Novo tremor de terra atinge Malhador

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Publicada em 14/01/2019 às 13:31:00

 

A cidade de Malhador (Agreste) foi atingida neste sábado por um segundo tremor de terra em menos de uma semana - o quarto em menos de um ano. O fenômeno foi sentido pelos moradores por volta das 6h50, quando, segundo relatos, houve um balançar de objetos e sensações de tremor. O Laboratório de Sismologia (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que pesquisa a atividade geológica em todos os estados do Nordeste, confirmou o abalo e anotou que ele atingiu a magnitude de 1,7 na Escala Richter, considerada muito baixa e sem riscos der provocar danos. 
O LabSis esclarece que "é impossível prever a evolução da atividade sísmica na região", mas tal atividade é normal, pois a região Nordeste do Brasil é considerada uma área  sismicamente ativa, com frequência e constância de tremores de baixa intensidade. O abalo registrado na quarta-feira passada foi de 3,2, suficiente para ser sentido em um raio de cerca de 20 quilômetros, englobando várias cidades do Agreste e do Sertão sergipano. Alguns moradores apontaram rachaduras em residências, mas os danos ainda são estudados pelas defesas civis dos municípios. 

A cidade de Malhador (Agreste) foi atingida neste sábado por um segundo tremor de terra em menos de uma semana - o quarto em menos de um ano. O fenômeno foi sentido pelos moradores por volta das 6h50, quando, segundo relatos, houve um balançar de objetos e sensações de tremor. O Laboratório de Sismologia (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que pesquisa a atividade geológica em todos os estados do Nordeste, confirmou o abalo e anotou que ele atingiu a magnitude de 1,7 na Escala Richter, considerada muito baixa e sem riscos der provocar danos. 
O LabSis esclarece que "é impossível prever a evolução da atividade sísmica na região", mas tal atividade é normal, pois a região Nordeste do Brasil é considerada uma área  sismicamente ativa, com frequência e constância de tremores de baixa intensidade. O abalo registrado na quarta-feira passada foi de 3,2, suficiente para ser sentido em um raio de cerca de 20 quilômetros, englobando várias cidades do Agreste e do Sertão sergipano. Alguns moradores apontaram rachaduras em residências, mas os danos ainda são estudados pelas defesas civis dos municípios.