utilizados largamente em indústrias de segmentos variados, como a petroquímica e até na agroindústria. Um déficit de milhares de empregos, diretos e indiretos, seria gerado no caso de a fábrica sergipana fechar as portas.
Fala-se aqui de razões objetivas. Não bastasse a importância econômica na vida de centenas de empregados, a Fafen gera um ciclo econômico virtuoso, tanto do ponto de vista da arrecadação de impostos, como na geração de uma economia produtiva com fornecedores, prestadores de serviços, empresas que dão suporte à operação e, principalmente, as diversas fábricas de fertilizantes que estão instaladas no seu entorno, em função do acesso facilitado à matéria prima. Com o fim da Fafen, essas fábricas também iriam embora.